Ele não pertencia à Facção Justa em primeiro lugar.

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— Você não pode dobrar o ferro aí. Não, não, não tente colocá-lo de volta com sua aura. Qual é o seu problema? — perguntou o ferreiro Sylvan.
O Viper continuou balançando seu martelo sem oferecer uma resposta.
— Se você está usando aura para forjar, então isso é apenas um hobby para você, não trabalho. Você está só brincando com esse ferro. Veio aqui para brincar?
Clang!
Viper inspirou profundamente, seu rosto iluminado pelo fogo da fornalha. O suor escorria por suas bochechas e caía no ferro quente com um chiado.
— Eu perguntei, você veio aqui para brincar?
Clang!
Viper não era talhado para a forja. Nenhum milagre emocionante que o fizesse se acostumar instantaneamente ao ritmo certo de martelar ocorreu. Seus braços – não, todo o seu corpo – tremiam enquanto ele liberava todas as emoções reprimidas de dentro de si.
— Uau. Porra.
Clang!
— Isso é difícil! — resmungou o Viper.
Nenhum milagre aconteceu.
— Vou morrer! Porra, por que caralhos isso é tão difícil?
— Você não vai morrer de verdade. Não se preocupe. Parece que ainda tem um longo caminho antes de morrer. Quando você está realmente à beira da morte, a pele sob seus olhos começa a ceder. Senhor… não, vou te chamar só de Senhor. Tudo bem? De qualquer forma, você está mais vivo do que nunca.
— Isso é exaustivo!
O ferreiro deu de ombros.
— O trabalho é para ser assim.
Clang!
— Só seja humilde. “Ah, isso é difícil pra caralho, mas não é o trabalho mais difícil que existe.”
Viper franziu a testa.
— Isso não consola muito.
— Então o que você quer? Acha que existe algum feitiço mágico que vai te trazer conforto, tornar o martelar mais fácil e renovar sua felicidade todos os dias? Consolação não é realmente reconfortante por natureza. É só que fica mais desafiador sem consolações, então é quando as distribuímos.
— P-porra, é difícil… — murmurou o Viper, sua voz trêmula.
Clang!
— Ah…
Clang!
O céu engrossava enquanto os clangs ecoavam pelas nuvens, sua cor mudando de um azul brilhante do meio-dia para um vermelho profundo do entardecer. Os comerciantes começaram a desembalar seus estoques noturnos, adicionando aos clangs metálicos uma mistura de outros ruídos.
Viper estava ofegante.
— Huff, huff! Haaaaaah… Huh, haa…
— Ok, vamos comer.
O ferreiro Sylvan estava com seu terno limpo e arrumado, parecendo recém-cuidado. O Viper não tinha ideia de quando o ferreiro havia se lavado. Parecia que seu sangue Sylvan era forte. Eles estavam apenas saindo para comer algo, mas o ferreiro ainda se vestiu com estilo.
Viper enxugou o suor e seguiu o ferreiro. Em um lado da rua antiga, um grupo de dançarinos se apresentava. Embora poucas pessoas estivessem assistindo, elas pareciam entretidas com o show.
— Nossa, senhor! Olhe ali! Acho que aquela loja contratou uma trupe Fogo da Caverna para promoção! Isso é bem caro. Eles estão se esforçando ao máximo para equilibrar os negócios.
— Ahh… É como contratar um cantor?
— Vamos dar uma olhada! É de graça! — gritou o ferreiro.
Parecia que tanto a Condessa quanto os Sylvans gostavam de coisas grátis. Com isso em mente, o Viper sorriu enquanto arrastava seu corpo exausto em direção à apresentação.
— Ug, ah! Ug, ah!
— Gooooru, kug.
Os performers no palco pareciam pertencer a uma pequena trupe Fogo da Caverna em dificuldades, composta apenas por atores muito jovens ou idosos. Suas danças eram menos sobre poder e mais sobre se moverem em sincronia, compartilhando canções de amor simples em vez de contos sobre os horrores da guerra. A música suave fluía ao pôr do sol através da aura dos atores.
Viper cruzou os braços enquanto ocupava um lugar na primeira fila. O pôr do sol ardia em um tom particularmente brilhante de vermelho, como se infundido com o sangue dos trabalhadores que labutaram o dia todo. Os telhados, pilares, estradas de terra e pisos de pedra — cada fenda deles absorvia o pôr do sol, transformando as ruas em um tom carmesim.
— Ug, ug, ug, gorrrrr.
— Tu, tu, bruuuuu, tu, tu.
Isso era… isso também era muito bom. Era estranho. O Viper já havia testemunhado grandes peças Fogo da Caverna várias vezes. Os guerreiros do Conselho da Água de Fogo se apresentavam em perfeita sincronização. Seus movimentos eram desesperados, porém solenes, tanto comoventes quanto tristes. Houve momentos em que ele até derramou lágrimas.
Mas por quê? A serpente em seu coração balançava a língua apesar de ter ficado em silêncio em peças Fogo da Caverna tão majestosas antes.
— Oh, eles estão dançando — murmurou o ferreiro.
Viper olhou ao redor. Era verdade. Os outros na audiência estavam movendo os ombros com entusiasmo ou segurando as mãos de seus parceiros, instando-os a dançar.
— Cerveja Vermelha à disposição! Você não vai conseguir um preço assim em nenhum outro lugar!
Um balconista Sylvan saiu da loja para vender Cerveja Vermelha, um vinho de grãos tradicional de Goru semelhante a cerveja. — Tenho garrafas de Cerveja Vermelha que foram mantidas geladas no gelo até agora! Ah, obrigado! Obrigado!
Os balconistas navegavam pelos clientes como enguias em um riacho. Ao olhar mais de perto, parecia que a loja oferecia principalmente lanches simples e Cerveja Vermelha. À medida que os sons de compra e venda de Cerveja Vermelha se misturavam, a música dos atores se intensificava.
O ferreiro levantou as mãos, pulando para cima e para baixo. — Eu também! Aqui! Dois copos de Cerveja Vermelha, por favor!
— Sim! Aqui estão dois copos! Aproveitem!
— Hehehe. — O ferreiro sorriu e entregou um copo de vinho vermelho ao Viper. — Essa é a beleza de um dia de trabalho árduo. Considere-se sortudo, Senhor. Você até consegue experimentar uma peça Fogo da Caverna de graça. Beba. Seu trabalho hoje foi mais ou menos, mas estou investindo no seu futuro. Ninguém se destaca em algo desde o começo, né?
Sentindo um redemoinho de emoções em seu coração, o Viper bebeu a Cerveja Vermelha. O vinho descendo por sua garganta era… refrescante. A cada gole, o aroma revigorante do trigo subia de sua garganta e o aroma fresco e picante fazia suas narinas se abrirem.
— Whoa! Whoa! — exclamou o Viper.
— Como é? Não é ótimo? Venho a este bar frequentemente, e a Cerveja Vermelha deles é simplesmente incrível. Há muitas lojas de Cerveja Vermelha boas em Goru, mas acho que esta é a melhor em termos de custo-benefício. Nossa, Senhor! Você entende de licor, não é?
— Ei, uh, outra rodada de cerveja!
— Cerveja? Por que você tá pedindo cerveja de repente? Se quer cerveja, precisa ir pra outro lugar. De qualquer forma, Sr. Balconista! Outro copo de vinho vermelho aqui, por favor!
O mundo se transformou em cores vibrantes. O céu do pôr do sol parecia uma pintura de paisagem com uma paleta de tons vermelhos, enquanto os convidados conversando, bebendo e dançando sob ele pareciam anjos. Os sons de música e dança ecoavam ao redor das paredes do coração do Viper, fazendo-o sentir um formigamento por todo o corpo.
Viper murmurou:
— O quê? Eu gosto de álcool, mas… não tanto assim… Sério, o que tá acontecendo?
— O quê?
— Não sei o que tô dizendo.
— Oh, você está bêbado. Pensei que você fosse bom de copo quando terminou o primeiro copo. Meu Deus, dois copos de Cerveja Vermelha já te derrubaram? Vamos lá, acorde, Senhor. Talvez você esteja exausto do trabalho. Normalmente, se alguém teve um dia difícil, as bebidas batem mais forte.
— Não tô derrubado… Eu só gosto…
A música tocava, e o coração do Viper acelerava. Ele se levantou do assento.
— Hmm.
Não, talvez isso não estivesse bem certo. Foi seu coração que se agitou primeiro. Seus membros seguiram para que ele pudesse se levantar, pelo coração que não conseguia se erguer sozinho. Sua mente e seu espírito foram os últimos a acompanhar.
— Hahaha.
— Meu Deus, você me assustou! Senhor, o que você… Ah, quer dançar?
Viper sorriu radiantemente.
— Sim!
Ele não tinha certeza de quando havia rido tão livremente assim desde o início de seu treinamento em reclusão. O ferreiro Sylvan riu e pegou habilmente a mão que o Viper estendeu. O Viper teve que se abaixar devido à diferença de altura entre um Skian e um Sylvan, mas seu rosto ainda irradiava alegria.
— É minha primeira vez dançando com um Skian…
— Essa música é fantástica! Whoaaaaa! — comemorou o Viper.
— Bem, acho que não importa.
O Viper guiava seu parceiro enquanto cantarolava. Seu ânimo se elevava ocasionalmente ainda mais, então ele elogiava a trupe Fogo da Caverna sempre que isso acontecia. Logo, a trupe ficou mais energizada e começou a bater os pés com mais força. A cada pisada, sua aura acompanhava o ritmo, e a música ressoava junto com as cordas de aura.
— Whee!
— Ótima dança e música!
As outras pessoas na audiência se juntaram. Independentemente de conseguirem usar aura ou não, eles terminavam suas bebidas e batiam os pés juntos. Até as crianças batiam palmas felizes.
O aplauso rítmico e os pisões ao som da música da trupe Fogo da Caverna gradualmente ressoavam da frente da loja até a rua, até a interseção.
— Cerveja Vermelha em estoque! É realmente refrescante!
— Yeeeaaaah!
— Gosto dos pisões dos atores! O ritmo é viciante!
Fumaça subia das chaminés por toda a cidade, sinalizando para as pessoas voltarem para casa da zona de guerra conhecida como seu local de trabalho. Quando os trabalhadores avistavam a fumaça subindo, eles se dirigiam para suas casas. Todas as ruas fervilhavam com pessoas em uma, duas, três, quatro, cinco fileiras. Os bares precários nas periferias e as pequenas trupes vendiam bebidas para clientes que não tinham roupas estilosas. Eles tocavam música e se divertiam enquanto dançavam.
— Hahahahaha!
Era meio como um clube ao ar livre. Não eram necessários ingressos caros; apenas um copo de Cerveja Vermelha da loja próxima era suficiente. Com isso, podia-se assistir à apresentação dessas trupes antigas. Também não era necessário usar roupas formais. Alguns clientes ainda estavam com suas roupas de trabalho, enquanto outros vestiam um casaco para dar um toque de estilo. Alguns até apareciam sem camisa, como se ainda estivessem no trabalho.
Vários novos clientes se reuniram, cada um com um copo na mão enquanto cantarolavam e dançavam.
— Ah… — O Viper segurou firme a mão do ferreiro, que era do tamanho de uma pata de coelho, enquanto olhava ao redor para absorver a paisagem de todos os ângulos. — É lindo.
— O quê? A música?
— Música? Não, não a música… As pessoas estão bebendo, rindo, cantando juntas e se divertindo…
— Uau… você tá realmente bêbado, Senhor. Não consigo mais te acompanhar.
— Lindo. Como o mundo pode ser tão lindo?
O Viper estava derramando lágrimas. Não era só ele. A serpente em seu coração estava chorando sangue. Lágrimas fluíam de seu coração através de suas veias, alcançando suas panturrilhas cansadas, joelhos, costas, ombros, antebraços, palmas e olhos.
O Viper guiava seu parceiro com a mão. — Porque o trabalho é difícil e parece que vamos morrer, todo mundo quer morrer.
Lágrimas fluíam de seu coração e se acumulavam em seus olhos, mas seu sorriso não podia ser mais brilhante.
A área em frente à loja havia se transformado em uma pequena praça própria. Espectadores bêbados cercavam as trupes Fogo da Caverna.
— Mais uma Cerveja Vermelha aqui!
— Sim, já vai!
Todas aquelas vozes soavam com alegria, parecendo música em vez de mero barulho.
— É por isso que bebemos. Para viver e encontrar alegria. Bebemos e dançamos para nos energizar. Quando a música recomeça, dançamos novamente.
O Viper pegou o pequeno Sylvan e o girou no ar.
— Oooooh! — exclamaram os espectadores próximos, mas o Viper e o Sylvan em seus braços estavam alheios a eles.
O Viper continuou: — Mais uma vez, dançamos, trabalhamos e sentimos como se fôssemos morrer. Então dançamos e nos divertimos novamente. É lindo. Outro dia chega e trabalhamos novamente e sentimos que vamos morrer. Então outro dia. Trabalhamos dia após dia, sentindo que queremos morrer, mas a vida se torna divertida novamente.
Clang!
— Ah, acho que agora entendi — cantarolou o Viper. — As pessoas trabalham com tudo o que têm, então, claro, isso nos faz sentir que queremos morrer. Queremos morrer, então encontramos diversão suficiente para não morrermos de verdade. Sim, não temos escolha a não ser dançar.
Clang!
— Cantamos por exaustão, bebemos para esquecer o quão cansados estamos, comemos juntos porque estamos fatigados. Dançamos porque sentimos que vamos morrer. Sim, não existe música sem propósito. A música existe para aqueles que trabalham tão duro que querem escapar de suas vidas normais. Só para esses, a música existe por si só. Não significa nada para aqueles que vivem sem um dia que desejam esquecer.
— Você tá falando bobagem… Senhor, sua personalidade muda quando você bebe? — perguntou o ferreiro, com um tom azedo.
— Ah.
Clang!
O Viper respondeu: — Estou feliz. Martelar foi difícil pra caralho, e sim, amanhã também será um desafio danado. Mas, Ferreiro, você não está feliz agora? A vida é um pouco agradável no momento, não é?
O Viper não pertencia à Facção Justa em primeiro lugar. O Sylvan não nasceu para ser ferreiro.
— Sim, claro que sim. É por isso que amo mais os momentos em que não estou trabalhando — respondeu o ferreiro.
Muitas pessoas nunca pertenceram verdadeiramente a lugar algum em primeiro lugar. As lojas decadentes, a Cerveja Vermelha gelada, os balconistas correndo de um lado para o outro, as pessoas cujos colarinhos estavam manchados de fadiga — todas as ruas e interseções estavam inundadas de pessoas exauridas pelo trabalho.
Este momento era sua breve indulgência: uma bebida, um lanche saboroso, uma conversa com um amigo. Para de alguma forma afastar a sensação de desejar a morte, uma sensação que espreitava dentro deles hoje, as pessoas esculpiam e retiravam o máximo possível desse cansaço interminável antes de retornar ao trabalho no dia seguinte. Era por isso que dançavam.
— Todo mundo está vivo. A vida é tão difícil que faz você querer morrer, mas quando você passa por um momento estressante, tem uma breve oportunidade para recuperar o fôlego.
O Viper desejava proteger esse momento. Sua retidão era sobre chamar a felicidade das pessoas comuns de bela e dizer àqueles que tiveram um longo dia de trabalho árduo para descansarem. Era a alegria de beber vinho, dançar e cantar, especialmente para aqueles que vieram relaxar após o trabalho.
— Ferreiro — soltou o Viper.
— Sim?
O Viper deu um tapinha gentil no ombro do ferreiro, cambaleando para longe da mini praça cheia de música e dança. — Viva uma vida longa. Cuidado com acidentes. Você, eu, todos nós… Vamos viver vidas longas.
Enquanto saía da praça, a sombra Skian do Viper lentamente envolveu a de todos os outros. O ferreiro Sylvan ficou para trás, observando o Viper desaparecer no pôr do sol.
O Viper começou a correr. — Sim, eu usei roupas chiques para aproveitar silenciosamente a música das peças Fogo da Caverna, então não é de se admirar que eu não sentisse nada, mesmo que fossem peças excelentes.
Ele continuava correndo. Ao liberar a aura que esteve selada por meio dia, seu sangue corria pelas veias, e sua visão se aguçava. Ele saltou rapidamente do chão e aterrissou em um telhado. Enquanto deslizava de telhado em telhado, os transeuntes na rua apontavam para ele, exclamando, mas antes que seus dedos pudessem acompanhá-lo, o Viper saltava novamente e desaparecia em outro telhado.
O Viper respirava pesadamente. — A vida é pra ser tão difícil que sinto que vou morrer. Só então posso ouvir a música e começar a dançar, para esquecer e suportar. Não é para buscar felicidade. Estamos tentando estar felizes para podermos sobreviver. Para sobreviver…
Clang!
— Fazemos isso para sobreviver.
Em algum momento, cada vez que o Viper dava um passo, a aura vibrava ao seu redor, mesmo quando ele liberava sua aura no ar, um clang metálico começava a ressoar.
Clang!
Já haviam se passado quatrocentos e dez dias desde que ele deixou a caverna. O Viper visitou uma fazenda da família Shellmount como convidado e viveu com eles por dois anos, trabalhando arduamente nos campos ao lado deles. Um dia, seu arado quebrou enquanto cavava a terra endurecida.
Clang!
No Dia 1.503, o Viper trabalhou em um banco Sylvan. Como mantinha sua identidade em segredo, seu superior frequentemente batia na parte de trás de sua cabeça, sem saber que o Viper era o deus dos Skians.
Clang!
No Dia 2.874, o Viper entrou em uma mina administrada pelos Skians e balançava uma picareta. A indústria de mineração havia melhorado significativamente em comparação com quando os Shellmounts usavam escravos. Mesmo assim, ainda era uma linha de trabalho muito difícil. O Viper usava uma toalha molhada para esfriar o rosto e bebia água para se hidratar, embora ainda balançasse a picareta com dificuldade.
Clang!
Dia 7.021.
Clang!
Dia 14.059.
Clang!
Dia 19.856.
Clang!
Dia 22.400. Ele não pertencia à Facção Justa em primeiro lugar.
— Hmm.
Embora estivesse solitário, sua habilidade não correspondia à de um espadachim solitário e imbatível.
— É isso?
Desde o início, o papel de protagonista não combinava com ele.
— Phew.
De pé no topo da montanha, o Viper inspirou profundamente. As sensações de seus braços, ombros, costas, cintura, coxas, panturrilhas e até as solas de seus pés… o mundo que ele inalava se transformava em sangue que circulava por todo o seu corpo antes que ele exalasse lentamente.
Na distância, ele podia ver um monstro tartaruga colossal emergindo das profundezas do mar e se aproximando da terra. O monstro parecia formidável, como se pretendesse obliterar o mundo. No entanto, o Viper apenas olhou para a criatura, seu foco apenas nas pessoas deste mundo.
— Vamos lá, Kim Gong-Ja.
Finalmente, ele abandonou sua casca Skian após usá-la por tanto tempo. Após tanto tempo, ele finalmente balançou seus próprios braços. Mais importante, ele falou com uma voz que vinha de seu próprio coração enquanto socava o ar.
— Aqui está a Facção Justa.
Clang!
— Lutar é nosso trabalho.
Clang!
— O trabalho é para ser difícil e desafiador.
Clang!
— Lutar contra você é excepcionalmente difícil pra caralho. Sinto que vou morrer de excesso de trabalho.
Clang!
— Depois que terminarmos este trabalho…
Clang!
— …vamos para algum lugar com boa música e tomar uns drinks!
O Viper riu.
Os Cinco Clãs Prestigiosos estavam enterrados na neve, e as Nove Seitas e a Gangue dos Mendigos haviam desaparecido na tempestade de neve. Nem mesmo o líder da Aliança Murim podia lutar mais. Agora, o Céu Demoníaco havia transcendido os limites do mundo e estava onde as pessoas entoavam a oração do desejo.
Agora, o último homem que restava no Caminho Justo do campo de neve, o Mestre da Seita ODP, se levantou com um sorriso no rosto.
Tradução: Rlc
Revisão: Pride
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