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O Caçador Imortal de Classe SSS – Vol. 13 – Cap. 305 – A Reunião (1)

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Ela nunca havia sentido uma brisa fresca antes, mas um dia encontrou um vento quente. O vento quente soprou por trás.

— Ei. Ouvi muito sobre seu nome. Você é a Aranha Cinzenta, né? Esse nome é longo pra caralho. Vou te chamar só de Cinzenta. Que tal? Não soa amigável? Mas por que tá tão abafado aqui? Não tem janelas? Cadê a ventilação? As pessoas realmente vivem aqui?

A Aranha Cinzenta suspirou e se virou. O homem era vermelho e ardente. Embora fosse outono e as folhas estivessem ficando vermelhas, seu cabelo e olhos pareciam mais com o sol do que com folhas de outono. Os cantos de sua boca estavam sempre ligeiramente curvados, revelando seus dentes brancos e brilhantes.

Tudo nele brilhava como o verão. Era como se ele tivesse nascido na estação errada. A palavra “espada” estava escrita em seu uniforme de artes marciais sem mangas. Quando a aranha usou magia para ver atrás dele, viu a palavra “imperador” escrita nas costas.

— Porra, você é maluco de verdade. — Ela resmungou.

O homem, que era quente como o verão, claramente enlouqueceu com seu próprio calor escaldante. Até seu suor parecia quente. Não era o tipo de suor fedorento que grudava na pele por muito tempo, mas o tipo que escorria durante um exercício intenso.

Seus vasos sanguíneos e meridianos pareciam fluir constantemente com aura, sem deixar espaço para o acúmulo de resíduos. Isso tornava seu suor tão limpo quanto o de um recém-nascido. As gotas de suor em sua pele eram mais claras que as de um bebê, como gotas de orvalho em uma maçã madura pelo sol.

A única coisa que ela podia sentir de seu suor era o calor que lembrava o vento escaldante. Seus músculos bem definidos brilhavam ao sol com as gotas de orvalho. Se o sol tivesse um rosto, provavelmente estaria sorrindo e brilhando intensamente sem vergonha. Tudo nele negava a morte.

O Imperador da Espada deu um sorriso debochado.

— Por quê? Tá com ciúmes?

— Não vou perguntar como você conseguiu facilmente visitar o último andar da sede e entrar no laboratório secreto que só eu posso acessar. Primeiro, seria uma perda de tempo. Segundo, isso só te daria a chance de se gabar.

O Imperador da Espada bagunçou o cabelo dela.

— Minha Cinzenta é uma garota tão inteligente.

— E também não vou lutar. Por quê? Porque se lutarmos aqui, minhas preciosas ferramentas de pesquisa voariam para todos os lados. Imperador da Espada, estou fazendo o meu melhor para manter a compostura, então, pela sua vida e pela minha paz de espírito, por favor, pare de me provocar. Caso contrário, vou te matar, seu filho da puta.

— O quê? Você é mais sã do que eu pensava. — O Imperador da Espada se jogou no sofá. Ela havia descoberto aquele sofá por acaso enquanto destruía um reino seiscentos anos atrás. O tesouro incrível abraçava perfeitamente suas nádegas com suas almofadas macias. Era também o lugar favorito da Aranha Cinzenta para sentar e descansar quando se cansava de pesquisar.

O Imperador da Espada disse:

— Uau. Ei, esse sofá é super macio! Que material é esse? É incrível!

O sofá também era um item mágico e inteligente.

Aaaaaaah?!

A Aranha Cinzenta suspirou.

— Vá direto ao ponto antes que eu rasgue sua boca e a use como cachecol.

— Esse sofá abriu a boca e mordeu minha bela bunda!

— Sei que você é um Caçador lendário, Imperador da Espada. Está no quinquagésimo andar há apenas meio mês, mas as ruas já estão fervendo com suas façanhas.

— Minha bunda! Minha bunda! Aaaaah! Minha bundinha fofa!

— Minha Torre Mágica também está de olho em você. Embora eu não esperasse que viesse nos procurar primeiro. Então, qual é o seu assunto aqui? Veio para cooperar conosco e chegar ao quinquagésimo primeiro andar? Ou quer nos enfrentar?

— Minha bunda está sendo rasgada em pedaços!

Ah, porra.

A Aranha Cinzenta golpeou o sofá com seu cajado. Só então o sofá soltou o Imperador da Espada e fechou a boca.

Hah, heh, hu… Hah, heh, hu… Quase morri.

— Apenas me diga o que você vai fazer.

— Nada. Só vim te ver. Você tá presa aqui há mais de mil anos, né? Queria saber que tipo de pessoa é esse nível sem precedentes de caseira.

— E então?

— Você parece mais normal do que eu esperava. Ai, isso dói.

O Imperador da Espada esfregou a bunda.

A Aranha Cinzenta franziu a testa.

— Normal? Quem você está chamando de normal agora?

— Estou falando de você, Cinzenta.

— Já ouvi muitas coisas, mas faz tempo que alguém me chamou de normal.

O Imperador da Espada deu de ombros.

— Você fica brava com coisas que merecem raiva. Depois de ficar brava, você assume a responsabilidade à sua maneira. Você é apenas uma adulta normal.

A Aranha Cinzenta ficou sem palavras por um momento.

— Você sabe que seis Constelações estão atualmente cravadas no porão da Torre Mágica, servindo como suprimentos de mana, né? E está ciente de que também conquistamos dezenas de mundos até agora, correto?

— Tenho certeza de que você tem seus motivos. Posso dizer só de olhar nos olhos das pessoas se são pirralhos descontando sua frustração no mundo ou se são pessoas que têm suas próprias regras e estão tecendo uma teia ao redor do mundo. Você é do segundo tipo, Cinzenta. Você foi ferida no passado, mas superou isso de alguma forma.

Ha. Um desgraçado que conheci há três minutos está fingindo ser um sábio.

— Não acho que estou sendo presunçoso — disse o Imperador da Espada com um sorriso. — Levou mil anos pra você chegar aqui, e também levou mil anos pra eu te encontrar. Três minutos são apenas o resultado de todos esses anos. A vida de uma pessoa é, em última instância, sobre esperar pra encontrar alguém, mas se você tá perguntando se eu sou o seu destino, sinto muito. Não sou.

Ele se levantou.

— Preciso escalar a Torre sozinho.

— O que isso significa?

— Inúmeras pessoas no universo são mais desafortunadas do que eu, mas até elas podem subir mais alto quando escolhem fazer isso. Decidi escalar a Torre sozinho para provar isso.

A Aranha Cinzenta zombou.

— Que sacrifício nobre.

— Sim, é nobre. — O Imperador da Espada fez uma reverência. — Sinto muito. Tenho que fazer o que quero fazer, não importa o quê. Vou dedicar minha vida inteira a deixar minha marca de espada neste mundo. Não tenho tempo para me preocupar com você. Vou cumprir minha missão, mesmo que isso signifique me tornar um fantasma.

Uma emoção estranha dominou a Aranha Cinzenta. Ela podia sentir que o homem à sua frente estava genuinamente se desculpando com ela. Ele parecia saber exatamente pelo que tinha que se desculpar e o que ela tinha que perdoar.

Fazia apenas cinco minutos desde que se conheceram, mas a Aranha Cinzenta sentia que as pegadas do homem já haviam sido impressas em seu coração como um deserto. Seria necessário muito vento para apagar os traços que ele deixaria para trás.

— Você tá apenas vivendo mais tempo que os outros. Isso torna seu relógio um pouco maior, então leva mais tempo pro ponteiro dos segundos alcançar o das horas. Seja paciente e continue vivendo. Dias melhores virão.

— Você… — murmurou a Aranha Cinzenta. — Você é incrivelmente irresponsável, não é?

Ele riu.

— Vou escalar para o quinquagésimo primeiro andar amanhã.

— Eu nunca te dei permissão.

— Não se preocupe. Pretendo te dar uma reforma grátis e ser pago por isso.

— Você acha que é tão simples assim?

— Se você tá irritada ou não gosta, venha atrás de mim. Não tenho amigos nem amante. Ser seguido por um perseguidor sem que eu perceba é meu destino como celebridade. Me siga, e grave em sua memória a visão de mim alcançando o centésimo andar. Acredite em mim, Cinzenta! Você pode ser a segunda Caçadora a completar o centésimo andar!

O sorriso do Imperador da Espada brilhava como o sol. Era mais quente que o deserto.

 

Separador Tsun

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Constelação: Cavalo de Guerra das Planícies Eternas.

Objetivo: Derrotar a Torre Mágica no quinquagésimo andar.

Progresso da missão: Iniciada.

 

Constelação: Olho que Habita o Labirinto.

Objetivo: Revelar e expor todas as instalações e terrenos dentro da Torre Mágica.

Progresso da missão: Iniciada.

 

Constelação: Sino das Lágrimas dos Mortos.

Objetivo: Gravar os nomes daqueles sacrificados pela Torre Mágica nos últimos cento e cinquenta anos em suas cinco torres para homenageá-los.

Progresso da missão: Algum progresso foi feito.

 

Constelação: Buscador Solitário.

Objetivo: Encontrar o arqui-inimigo de cada seguidor da Torre Mágica e derrotá-lo em um duelo.

Progresso da missão: Algum progresso foi feito.

 

Constelação: Encarnação do Amor e da Luxúria.

Objetivo: Abalar e quebrar o coração da anciã, a líder da Torre Mágica.

Progresso da missão: Em andamento.

 

Uma tempestade de mana avançou.

— Seu desgraçaaaaaaaaaaaaado!

Uau, esse ataque é de um nível completamente diferente… — murmurei.

— Eu sabia que você voltaria vivo! Isso é reencarnação ou possessão? Por que voltou vivo em vez de ficar morto?

Eu rapidamente liberei minha aura e usei as Artes do Céu Demoníaco, cortando minha sombra em centenas de pedaços e usando-os para atacar a anciã.

Booooom!

Centenas de explosões irromperam no céu. Por trás da poeira, a anciã estava ilesa. Enfurecida, ela voou em minha direção. A cada movimento de seus dedos, dezenas de feitiços eram liberados, interceptando todos os meus ataques.

— Zumbi. desculpe, mas você pode repetir o que eu vou dizer?

Não me importo. Vá em frente.

— Você não parece nada mais forte do que era há cento e cinquenta anos.

Eu ri.

— Ei, Cinzenta.

— Morra!

— Você não parece nada mais forte do que era há cento e cinquenta anos. Isso é… como posso dizer? Meio fraco.

— Vou te matar! Te matar!! Vou rasgar sua alma em pedaços, espalhá-la pelo universo e cobri-la com minha merda!

Que brutal.

— Você sabe muito bem como é o coração de uma pessoa quando ela é deixada para trás. Mas você, Imperador da Espada…!

Os feitiços mágicos da anciã da Torre Mágica eram realmente espetaculares. Trinta e seis feitiços foram disparados contra mim simultaneamente. Cada feitiço vinha de uma direção diferente e em uma velocidade diferente, interrompendo impiedosamente meu fluxo de ataque. Não havia padrão nos golpes que vinham, era mais como um bombardeio. Pela primeira vez desde que a batalha começou, eu fui arranhado.

— Depois de mexer com o coração de uma pessoa como quis, você também viveu e morreu como quis! Você me pediu para te ver completar o centésimo andar sozinho, mas morreu sozinho!

— Hahahaha!

— Permitir que aquele homem tivesse uma única chance foi o único erro da minha vida! — Ela gritou.

Bem, o nonagésimo nono andar foi mais difícil do que eu esperava. Não tive escolha!

— Vire cinzas!

Uma mana afiada como uma lâmina arranhou minha panturrilha. Felizmente, meus nervos não foram cortados, mas eu podia sentir a dor.

Ela gritou:

— Desgraçados são sempre assim! Com todas as suas conversas doces, me convencem de que são diferentes, que dessa vez será diferente. Mas o resultado é sempre o fracasso! Imperador da Espada, como você é diferente dos outros desgraçados? Você é apenas um falastrão!

Isso estava ficando perigoso. Eu me orgulhava de ter superado o nível do Assassino de Constelações, mas aqui estava eu, perdendo para a Aranha Cinzenta. Seria por causa de enfrentar uma arquibruxa pela primeira vez? Ou seria porque minha oponente estava maximizando o poder de sua magia por causa de sua raiva?

— Você é! Apenas um! Dos inúmeros! Filhos da puta! Como você ousa me fazer sentir tão emocional?

Ela era forte. Apesar de usar a Primeira Forma das Artes do Céu Demoníaco, Morte por Fome, ela a anulou com facilidade. Ela parecia saber o que era a fome.

— O que te faz tão especial, seu canalha? O que caralhos você está tentando fazer? Conquistar a Torre sozinho e mostrar aos humanos menos afortunados que você? Imperador da Espada, o que você mostrou a todos?

Foi o mesmo quando usei a Morte por Sede e a Morte por Afogamento ao mesmo tempo. A anciã sabia bem o que significava estar com sede e sem ar, então rapidamente percebeu meus ataques e os distorceu para anulá-los.

— Sabe que, depois que você morreu, a Igreja do Imperador da Espada foi criada? Ha! Pode haver uma obra-prima mais ridícula? Uma religião! Você tentou mostrar a grandeza de um humano, mas as pessoas encontraram a grandeza de um deus! As pessoas nunca reconhecerão alguém maior que elas mesmas. Elas só farão isso depois de se tornarem deuses! Imperador da Espada, no final, você se tornou apenas mais um estranho neste mundo.

Morte por Congelamento, Morte por Envenenamento, Morte por Doença, Morte por Espancamento, Morte por Fogo, até mesmo Morte por Autodeterminação – do primeiro céu ao nono das Artes do Céu Demoníaco, a anciã rompeu cada céu e finalmente avançou em minha direção.

Algumas de suas veias também estouraram. Ferida pelos meus golpes de espada, sangue jorrou de seu antebraço e coxa, mas nenhuma das feridas era fatal. Será que ela viveu tempo demais para aceitar novas feridas? A anciã estava agora bem na minha frente. Sua magia, movendo-se como uma lança, cruzou caminhos com minha espada.

— Vou perguntar novamente! Qual motivo eu tenho para não te matar? — Ela gritou.

Badump.

Meu coração doeu.

Olhos de Semideus.

Eu havia conhecido a Mestra da Torre e testemunhado seu trauma e os gritos de todos no universo. Desde então, esse sexto sentido cresceu dentro de mim. Agora, ele se erguia silenciosamente e me mostrava o passado ou o futuro da pessoa com quem eu estava lutando. Esse fenômeno estranho não tinha regras fixas. Como um déjà-vu, vinha sem aviso, e a paisagem que perfurava o coração do meu oponente também perfurava o meu.

— Me siga.

Não era a voz do Guardião atrás de mim. Pelo contrário, era a voz do Imperador da Espada que havia falado com a anciã, ecoando como uma alucinação auditiva.

— Seja paciente e continue vivendo. Grave em suas memórias a visão de mim alcançando o centésimo andar. Vou completar meu objetivo mesmo que tenha que me tornar um fantasma. Confie em mim!

As emoções da anciã, sobrepondo-se à voz dele, também me alcançaram. Como o Imperador da Espada havia dito, a anciã o seguiu secretamente como um sonho fugaz em plena luz do dia.

Quando o Imperador da Espada alcançou o nonagésimo nono andar, a anciã esperou silenciosamente no nonagésimo andar sem contar a ninguém. Uma semana. Seis meses. Três anos.

— Sim.

Seis anos haviam passado quando a anciã se levantou. Ao se virar, ela murmurou: 

— Idiota.

A alucinação terminou aí.

— Seu idiota!

Parecia que eu tinha ouvido um clang. Estava imaginando coisas? No entanto, o breve momento que se desdobrou diante dos meus olhos realmente se despedaçou como vidro. Afastando incontáveis cacos de vidro, a anciã avançou até que seus dedos se enrolassem ao redor do meu pescoço.

Ela gritou:

— Você sabe por que não reconstruí a sexta torre da Torre Mágica? Por que deixei as ruínas intocadas por mais de cem anos? Foi para cravar seus restos no chão, selá-los e torná-lo a oferenda da sexta torre! Pague o preço pela sua derrota, Imperador da Espada! Como os outros humanos e as Constelações, você não é nada além de um fracasso. Vou garantir que o mundo inteiro saiba disso! Nunca mais os humanos ousarão ter esperanças vãs!

Seus dedos cravaram-se no meu pescoço. O Guardião estava silenciosamente atrás dela, observando. A anciã gritava com o Imperador da Espada, sem saber que ele estava bem atrás dela. Eu pisquei um olho enquanto a dor se cravava no meu pescoço, mas continuei encarando o Guardião até o fim.

O Guardião estava calmo e inexpressivo. Vendo seus olhos, que não mostravam arrependimento, remorso ou autorreprovação, percebi algo. Era como se eu tivesse finalmente encontrado a resposta para minha pergunta após um longo tempo.

— Não — murmurei.

— O quê?

— O Imperador da Espada, seu rival, não falhou. — Levantei minha mão esquerda e agarrei o pulso da anciã. — Anciã, o Imperador da Espada nunca falhou.

— O que você está dizendo?

— Ele te disse que alcançaria seu objetivo, mesmo que isso significasse se tornar um fantasma. — Olhei nos olhos da anciã. — O Imperador da Espada não falhou. Apenas morreu, então ele ainda está completando o nonagésimo nono andar. Só que agora, não está fazendo isso como humano, mas como espírito. Do primeiro andar… tudo de novo.

Olhei para o Guardião.

— Não é verdade?

A anciã permaneceu em silêncio.

— Sim, você tá certo. Eu ainda estou na missão do nonagésimo nono andar, Gong-Ja.

 


 

Tradução: Rlc

Revisão: Pride

 

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