Dark?

Um Último Hurra! Os Heróis Grisalhos Exploram um Futuro Vívido – Vol. 01 – Cap. 01 – Uma Nova Partida

A+ A-

 

Um sonho do passado, hein? Quantos anos já se passaram desde aquela época? Quantos anos eu faço este ano? Noventa? Olha só o estado em que me meti. Minha pele não tem mais nada a ver com o que era antes.

Um velhinho de estatura pequena acordou na cama e sorriu alegre ao contemplar o dorso enrugado da própria mão. Tinha sorte de ainda estar vivo. Durante a era das trevas, pisara na beira da morte mais vezes do que conseguia contar. Era uma enorme sorte ter vivido o bastante para o cabelo curto embranquecer por completo, o corpo encolher e a pele se cobrir de rugas.

Acho que não chego a mais uma década. Não lhe restavam tantos anos assim, mas para alguém que sempre viveu achando que a própria vida já estava perdida, pouco importava que ela estivesse chegando ao fim agora; por isso seu sorriso não vacilava.

— Bom dia, Ferd.

— Bom dia, Elrica.

O velho Ferd sorriu para Elrica, a velha deitada ao seu lado, companheira de uma vida inteira. Elrica também beirava os noventa; ficara mais baixa com o tempo, os cabelos longos haviam se tornado de um branco puro e o rosto, outrora louvado como a beleza mais imaculada do mundo, agora estava cheio de rugas. Os dois estavam juntos havia quase oitenta anos e envelheceram sem nem perceber.

— Vou dar uma olhada na roça primeiro.

— Tá bom. Eu preparo o café da manhã.

— Obrigado.

Ferd saiu devagar da cama, espreguiçou-se, trocou de roupa e foi para o campo, deixando o desjejum nas mãos de Elrica.

— O tempo está bonito de novo hoje — murmurou Ferd, olhando o céu azul com a enxada na mão.

Dia após dia, fosse sol ou chuva, a mesma onda de emoções o invadia.

Oitenta anos atrás, o céu era vermelho. Não era uma figura de linguagem, nuvens marrom-claras flutuavam num céu vermelho-profundo, e o mundo jazia envolto em trevas. Um ser nascido das trevas, que se autodenominava Rei Demônio Supremo, havia alterado a própria ordem natural do mundo. Os lacaios demoníacos que ele criou corriam soltos, deixando apenas morte, desespero e luto. Mas tudo que era bom se ergueu contra ele. Humanos, elfos, anões, halflings, fadas, tritões, homens-fera e várias outras criaturas nobres lutaram contra o Rei Demônio Supremo e venceram. O céu azul voltou, assim como a paz.

— Hmm…

Ferd, que dedicara quase toda a vida à terra e ao seu campo, largou a enxada e observou a plantação recém-colhida.

Será que a minha vila natal ainda existe? Continua abandonada? Ou já reconstruíram tudo? Depois de pensar na própria expectativa de vida ao acordar, Ferd de repente se lembrou da vila distante onde cresceu. Nasceu como o terceiro filho de uma família de camponeses pobres; as condições de vida eram longe de confortáveis. Como era apenas o reserva do reserva do filho mais velho, era maltratado e praticamente não tinha pertences próprios, a família simplesmente não podia se dar a esse luxo. Ainda assim, aquela vida lhe bastava. Era muito melhor do que quando, ainda menino, sua vila foi engolida pelas forças das trevas e sua família e todos ao redor foram mortos.

Meu filho… deve estar bem. Em seguida, Ferd pensou no filho que teve com Elrica. O rapaz disse que ia procurar novas aventuras e começou a viajar pelos continentes. Pelo que parecia, estava bem no continente vizinho; as cartas que mandava de vez em quando não traziam nada de errado.

Com o neto também não parece ter mudado nada, mas… ainda não conheci o bisneto. Ferd lamentava não saber nem ao menos como o bisneto era. A criança ainda era pequena demais para suportar uma viagem intercontinental de navio, e o próprio Ferd não estava em condições de arriscar tanto; se continuasse assim, poderia morrer sem jamais ver o rosto dele.

É dever do bisavô dar doces e mesada escondido pro bisneto e depois levar bronca dos pais por não ter pedido permissão. Não é certo que eu ainda não tenha feito isso. Um raciocínio bem de avô passou pela cabeça dele enquanto pensava no filho, no neto e no bisneto.

— Ufa…

Ferd soltou um suspiro inconsciente ao cravar a enxada no chão, mas não havia emoção nem força no gesto; apenas deixou o peso cair.

Eu queria tanto ver todo mundo de novo. Por fim, os rostos dos companheiros que enfrentaram tudo ao seu lado surgiram na mente de Ferd. Para ele, cuja juventude fora destroçada na era do caos, as únicas lembranças luminosas do passado eram os dias vividos com os amigos, entre eles, Elrica.

— Hmm.

Ele golpeou a terra com mais força, mas a cabeça ainda não estava no campo.

— O café está pronto — chamou Elrica.

— Já vou. Olha, querida…

— O que foi, meu amor?

Quando Ferd voltou para casa para o desjejum, fitou Elrica nos olhos antes de continuar:

— Acho que não faria diferença se a gente saísse daqui.

— É verdade. Já se passaram mais de setenta anos, então quase todos da nossa época já devem ter partido, exceto as raças de vida longa.

— Exato.

Elrica adivinhava o que Ferd planejava graças aos longos anos juntos, mas não o pressionou a falar; apenas constatou o fato.

— Então… que tal irmos ver os outros?

— Sim. Sim, é uma ideia maravilhosa. — Elrica sorriu com a proposta repentina de Ferd. Talvez ela também desejasse o mesmo.

— Certo. Nesse caso, vamos mandar cartas para os conhecidos. Eu me sentiria péssimo se alguém viesse nos visitar enquanto estivéssemos fora.

— Faz tempo que não faço isso, mas… devo chamar um familiar?

— Boa ideia.

Decidido o assunto, Ferd escreveu cartas aos poucos conhecidos avisando que ele e Elrica fariam uma viagem, e as enviou por meio de um familiar do tipo pássaro. Como moravam numa região isolada nas montanhas, não tinham vizinhos para avisar.

— Vamos ter que tirar os equipamentos antigos do baú também.

— Isso traz lembranças.

Mãos enrugadas mexeram-se inquietas até alta noite; os dias seguintes foram corridos.

— Pensando bem, passamos muito tempo nesta casa.

— Fizemos algumas reformas no caminho, mas ainda assim já estamos aqui há quase setenta anos.

Algumas semanas depois, Ferd e Elrica terminaram os preparativos. Pararam diante da casinha onde passaram tantos anos e a contemplaram com nostalgia. Não era luxuosa de forma alguma, mas, em troca, estava repleta de memórias; eram apegados a ela.

— Essa roupa sua me faz voltar no tempo.

— Posso dizer o mesmo de você, Ferd.

— Ho ho ho!

— He he he.

Ferd carregava escudo e espada numa bainha totalmente sem enfeites; Elrica vestia uma túnica branca imaculada e segurava um cajado de madeira branca. Os dois se olharam e sorriram.

Ferd, em especial, ficara tão pequeno na velhice que parecia estranho carregando espada e escudo, parecia uma criança tentando lidar com armas de adulto.

— Vamos? — disse Ferd.

— Cuidado para não tropeçar — respondeu Elrica.

— Eu não estou tão frágil assim. Quem tem que tomar cuidado é você.

— Acho que eu também não estou tão acabada.

Os dois desceram a montanha conversando alegremente, como qualquer casal faria. Partiam para a última viagem. Mas, embora jurassem que ainda estavam cheios de saúde, ninguém que olhasse para eles acreditaria nisso.

— O quê? São crianças?

Herman, condutor de uma carruagem-golem cheia de passageiros rumo à cidade seguinte, também não achou que parecessem bem de saúde. De seu posto, viu as costas de dois humanos pequenos que julgou serem crianças e acelerou um pouco a carruagem para alcançá-los.

— Hmm? Dois velhos?

Mas quando chegou perto e virou a cabeça, percebeu que não eram crianças, e sim dois anciãos.

— Vovó, vovô, aconteceu alguma coisa?

Não ouvi falar de colheitas ruins ultimamente. Não acho que os abandonaram para diminuir o número de bocas. Herman chamou o casal assim que os alcançou, mas a cabeça estava cheia de dúvidas.

Estavam no grande reino de Rin. As estradas eram tão bem cuidadas que quase não havia bandidos nem monstros. Ainda assim, era estranho ver dois idosos caminhando tranquilamente pela estrada.

Não era de admirar que Herman logo pensasse que os dois tinham sido expulsos da vila para reduzir bocas.

— Olá. Decidimos visitar conhecidos e amigos uma última vez. Eu e minha esposa acabamos de começar a viagem — explicou Ferd.

— Entendi…

A explicação convenceu Herman – afinal, o velho claramente não tinha muito tempo de vida – mas o condutor não conseguiria dormir tranquilo se os abandonasse ali.

— Vocês morrem se chover. Têm dinheiro? Se não tiverem, tem a espada… ou o cajado da vovó… embora pareça um cajado comum, nada mágico. Podem pagar com a espada, então subam.

Herman pensou que, como os passageiros da carruagem coberta já haviam pago a tarifa correta, ficariam insatisfeitos se deixasse o casal de velhinhos viajar de graça. Por isso, se não tivessem dinheiro, aceitaria até aquela espada barata na bainha claramente surrada. O cajado de Elrica era branco puro e um tanto refinado, mas para Herman parecia apenas um cajado comum, sem muito valor.

— Minha espada tem muitas lembranças. Além do mais, temos dinheiro sim. Olha só.

Ferd deu uma olhada na bainha e tirou várias moedas de prata e cobre do bolso no peito.

— Ah, dá para duas passagens. Subam.

Herman confirmou que o dinheiro cobria a tarifa e apontou para a carruagem com o polegar.

— O que acha, querida?

— Vamos aproveitar e subir — respondeu Elrica.

— Combinado. Obrigado pela carona.

E assim, Ferd e Elrica viraram clientes de Herman.

— Querido, isso deve ser tecnologia mágica de última geração!

— Deve ser mesmo, meu amor.

Os dois se empolgaram ao ver os cavalos de metal, deixando óbvio que eram caipiras do interior.

— Hein? Vovó, vovô, vocês não conhecem carruagem-golem? — perguntou uma criança, inclinando a cabeça.

— Addie! — repreendeu a mãe.

— Não tem problema, não. Eu e minha esposa viemos de longe, lá do fim do mundo. É a primeira vez que vemos algo assim — explicou Ferd com sinceridade, acenando com a mão.

Cavalos-golem eram usados há cerca de quarenta anos. Feitos de cobre e magia, não tinham inteligência nem capacidade de correr de verdade. No entanto, embora não servissem para campos de batalha que exigiam mobilidade, os incansáveis golems eram perfeitos para transportar pessoas e mercadorias pelas estradas mais tranquilas, tornando-se indispensáveis nas grandes rotas. O fato de Ferd e Elrica não saberem disso só podia significar que vinham de um lugar muito, muito remoto. Os dois haviam ficado completamente para trás do fluxo da sociedade e podiam até ser chamados de estrangeiros, num certo sentido.

Uma carruagem para viajantes na estrada principal, hein? Vivemos em bons tempos. Ferd sorriu comparando o passado caótico com o presente pacífico.

Durante a guerra demoníaca que consumiu tudo, se alguém ouvisse falar de uma carruagem voando pela estrada, pensaria que aquelas pessoas tentavam fugir desesperadamente, mesmo com monstros prontos para atacar a carruagem no caminho. Pensando nisso, mesmo que os cavalos-golem fossem novidade para eles, era uma viagem verdadeiramente pacífica dentro da grande carruagem, sem um único rosto assustado. Claro, isso porque o reino de Rin era um país grande e cuidava bem de suas estradas; nas fronteiras, as carruagens precisavam ser mais armadas e cautelosas.

— De qualquer forma, será que o Sazaki ainda está lá? — perguntou Elrica, os pensamentos voltando ao passado assim como os de Ferd, imaginando se encontrariam a pessoa que procuravam no destino.

— Tenho certeza que sim. Só algo muito grave o faria sair daquele lugar — respondeu Ferd, que era grande amigo de Sazaki e tinha convicção.

Os dois seguiam para Lianard, na esperança de encontrar alguém lá. A região era famosa não só pela produção de bebidas alcoólicas, mas por estocar vários tipos diferentes. A pessoa que esperavam encontrar era um homem verdadeiramente perdido chamado Sazaki. Se tivesse que escolher entre só beber água ou só álcool pelo resto da vida, escolheria o álcool sem piscar.

Por sinal, embora Herman não fizesse a menor ideia, ele havia posto os olhos em algo realmente monumental.

Aquela espada humilde havia derrotado uma multidão de monstros: um dragão ancestral, um gigante verdadeiro, um habitante do abismo, um deus mecânico e, por fim, a própria escuridão. E ao lado dela estava o cajado que ajudara aquela espada. Era impossível colocar preço nesses itens; se fossem postos à venda, as nações mais poderosas do mundo e os maiores templos entrariam em guerra para obtê-los. Se ganhassem nomes, seriam a Espada de Ferd, o Herói, e o Cajado de Elrica, a Santa.

Graças à bondade de Herman, o casal conseguiu uma carona até pouco antes dos muros de Lianard. Porém, parecia haver uma fila para entrar, como se os guardas estivessem demorando bastante com a revista.

Ferd esticou a cabeça para ver o que havia à frente.

— Parece que vamos esperar um pouco no portão.

— Nossa vez chega eventualmente — disse Elrica.

— Mm-hmm — concordou Ferd com um aceno.

Um casal de noventa anos não se irritaria com esse nível de inconveniência; ficaram parados como pedras ou árvores. Se não estivessem de pé, poderiam ser confundidos com mortos.

Algum tempo depois, finalmente chegou a vez deles, mas o guarda ficou confuso ao ver dois idosos sozinhos se aproximarem quando chamou.

— Próximos. Hmm? Vovó, vovô, cadê os acompanhantes de vocês? Quantos são?

— Somos só eu e minha esposa.

— Achamos que gostaríamos de ver o rosto de um velho amigo antes que nossa hora chegasse. Viemos de carruagem — explicou Ferd.

— Entendi.

As palavras de Ferd funcionaram como mágica. A maioria das pessoas entenderia se um velho dissesse que vinha ver um amigo porque seu fim estava próximo.

— Podem passar.

— Muito obrigado.

Para o guarda, Ferd e Elrica pareciam apenas um casal de idosos, então duvidou que houvesse problemas e simplesmente os deixou entrar.

— As coisas mudaram bastante aqui, querido. Ou melhor, na verdade voltaram ao normal — disse Elrica.

— Mudaram mesmo, querida — respondeu Ferd.

Ao pisar em Lianard, Ferd e Elrica ficaram boquiabertos com o estado da cidade. Outrora famosa pelas destilarias, quando a guerra chegou a cidade se transformou numa instalação de produção militar, fabricando remédios e suprimentos alquímicos. Naquela época, Lianard estava cheia de figuras suspeitas e artesãos inquietos de cara fechada.

— É verdade que chegou licor sem lua?

— Me dá o barril inteiro!

— Traz a bebida logo!

Agora a cidade era exatamente como antes da guerra. O lugar fervilhava, com gritos de mercadores e artesãos de bebidas ecoando por todo lado, e o comércio prosperava. Ferd e Elrica só conheciam a atmosfera brutal de Lianard durante a guerra, e também como ela estava quando começava a voltar à produção de álcool logo após o conflito.

Por isso, ficaram realmente surpresos com a enorme diferença entre agora e antigamente. Mas, não importa como se olhasse, eles eram apenas um casal de velhos do interior que viera pedir ajuda aos filhos, dois caipiras completos visitando uma cidade grande.

Acho que assim também é bom. Não entendo nada dos tais méritos do álcool, mas é bem melhor do que fabricarem drogas que trocam parte da sua vida por força temporária. Ferd lembrou-se de um tipo de droga poderosa que produziam em Lianard. Observou a cidade enquanto seguia cambaleante.

Durante a grande guerra, que foi um constante vai e vem, quem perdia a família para o exército demoníaco muitas vezes buscava formas de se fortalecer rápido para vingar-se. Em resposta, um grupo de alquimistas excêntricos criou uma droga de aprimoramento que foi fabricada por um tempo, mas os efeitos colaterais eram graves demais, então os próprios alquimistas a selaram.

Mas isso também era coisa do passado. Hoje em dia, Lianard só se afogava em bebida, não em ódio e obsessão furiosa.

— Agora, onde ele pode estar? — Ferd coçou o queixo, pensando onde estaria Sazaki.

— Deixa comigo. Com licença, senhor. O senhor viu um velhinho deitado no chão com uma bebida na mão? — Elrica chamou um homem que passava.

— Ah, vocês conhecem aquele velho bêbado? Ele está estirado naquele beco ali.

A frase escandalosa de Elrica fez Ferd levar instintivamente a mão do queixo à boca. Era porque achou a descrição da esposa sobre Sazaki um pouco exagerada? Ou porque estava prestes a gargalhar, já que o homem realmente entendeu de quem ela falava?

— Bêbado como sempre, pelo visto.

— O de sempre, né.

Tal como imaginavam, quando Ferd e Elrica chegaram ao beco, viram-se olhando de cima, não metaforicamente, mas literalmente para o chão.

Hic. Bebi tanto que comecei a ter alucinações? Juro que ouvi a voz da Elrica e talvez daquele idiota do Ferd junto.

Um velho da mesma idade de Ferd e Elrica estava esparramado no beco, claramente bêbado, com garrafas de bebida em ambas as mãos. Cabelo branco longo amarrado num coque, cheiro de álcool saindo não só das roupas gastas e surradas, mas da própria pele, parecia qualquer mendigo. No entanto, a arma na cintura era bem incomum. Era uma arma especial chamada katana, vinda dos países do leste, e não era algo que um mendigo deveria carregar.

Ferd se aproximou do mendigo e gritou no ouvido dele:

— Se eu sou idiota, você é um idiota bêbado!

— Argh! Ferd?!

O homem – que, diferente de Ferd, conservara boa parte da altura – levou um susto com o grito e levantou-se em um salto, como se tivessem jogado água fria.

— Eu também vim.

— Elrica também?! Vocês desceram da montanha?!

O mendigo sorriu, o rosto tão enrugado quanto o do casal.

— Você não mudou nada mesmo — disse Ferd com uma expressão estranha, mistura de exasperação e nostalgia. — Bom, tanto faz. Quanto tempo, Sazaki.

O mendigo que Ferd encarava era exatamente a pessoa que vieram procurar. Um velho chamado Sazaki, também conhecido como…

 


 

Tradução: Rlc

Revisão: Pride

 

💖 Agradecimentos 💖

Agradecemos a todos que leram diretamente aqui no site da Tsun e em especial nossos apoiadores:

 

  • decio
  • Ulquiorra
  • Merovíngio
  • S_Eaker
  • Foxxdie
  • AbemiltonFH
  • breno_8
  • Chaveco
  • comodoro snow
  • Dix
  • Dryon
  • GGGG
  • Guivi
  • InuYasha
  • Jaime
  • Karaboz Nolm
  • Leo Correia
  • Lighizin
  • MackTron
  • MaltataxD
  • Marcelo Melo
  • Mickail
  • Ogami Rei
  • Osted
  • pablosilva7952
  • sopa
  • Tio Sonado
  • Wheyy
  • WilliamRocha
  • juanblnk
  • kasuma4915
  • mattjorgeto
  • MegaHex
  • Nathan
  • Ruiz
  • Tiago Tropico

 

📃 Outras Informações 📃

Apoie a scan para que ela continue lançando conteúdo, comente, divulgue, acesse e leia as obras diretamente em nosso site.

Acessem nosso Discord, receberemos vocês de braços abertos.

Que tal conhecer um pouco mais da staff da Tsun? Clique aqui e tenha acesso às informações da equipe!

 

 

Tags: read novel Um Último Hurra! Os Heróis Grisalhos Exploram um Futuro Vívido – Vol. 01 – Cap. 01 – Uma Nova Partida, novel Um Último Hurra! Os Heróis Grisalhos Exploram um Futuro Vívido – Vol. 01 – Cap. 01 – Uma Nova Partida, read Um Último Hurra! Os Heróis Grisalhos Exploram um Futuro Vívido – Vol. 01 – Cap. 01 – Uma Nova Partida online, Um Último Hurra! Os Heróis Grisalhos Exploram um Futuro Vívido – Vol. 01 – Cap. 01 – Uma Nova Partida chapter, Um Último Hurra! Os Heróis Grisalhos Exploram um Futuro Vívido – Vol. 01 – Cap. 01 – Uma Nova Partida high quality, Um Último Hurra! Os Heróis Grisalhos Exploram um Futuro Vívido – Vol. 01 – Cap. 01 – Uma Nova Partida light novel, ,

Comentários

0 0 votos
Article Rating
Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Mais antigo
Mais recente Mais votado
Inline Feedbacks
View all comments
Vol. 01 – Cap. 01