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O Caçador Imortal de Classe SSS – Vol. 11 – Cap. 267 – A Reunião Familiar (4)

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— Mãe? — perguntou um Fingill à Paladina.

Ela olhava para o vazio, então os Fingills seguiram seu olhar. Suas mãos palmadas descansavam nas rochas enquanto suas nadadeiras chapinhavam na água.

— Mãe, por que você está interessada em onde estão os Sylvans?

Um sorriso amargo pairava nos cantos da boca da Paladina.

 — Ridículo. Eu disse a ela para falar como uma mãe fala com seus filhos, mas ela realmente não consegue se controlar.

Os Fingills ficaram ansiosos.

— Sabemos muito sobre você, Mãe, mas não muito sobre ela. Ela é uma boa pessoa?

— Ela é triste, mas transparente — respondeu a Paladina simplesmente.

Ela se perdeu em pensamentos, como se estivesse relembrando seu passado. Não demorou muito para que ela pegasse o capacete que havia deixado na rocha.

Clink.

Sem dizer uma palavra, ela colocou o capacete de volta. Usá-lo filtrava o barulho do mundo. As cores vibrantes do mundo também ficavam mais pálidas. Sua visão era filtrada e estreita, suficiente para que ela pensasse apenas no que precisava fazer.

A Paladina se levantou e olhou ao redor. No rio onde o dragão havia afundado, os Fingills balançavam lentamente suas caudas na água. Todos olhavam para sua mãe.

— Fingills, por ser inexperiente, cometi muitos erros. Obrigada por me confortarem e não me culparem pelos meus erros. Vou guardar as histórias que vocês me contaram esta noite. Ver vocês cruzando as águas escuras permanecerá no meu coração para sempre.

— Você está indo embora, Mãe?

A Paladina assentiu. 

— Vou aparecer de vez em quando, mas tenho muito trabalho a fazer. Não tenho escolha.

O silêncio caiu. Os rios e mares onde os Fingills nadavam sempre ondulavam com ripples. As sereias desenvolveram o hábito de se abraçar apertadamente e sussurrar nos ouvidos umas das outras. Como em muitas outras ocasiões, elas seguraram gentilmente os ombros de seus semelhantes. Seus sussurros se espalharam até alcançar todos.

Depois que terminaram de sussurrar, um Fingill falou em nome de sua espécie.

— Mãe, não nos levará com você? Você disse que há um lugar chamado Torre, e que logo poderíamos vê-la. Se essa é a sua casa, não seria bom se fossemos com você? Amamos a água, mas amamos um pouco mais a terra, mesmo que não possamos nadar lá. Se a Torre é a terra que você chama de casa, nós a amaremos ainda mais. Por favor, nos leve com você.

A Paladina acariciou o cabo de sua espada. 

— Há muitas pessoas vis na Torre. Não quero que elas machuquem vocês.

— Quão vis são elas?

— Elas vão chamar vocês de peixes só porque têm nadadeiras. Não porque acham que é uma piada engraçada, mas porque querem fazer vocês se sentirem mal. Há tantas, tantas pessoas que vivem como se nada mais importasse, desde que possam ferir os sentimentos dos outros. Então…

Os Fingills se entreolharam antes de se voltarem para a Paladina. 

— Mãe, há muitas pessoas assim aqui também.

— Há muitas delas entre nós.

— Pessoas fracas.

— Pessoas doentes.

— Muitas pessoas intimidam os outros porque estão sofrendo.

— Essas pessoas sempre existirão, não importa o quê.

— Não só elas.

— Já há pessoas entre nós que pensam assim.

— Então, isso não pode ser o motivo para não vermos o seu mundo, Mãe.

A Paladina hesitou. 

— Eu…

Alguém segurou seu ombro. 

— Só um momento.

A mão era gentil e atenciosa, mas cheia de determinação. A Paladina conhecia apenas uma pessoa que seguraria seu ombro assim.

[O Rei da Morte desceu.]

 

Separador Tsun

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— Você não precisa ter tanto medo, Sênior.

A Paladina virou a cabeça e olhou para mim. 

— Rei da Morte, você diz que estou com medo? Como assim?

Eu não respondi. Presumi que ela estava com medo de que os Fingills ficassem desapontados ao descobrirem que sua deusa era apenas uma pessoa comum.

Alegremente, perguntei: 

— Que tal algo assim?

— Algo como o quê?

— Em vez de convidar os Fingills para nossa Torre imediatamente, nós os enviamos para estudar no exterior, no Império Aegim. Lá também tem sereias.

A Paladina abriu os olhos arregalados. Eu assenti.

Era compreensível que ela não tivesse pensado nisso. A Paladina não estava lá comigo na época.

Naquele tempo, eu estava como um herói, acolhendo Preta. No entanto, o Império Aegim não sabia disso. Eles formaram um exército de aliança multiespécies para perseguir a bruxa. Entre as tropas, havia um mago lagarto.

“Acredito que a questão em mãos é, em última análise, simples.”

“Só precisamos verificar três fatos: o jovem é realmente o mensageiro do Grande Primeiro Imperador, e a mulher é realmente a bruxa? Se ambas as afirmações forem verdadeiras, tudo o que resta é determinar se ele realmente conseguiu controlá-la.”

“Esta é a Joia da Alma concedida pela Rainha Sereia.”

“Usando a joia e uma gota de sangue, podemos dizer que tipo de alma ele carrega. A joia brilhará em branco brilhante se sua alma for bondosa, mas preta se for má.”

É claro que eu havia derramado meu sangue na joia sem hesitação.

H-huh?”

“Quantas vidas ele salvou para que seja tão branco…! Isso é… Isso é…! Ahhh…! Ele é luz…!”

Esse foi o momento em que ganhei o nome de Luz Brilhante.

— As sereias que vivem no décimo quinto andar me amam. Elas realmente pensam que sou um arauto divino. Bem, a deusa lá é a Deusa da Proteção, e eu tenho a Brilhinho pendurada na minha cintura. Acho que não é exatamente errado me chamar assim, mas…

A espada na minha cintura tremeu. Parecia um protesto exigindo minha atenção. Mas eu tinha muito a fazer – encontrar a Mestra da Torre, criar meus filhos, mediar entre meus colegas ou brincar com o Guardião.

Brilhinho, aguente um pouco mais. Algum dia, você terá um spin-off – seu diário de viagem gastronômica como o Diário de Jantar da Deusa Cintilante no Primeiro Andar da Torre.

De qualquer forma…

— O ponto é que tem sereias em outro mundo que são muito amigáveis comigo. Não seria uma boa ideia os Fingills estudarem no exterior? Será como um tutorial.

A Paladina olhou nos meus olhos. 

— Você pode organizar isso para nós?

— Claro, conexões existem para momentos como este.

A expressão da Paladina mudou. 

— Rei da Mor… Gong-Ja…

Como ela não era exatamente uma pessoa expressiva, era difícil até para mim decifrar seus sentimentos internos normalmente, mas a emoção em seu rosto era tão clara desta vez.

— Você tem minha gratidão. — Ela concluiu.

Eu acenei com as mãos. 

— Não, não, não é nada. Estou apenas fazendo o que é certo.

— Gong-Ja – não, Brilhante-Ja, você é verdadeiramente gentil.

Hahaha… Acho que sou um pouco. De qualquer forma…

— Você é gentil e bonito. Dizem que a vida de uma pessoa se reflete em seu rosto. Acho que é daí que vem o ditado.

— Bem, sou um pouco bonito, então você não precisa se incomodar…

— Até sua voz é bonita. Você poderia ser um cantor. É daí que vem o termo “cantor nato”? Cantar-Ja.

— Cantar-Ja? Hum… Sênior?

— Você é gentil, bonito e bom em cantar, então acho que você seria isento do serviço militar. A Coreia ainda tem serviço militar obrigatório, certo? Você fez o seu?

— Não, o serviço militar obrigatório foi abolido quando eu era jovem1Na verdade, ainda é obrigatório.. Agora é um sistema de voluntariado. E celebridades evitarem o serviço militar é uma história muito, muito antiga2 Não, eles não podem. Celebridades não estão isentas do serviço militar.. Acima de tudo, sou um Alto Ranker, então, mesmo que ainda fosse obrigatório, há uma grande chance de que eu tivesse sido isento por ajudar com o prestígio nacional ou algo assim…

— Isso deve ser verdade. Você é um homem de mérito nacional.

— Sim, como um homem de mérito nacional… Sênior! Você está me provocando agora, não é? Assim como quando trabalhamos juntos naquelas peças Fogo da Caverna!

A Paladina fingiu inocência. 

— Não sei do que você está falando.

Suspirei. A Paladina sorriu para mim e segurou meu ombro, me puxando para perto. Naturalmente, me deixei levar pela sua órbita. Ela passou o braço em volta do meu pescoço e me mostrou os Fingills.

— Seu nome é Rei da Morte. É o deus dos Terras e um alto Ranker da minha Torre. Como podem ver, ele é meu júnior e também meu amigo.

— Rei da Morte!

— Deus dos Terras!

— Júnior da Mãe!

— Amigo da Mãe!

— Homem de mérito nacional!

Droga, minhas bochechas estão queimando…

A Paladina me soltou com um sorriso suave nos lábios. 

— Então, Rei da Morte. Obrigada pela sua excelente oferta. Hmm. Vou manter sua oferta em mente e elaborar um plano.

E a Paladina rapidamente elaborou uma proposta. Alguns Fingills seriam selecionados e enviados para a Queda das Sereias do Império Aegim para estudar possíveis problemas ou conflitos e encontrar soluções. Com o tempo, ela enviaria mais sereias. Eventualmente, os Fingills seriam convidados para Babilônia, a cidade do primeiro andar da Torre.

A Paladina riu. Os Fingills pareceram convencidos por essa proposta e decidiram segui-la sem objeções.

— Como seria uma sereia de outro mundo?

— Elas não vivem no mar, mas em um lago gigantesco.

— Existem lagos tão grandes assim?

Eles agiam como crianças prestes a embarcar em uma excursão escolar.

— A vida é realmente imprevisível — murmurou a Paladina.

— O quê?

— Mesmo não sendo uma mãe de verdade, realmente sinto como se estivesse criando essas crianças. Eu me reconciliei com a Mestra do Dragão Negro e os outros líderes de guilda… — A Paladina sorriu para mim, mas seu olhar estava além de mim. — Depois de tudo isso…

Seu olhar ficou distante. Talvez ela estivesse relembrando o passado, então mantive minha boca fechada. Antes de chegar ao décimo quinto andar da Torre, onde ficava o lago das sereias, quando subi pela primeira vez ao décimo terceiro andar da Torre, havia um traidor nos dividindo.

Eu tinha uma suposição sobre quem era o traidor, mas, em vez de revelar sua identidade, enterrei minhas preocupações profundamente e decidi mudar o próprio cenário. Às vezes, me perguntava se foi uma boa ideia não ter perseguido a identidade do traidor na época, mas agora, ao ver o rosto da Paladina, eu podia ter certeza de que foi uma boa escolha.

Isso era suficiente.

A névoa matinal envolveu lentamente a selva. Atrás das palmeiras, o Inquisidor conversava com os Cascomontes. Sua expressão era séria, mas ele ocasionalmente ria.

Enquanto isso, a Condessa acariciava as cabeças dos Sylvans. Seria algum tipo de juramento de lealdade? Ou seria a primeira expressão de afeto que uma mãe mostrava a seu filho? Talvez fosse ambos, mas a Condessa sorria e os Sylvans pareciam felizes.

— Obrigada — disse a Paladina para mim. — Você é um bom amigo, Gong-Ja. Pode me chamar de Patrícia.

O silêncio caiu.

— Esse é meu nome verdadeiro. Patrícia. De agora em diante, quando ninguém mais estiver por perto, você pode me chamar por esse nome. Se as pessoas da Liga souberem disso, podem me acusar de favoritismo. — Ela pausou antes de continuar: — As crianças que você criou certamente também entenderão você, meu amigo.

A Paladina caminhou até o rio onde os Fingills estavam brincando. Ela removeu sua armadura pesada, capacete e luvas antes de mergulhar na água.

[A missão está em andamento.]

[Os votos estão sendo contados.]

Splash!

[Todos os votos foram contados.]

[Porcentagem de votação da Escolha 2: 01,32%]

[Porcentagem de votação da Escolha 1: 98,68%]

[A Escolha 1 obteve a maioria dos votos.]

O riso dos Fingills podia ser ouvido de longe. Eu tinha ouvido histórias de deuses caminhando entre as pessoas, carregando-as ou dançando com elas. Ter um deus que nadava com seu povo era uma felicidade que apenas os Fingills podiam experimentar.

[O quadragésimo segundo andar foi concluído!]

Eu observei a Paladina e seu povo nadando no rio sombreado pelas palmeiras por um longo tempo.

Ugor. Papaizinho. — Uma voz familiar chamou de trás de mim.

Eu assenti.

Beleza.

O Inquisidor, a Condessa e a Paladina haviam concluído seus andares, então agora só restavam eu e a Bruxa Negra. Antes dela sair da sala de espera, me fez prometer: 

— Não espie, Kim Gong-Ja! Se você fizer isso, vou envenená-lo até a morte!

Tinha algo a ver com ela não querer ser vista falando abertamente com os Sanguinatos no modo de mãe. Eu podia dizer que Anastasha estava falando sério, já que ela especificou que me envenenaria até a morte. Isso não deixava escolha para um novato que não tinha o Corpo Imune.

Phew…

Ao contrário de Anastasha, eu não estava nem um pouco envergonhado. Eu era muito próximo dos meus filhos. Pelo contrário, desejava que todos vissem como eu conversava amigavelmente com os Terras e quão forte era nossa relação de pai e filho. Me sentiria ainda melhor se eles sentissem inveja.

— Tudo bem, Uburka.

Eu lentamente me virei e abri os braços, planejando abraçá-lo. O Inquisidor havia provado seu crescimento mental ao se desculpar com seus filhos. A Condessa havia mostrado sua virtude capitalista ao fornecer pessoalmente empregos para seus filhos, e a Paladina havia mostrado que sempre priorizaria o coração de seus filhos.

Eu, Kim Gong-Ja, estava em outra liga. Estava confiante de que poderia demonstrar crescimento espiritual, virtude capitalista, bem como meu caráter profundo. Ao contrário dos outros, eu sabia desde o início que meu verdadeiro eu seria revelado aos meus filhos um dia.

Diziam que nunca se perdia se conhecesse seus inimigos. De certa forma, o maior inimigo na vida eram os próprios filhos. Nesse sentido, as crianças Terra não eram páreo para mim. Eu já sabia tudo sobre eles.

Talvez eles dissessem: 

Ugor! Mesmo quando seus colegas riram dele por escolher goblins, nosso papai ainda nos escolheu, os Terras! — Ou algo como: — Eu sabia da lenda de como você nos ensinou nossas letras e marcações, mas foi tão emocionante ver isso eu mesmo! Ugor! Você tem cuidado de nós de todas as maneiras possíveis!

Ou talvez dissessem algo como: 

— A graça do papai é como o céu. Não conhece limites. Não há como retribuí-la. Se não fosse pelo papai, teríamos tido dificuldade em nos tornar a espécie soberana do continente, e teríamos sido muito mais mal-humorados do que somos agora. Papai é nosso verdadeiro amigo.

Eu poderia continuar indefinidamente. Na minha cabeça, eu já podia ouvir o som de centenas de milhares de Terras, incluindo Uburka, cantando um hino. 

— Papai! Papai!

É claro que eu estava a favor desse hino. Estava pronto para agir com humildade e dizer: 

— Ei, o que vocês estão fazendo? Tudo isso é porque vocês são tão incríveis. Como seu papai, estou bem apenas assistindo vocês crescerem e se tornarem tão fortes. Amo vocês, meus filhos!

Era perfeito. De agora em diante, eu não era mais Brilhante-Ja. Eu era o Céu Brilhante. O momento glorioso em que eu renasceria como CéuBrilhante-Ja aconteceria agora. Eu me virei, exibindo o sorriso profissional que pratiquei sob o treinamento da Bruxa Negra, enquanto antecipava o abraço apaixonado das crianças.

— Venham, venham me abraçar…

— Papaizinho.

Bem, algo apaixonado definitivamente estava me esperando.

— Suas costas estão completamente abertas.

Um machado enorme voou em minha direção, mirando fervorosamente meu peito.

— Que porra é essa? — murmurei.

Foi puramente graças ao meu alto nível de habilidade que consegui evitar aquele golpe. Talvez fosse porque eu tinha um mau pressentimento ao ver a carranca no rosto do Guardião. Ele estava me observando com extremo desdém desde cedo. Mesmo assim, se não fosse pelo meu trabalho de pés, eu não teria conseguido evitar o golpe.

Uger. — Uburka, aquele que balançou o machado, cuspiu no chão. — Papaizinho se move como um esquilo correndo pela floresta. Pensei que tinha te pego completamente desprevenido.

— O-o que você está fazendo, Uburka?

Confuso, olhei por cima do ombro dele e avistei uma multidão de Terras. Não apenas seus corações, mas também sua carne, estavam avermelhados. A menos que meus globos oculares estivessem gravemente danificados, cada um deles segurava uma arma. Era um item muito inadequado para segurar ao encontrar os pais.

— E uma reunião emocionante? Vocês não viram as filmagens de mim cuidando e valorizando vocês por milhares de anos!

— Vimos.

— Mas por que você está balançando um machado?

Uburka mostrou suas presas. 

— Não sei do que você está falando. Sabemos há muito tempo que você nos ama, Papaizinho, então assistir isso em vídeo agora não nos faz sentir nada de especial.

O-o quê?

— Pense nisso. Sempre que estamos entediados, vamos ao teatro e assistimos às peças Fogo da Caverna. Os temas principais dessas peças são seu amor, provações e as histórias de seus amigos. As peças Fogo da Caverna onde você é o protagonista foram encenadas tantas vezes que todos os Terras podem recitá-las de olhos fechados. Você parece ter esquecido que existe algo chamado limiar de percepção emocional, Papaizinho.

Eu não podia acreditar. O que ele estava dizendo? Eles consideravam meu amor paternal como garantido? Era por isso que não sentiam nenhuma piedade filial por mim?

N-não pode ser!

Uburka balançou seu machado novamente. 

— Pode sim.

Desta vez, ele envolveu sua arma com aura cuidadosamente. Após absorver o dragão de energia, o nível de sua aura parecia ter aumentado. Seu poder destrutivo, já impressionante, transcendia o que ele era capaz até agora.

Eek! Alguém salve seu papai!

Os bíceps de Uburka pulsavam. 

Oh, estive esperando por um dia como este! Você me derrotou completamente quando nos conhecemos pela primeira vez! Mesmo depois que me tornei uma Constelação, você me esmagou. Mas, hoje, neste dia após eu ter absorvido toda aquela aura da cabeça da tartaruga, finalmente vou te ensinar uma lição, Papaizinho!

— Seu louco! Não acha que perder duas vezes foi suficiente? Por que você não consegue deixar isso pra lá?

Ugor. Quem você acha que eu sou, Pai?

[O Porco Musculoso Sonhador da Imoralidade ruge.]

— Eu sou Uburka, o presidente do Conselho de Água e Fogo, o chefe guerreiro do Clã do Rei da Morte, e seu filho! Meu único sonho é te espancar!

Para de viver de acordo com o seu título de Constelação!

 


 

Tradução: Rlc

Revisão: Pride

 

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