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Jk Haru é Uma Profissional do Sexo em Outro Mundo – Cap. 04 – Nenhuma Chuva Infinita Dura Para Sempre

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Chiba, Solo X Japão — digo, Chuva Carmesim Infinita não calava a boca sobre como eu tinha que visitar a arena ao menos uma vez durante meu tempo livre, então resolvi ir lá.

Pelo visto estava lotada, e, na verdade, era a primeira vez que alguém estreava nos últimos seis meses; ele ficava se gabando de como era uma estrela em ascensão.

Eu realmente nunca dei muita bola para isso, sempre que ele começava a falar sobre, eu meio que abria um jogo de celular em minha mente.

Mas Lupe estava dizendo que ele era popular, então, talvez realmente fosse. E eu consegui sentir o cheiro de dinheiro.

Então, por fim, resolvi mover meu lindo traseiro por mim mesma.

Ainda assim, fiquei um pouco nervosa, já que nunca tinha saído do bairro da vida noturna desde quando comecei a trabalhar no bordel.

Havia mais pessoas do que imaginei na arena, que ficava nas periferias da cidade. Eu achava que as únicas atividades de lazer neste mundo, que fica no meio do nada, eram as bebidas e mulheres, mas havia tanta gente ali que parecia Shibuya em um final de semana. Havia tendas para venda de comida, e parecia que todos estavam se divertindo. Mas que porra é essa? Eu devia ter vindo antes!

Pensei que não passaria de uma briga de socos ou coisa do tipo, mas você poderia apostar dinheiro nos resultados, igual em corridas de cavalos.

Então é por isso que a entrada é tão barata — só dois rubers. Este lugar é um antro de diversão. Sério, isso é ótimo. Nunca fui em um lugar assim antes!

Pensei em apostar no Chiba, mas os lucros na vitória dele eram tão baixos que resolvi mudar de ideia. O oponente dele era maior, então apostei nele, só que o Chiba ganhou como se isso não fosse nada.

Mas que porra foi essa?, pensei, mas quando me encontrei com Chiba, ele ficou bem bravo comigo.

— Você achou mesmo que eu ia perder para aquele cara? Melhor, por que não apostou em mim?

Contanto que você esteja com um cara, pode sair para tomar um chá que ninguém dirá que você está fazendo algo “vergonhoso”. Depois de saborear meu chá na primeira cafeteria de verdade em que estive em muito tempo, eu disse a ele:

— Você pode perder de propósito da próxima vez? Eu realmente lucraria bastante. Posso te dar um pouco, o que acha?

— Hã? Você escutou o que disse? Sua idiota.

— O que você disse?

— N-não quis dizer que você é idiota… é que, se eu fizesse isso, minha classificação cairia, então você não conseguiria ganhar mais dinheiro.

— É assim que funciona?

— Sim. Mas, na verdade, você pode sempre apostar em mim e vai dar tudo certo. Você pode apostar tudo o que tiver. Não planejo perder.

— Você realmente ficou tão forte? É invencível ou coisa assim?

— Bom, tem gente de quem ainda não consigo ganhar, mas ontem fiquei o dia todo caçando para conseguir muitos pontos de experiência, e subi uns quinze níveis. Agora estou no nível setenta e oito. Por enquanto estou lutando só no Rank C, mas se quiser posso ir para o B.

Cada Rank tem seus próprios padrões de habilidades e níveis de magia, então Chiba estava estudando os futuros oponentes enquanto lutava. Uma vez que você chegasse no Rank C, alguns lutadores começariam a ganhar habilidades únicas, e ele disse que queria isso também.

— Sempre estarei um nível acima, por isso que ter tanto conhecimento, ou, se preferir, experiência, quanto possível é importante. Não preciso entrar em pânico quando chegar a um novo nível. Você só pode aprender coisas assim quando está lutando de verdade, então estou seguindo em uma velocidade incrível.

Ele já tinha falado sobre o quanto as habilidades são importantes.

Mesmo ele tendo um monte de habilidades roubadas.

— Realmente não entendo, mas parece que você está tranquilo por ter ficado mais forte enquanto luta com esse monte de gente, né?

— Sim, isso aí. Tipo, eu podia subir até o nível duzentos e virar o rei da arena. Mas, ao invés disso, estou controlando meu nível estrategicamente. Cada vez que luto, tenho que ser muito mais forte que o oponente, e o preço pela fama de pular para o topo de uma só vez seria bem inconveniente.

Se você se tornar um dos quatro lutadores de Rank A e proteger sua posição cinquenta vezes, então avança para o Rank S, e também recebe um título de nobreza. Mas aí você vira alguém importante e não pode se mover livremente.

Antes disso, ele queria encontrar um equipamento bem raro, conseguir bater o recorde de entrada mais profunda no bosque e visitar outra cidade, então estava bem ocupado no momento.

Ele tinha muitas coisas que queria fazer, então não estava com pressa para alcançar a linha de chegada.

— Logo vou para o Rank B, mas quero ao menos chegar no nível cem antes. Acho que o melhor deles está no cento e cinquenta. Ele não quer ir para o Rank S, então só participou de uma luta esse ano.

Pelo visto, o melhor Rank A é um velhote que luta com uma empunhadura dupla.

Ele estreou quando já tinha quarenta anos e nunca perdeu para ninguém, ou algo do tipo, não lembro.

— Bom, algum dia eu vou vencer ele e ser o melhor dos rankings, mas se ele não der a cara para lutar, então não preciso me apressar. Primeiro quero provar das coisas que só plebeus podem fazer.

Realmente não entendi, mas Chiba estava sorrindo, seu rosto estava diferente de todas as vezes que eu vi na sala de aula.

Posso até ficar na terceira colocação em vendas na loja, mas tudo que posso ganhar é um salário mensal de mil rubers e um quarto um pouco mais espaçoso para atender os clientes mais importantes.

Cara, se eu fosse homem deve que também me divertiria neste outro mundo.

— Agora você entendeu o que eu quis dizer quando disse que sou famoso na arena, certo?

Chiba, também conhecido como Chuva Carmesim, era realmente forte. Ele deixava seus adversários fazerem o que quisessem, mas depois acabava com tudo com um único golpe. Além disso, ele era um pouco mais jovem que a maioria dos caras.

Pelo visto, dezesseis vezes mais experiência não era qualquer coisa. Eu não sei nenhuma regra, mas a razão pela qual o pagamento pela vitória de Chiba era tão baixo era por ter muita gente apostando nele. Todos pareciam ter certeza de sua vitória.

E, na cafeteria perto da arena, tinha bastante gente olhando para ele — não por causa de seu penteado esquisito, mas sim por ele ser famoso.

Chiba se encostou na cadeira e sorriu com arrogância. Eu descartei meu jogo de telefone mental.

— Uh, humm. Senhor Chuva Carmesim Infinita?

Uma voz fofa disse seu nome, mas não tínhamos certeza de quem é que estava falando, então ambos ignoramos, mas quando aconteceu de novo, virei-me.

— Chiba, ela não está falando com você? — Havia uma garota toda vestida de branco ali.

Uma boina branca sobre um cabelo preto, liso e longo. Os olhos arregalados. Pele bem branquinha. Um nocaute certeiro, o tipo que qualquer garoto adoraria, estava nervosa brincando com os dedos.

— M-meu nome é Kiyori. Sou uma Irmã da igreja. Sempre venho ver suas lutas, Senhor Chuva Carmesim Infinita. Tenho muito respeito por sua força incrível. Então, se você quiser… por favor, deixe-me ser sua parceira!

Chiba olhou para a garotinha Irmã atordoada e depois para mim.

Pff, sei lá.

— Hã? Hã? Você está falando comigo?

— Você é o único que responde por Solo X Japão.

Ele deve ter achado algo engraçado, já que riu com sua cara estúpida e descartou a ideia.

— Não sou X Japão. — Porém, depois de uma segunda consideração, disse: — Espera, talvez eu seja! Uau, senti muita falta disso. Então tinha alguém usando essas palavras legais antes de mim…

Ele se inclinou para trás e bateu na testa.

Quer dizer que você não copiou por ser um fã?! Você deixou seu cérebro no outro mundo?

— Chiba, o mais importante, você está deixando essa garotinha…

Irmã Kiyori, era isso? Ela parecia estar confusa por ser ignorada enquanto revezava entre estar animada e deprimida.

Pensei que uma garota tão fofa se aproximando deixaria ele tão feliz que teria até um sangramento nasal, mas…

— Foi mal, eu já tenho uma parceira.

Ao contrário do que esperei, ele a rejeitou assim

Percebi que ele também ia acabar virando um ser solitário neste mundo, então fiquei surpresa, já que ele parecia ter uma ajudante.

Ele forçou os dedos por sua franja tão dura quanto pedra, encolheu os ombros, para a surpresa da Irmã, e apontou para mim.

— Digo, tenho uma parceira para a vida.

Eu fiquei chateada de verdade.

— Você paga — falei, e dei o fora dali.

Seu idiota. Não fique tão convencido. Você é só o Chiba. Não importa o quanto nossas posições tenham invertido, nunca vou sair com um otaku igual você, e de jeito nenhum serei sua empregada. Nunca!

— E-espera aí!

Mas Chiba, que deve ter ficado convencido de que estava estrelando uma ópera apaixonada, correu atrás de mim com um olhar determinado no rosto (sério). Isso podia ser mais desagradável?

— Não tenho nenhum sentimento por ela, não entenda errado.

— Entender errado? Por que isso me importaria? Você pode recusá-la ou ir com ela, faça o que quiser. Eu só fico irritada por parecer que você está me usando!

— Ei, espera aí. Eu acabei de conhecer ela! Você acha mesmo que eu ficaria tentado só por ela ser meio fofa?

— Não seria só ficar tentado, e, na verdade, eu gostaria que você fosse com ela. Espera, saí tão rápido que devo ter passado a ideia errada, foi mal. Estou chateada por você estar me tratando como se eu fosse sua namorada.

— Sim… Se você fosse minha escrava nós não seríamos iguais. Mas não sou o tipo de homem que pensa em coisas assim. Você pode me mostrar o seu verdadeiro eu de vez em quando.

— O quê?

— Uh, err, por que você está com raiva? Digo, acho que a ordem em que você está ficando na rota do harém é importante, e eu já te escolhi, minha ex-colega de sala e futura empregada escrava, como minha primeira mulher, então…

— Não faço ideia sobre o que você está falando! Acha mesmo que eu vou concordar com qualquer ideia desagradável que você tem em sua cabeça?

Assim que eu pensei que ia explodir de raiva, a garotinha gritou:

— Por favor, parem com isso!

Seus olhos estavam arregalados e lacrimejantes, e seu peito estava pulsando — ela parecia a típica protagonista mulher.

— Eu imploro, por favor, parem. Por favor, não briguem por minha causa.

Alguém me salveeeeee.

:calcinha:

Antes que as coisas ficassem ainda mais loucas, gritei, “Pareeeem!” e depois voltei para a loja.

Tenho uma boa ideia do tipo de vida que o Chiba está vivendo, mas eu sou eu, então preciso economizar.

— E assim, visto que aquele cara ganhou, eu ainda perdi cinco rubers.

— O-ohh. Isso é ruim.

Sumô, suando enquanto se esforçava de verdade para se apoiar em minhas palavras, começou a parecer meio fofo nos últimos dias.

Ele me dá carne, e quando está por perto, sou solicitada com bastante frequência. Talvez eu devesse transformar ele no meu irmãozinho.

— Haru, alguém pediu por você!

Viu? É sempre assim. O grande efeito Sumô.

— Muito obrigada!

Mas aquele homem de barba azul me parecia familiar.

Era o cara que me fez perder cinco rubers mais cedo, o cara que apanhou do Chiba.

— Coloque as mãos na parede e empina essa raba.

Ele não me viu tomando chá com o Chiba, né?

Eu não podia falar muita coisa, e se algo desse errado, só iria piorar as coisas, então fiquei quieta. Mas o homem de barba azul não parecia querer gastar suas palavras com conversa também. Ele se preparou rapidinho para me violar e depois meteu o pau para dentro.

Eu já estava lubrificada, então empurrei tudo de uma vez, assim só doía uma vez.

Ele apertou minha bunda com suas mãos enormes e começou a meter com mais força. Os músculos de seu braço estavam até arqueados. Suas palmas eram mais grossas que luvas de beisebol. Se ele estivesse de pé, na minha frente, segurando uma lança, eu ficaria apavorada.

O Chiba conseguiu bater em uma pessoa assim sem nem suar. Acho que isso faz dele alguém bem forte.

Enquanto eu o admirava, o homem colocou a boca no meu ouvido e sussurrou:

— Você é a mulher do Chuva Carmesim?

Ohhhh merda.

— Ah…! Nnn!

— Você não pode bancar a idiota comigo. Vocês estavam juntos. Você deve ser a garota do Chuva Carmesim Infinita.

— Eek!

Ele agarrou minha bunda com tanta força com aquela mãozona que eu acabei gritando.

— E-ele é só um amigo.

— Não minta para mim. O Carmesim disse que você é a mulher dele, não foi? Eu vi aquela briguinha de amantes.

— Não foi uma briga de amantes. Ele é só um amigo mesmo.

— Eu disse para não se fazer de idiota!

— Agh!

Ele agarrou meu cabelo e puxou. Odeio quando os caras fazem isso. Sempre parece que vai arrancar fora.

— Que piada… estou fodendo a mulher do Chuva Carmesim num puteiro. Talvez eu conte isso para os outros depois. Tem uma tonelada de lutadores com ressentimentos contra aquele bostinha.

Merda, isso é ruim… O que eu faço?

— Fala alguma coisa, anda logo! — Ele bufou em meus ouvidos.

Seu pau estava ficando mais duro dentro de mim.

— Aquele insolente, pirralho, tolo, pensando que é adulto. Hmph! Rragh!

— Nn!

Ele me colocou contra a janela, ainda metendo na minha buceta, e forçou meu rosto contra o vidro.

— Agora eu sei a sua cara. Não pense que vai poder andar pela cidade! Meus amigos vão ficar prontos para te estuprar a qualquer hora!

Tenho certeza de que isso poderia acontecer.

Sei, em primeira mão, o quão baixo é o status social das profissionais do sexo neste mundo misógino. Mesmo se alguém mais frágil for atacado em alguma esquina, nenhum soldado apareceria para ajudar.

O que eu faço…?

Pressionada contra a janela, meu rosto e meu peito faziam barulho ao mesmo tempo.

Aliás, acho que seria bem erótico assistir isso pelo outro lado do vidro, mas eu não achava que esse cara estava pensando em algo do tipo.

— Aquele moleque! Eu vou te foder todinha! Eu vou te foder até você morrer!

Ele parou de meter e, quase na mesma hora, me jogou na cama.

Os caras deste mundo amam um estupro. Sou usada assim ao menos umas duas ou três vezes por noite.

Me acostumei a receber o tratamento de um brinquedo sexual, mas ser estuprada a qualquer hora, de qualquer dia, isso seria uma merda.

O cara abriu minhas pernas e meteu o pau em mim de novo.

Ao mesmo tempo, fiz meu rosto mais sexy e comecei a gemer.

— Ahh, você é incrível. Você é tão grande. Nunca deitei com ninguém assim antes. Acho que vou enlouquecer.

— O-oh. Eu sou bom, hein, moleca? Você prefere meu martelão ou a minhoquinha do Chuva Carmesim?

— Ah, eu amo isso. Estou apaixonada pelo seu martelão. É muito maior e mais vermelho que aquele outro cara.

Dei um beijo na boca do cara de barba azul. Quando enfiei a língua, mexi pela boca dele toda, e ele soltou a sua língua também.

Eu sou imbatível quando se trata de beijos franceses. Os movimentos do cara ficaram lentos. Aos poucos, com um olhar aturdido no rosto, ele começou a babar.

Ufa. Ainda bem que meus beijos são de nível cem, isso aí, Rank C.

— Eu amo isso… eu amo seu pau, senhor. Posso ser sua garotinha?

Às vezes realmente acho os homens burros, e eles ficam ainda mais idiotas quando estão transando.

— Certo. A partir de hoje, você é minha mulher. Vou colocar você em transe, você vai até esquecer tudo sobre o Chuva Carmesim!

Tudo o que posso pensar é que eles pensam com o pau.

Não são as garotas que são obcecadas pelo tamanho, são os caras.

Eu balancei meus quadris para combinar com o ritmo dele enquanto estava em seu colo. Dei um monte de serviço extra para ele.

Caia perante minha buceta, otário.

Então eu o abracei e sussurrei em seus ouvidos:

— Me pega de jeito.

— Ah, se vou. Eu vou matar aquele idiota. Então seja minha esposa!

— Yay! Estou tão feliz. Vai lá e mata ele!

E foi assim que nossos sentimentos se tornaram mútuos.

A bunda dele ficou dura e eu tive a sensação de que ia gozar em breve, então apertei a minha buceta ainda mais.

— Ah, não posso! Não posso mais segurar! Senhor, eu vou gozar! Eu vou gozar!

— Isso, goza pra mim! Vou te levar até o céu! Yaaaargh! Nnnngh!

Eeeee pronto.

Eu logo assumi uma face estupefata e fingi ter perdido os sentidos.

Depois de ter certeza que o homem estava satisfeito e de ver ele saindo, tomei um banho, corri de volta para o bar e me escondi na cozinha enquanto esperava aquele idiota.

— Umm, a Haru está aqui?

— Então o idiota chegou!

Bom, acho que fico com um pouco de pena ao tratar ele assim, mesmo se tratando de um bastardo incômodo.

Pensei em dar um soco na cara dele e falar o que estava acontecendo, mas quando o vi, fiquei chocada.

— Você está coberto de sangue! Mas que diabos aconteceu?

— Pois é, foi meio problemático. De repente eu fui atacado em um canto escuro. Oh, você lembra daquele cara com quem lutei hoje de tarde, né?

— O quê? Não, pare com isso. Sério, só para. Não quero ouvir nada! Isso me assusta! Você não tinha que matar ele, seu idiota!

— Hein? Não, eu não matei ele. Embora eu tenha feito algumas coisas, acho que ele nunca mais vai conseguir lutar de novo. Acho que assim você sai como inocente e não precisa se vingar, mas se eu matasse ele estaria dentro dos meus direitos.

— Ugh, não acredito em você! O que é esse mundo sem noção? Isso é assustador! Aterrorizante! Como você pode ser tão cruel?

— Quem se importa? Eu estou bem. Mais importante, vamos tomar um banho juntos. A gente não conseguiu falar direito naquela hora…

— Não! Sai de perto! Agora você é literalmente igual uma chuva carmesim infinita!

Até pouco tempo atrás eu me sentia um pouco responsável também, mas, na verdade, não, era tudo culpa do Chiba.

— Eu com certeza não vou dormir com você hoje — falei, recusando um cliente pela primeira vez.

Chiba disse:

— Então eu vou fazer com aquela garota de hoje mais cedo.

Não sei que significado isso tinha que ter.

Lupe me olhou com desaprovação.

— Mais uma briga de namorados.

Não, não mesmo. Sem chances.

Eu não estou adaptada a este outro mundo, e tampouco quero começar uma comédia romântica com um otaku nojento coberto de sangue!

 


 

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