— Ooo… me diisculpe.
— Keh… Ha-ha-ha! Eu não sou de ficar irritado com piu… a animação de uma criança. De uma humana, além… piu… disso.
De longe, ele parecia bem mais calmo que antes, mas Camio surpreendentemente estava disposto a esquecer o ataque de Alas Ramus.
Emi, trazida de volta à realidade pela repreensão de Chiho, colocou a galinha de volta na caixa.
— …Voltando ao assunto, se ele não está aqui para te ver, porque essa galinha veio ao Japão? E também…
Emi olhou de maneira alarmante para o objeto longo e aparentemente metálico, que se chocou com o corpo de Camio e Alas Ramus tropeçara.
— O que é isso? Porque machucou tanto o pássaro?
— Gehh… Hum, antes disso…
Camio, ainda com a lembrança de seu pescoço nas garras da morte, esfregou habilmente as asas enquanto olhava para Maou, em busca de salvação.
— Senhor Satan… Eu tenho sua piu-ermissão para explicar as coisas a esses piu… essas pessoas?
— Hã? Claro. Vá em frente. — Maou deu ao pássaro um aceno amigável.
— Ah, verdade, a propósito. Ambas são humanas. Esta é Chiho Sasaki, sabe sobre mim e Alciel, e tem sido uma grande ajuda para nós neste mundo.
— Ohh, é esse o caso, uma jovem piu-humana? Em nome do meu mestre, ofereço-lhe os meus mais sinceros agradecimentos.
Ele se levantou, estendeu uma asa em uma espécie de gesto exagerado e inclinou a cabeça profundamente para baixo.
— Oh, um, não foi nada. Quero dizer, ele… um, Satan? Tem sido uma grande ajuda para mim também. — Chiho se viu ajoelhada, fazendo uma reverência.
Era um momento histórico, um representante de alto escalão dos Reinos Demoníacos, trocando um comprimento transdimensional, ao estilo japonês com um dos cidadãos daquela nação.
— E o bebê que agarrou sua cauda e essa garota são a espada sagrada e a heroína, respectivamente.
— Piuuuu ?!
— Ei!
— Maou!
A súbita confissão de Maou fez os olhos de Camio, Emi e Chiho brilharem à sua própria maneira. Camio se levantou mais uma vez, o bico bem aberto enquanto olhava fixamente para Emi e Alas Ramus. Ele ficou surpreso, mas não tanto quanto Emi e Chiho.
— Por que está simplesmente contando a verdade?
Mesmo que ele parecesse um animal de zoológico abandonado, ainda era um demônio de alto escalão com uma boa posição.
Camio era inimigo de Emi, e o oposto também era verdadeiro.
— A piu-roína da piu-espada…?!
— …Ei, vocês se importam se eu fizer um pouco de frango ao curry hoje à noite?
— Deixa ele. Ele não está fazendo isso de propósito. — Maou teve que impedir Emi de se aproximar da caixa.
— E não entenda errado, Camio. Ela não é a “piu-roína” da espada sagrada. São a “piu-roína” e a espada sagrada.
— Maou, acho que você precisa começar a falar sério antes que Yusa enlouqueça. — A observação astuta de Chiho foi a única coisa que salvou o pescoço do Regente Demoníaco de ser torcido em pedaços pelo punho de ferro de Emi.
— Satan piu.
— Uh, quem é Satan piu?
— Satan piu! — Pelo menos seu tique vocal manteve Alas Ramus entretida.
Camio saltou habilmente para a retaguarda, salvando-o do golpe frustrado de Maou.
— A Heroína da Espada Sagrada foi a causa da destruição de nossa força invasora. Por que você está sentado aqui, tão amigável com ela e sua espada………… piu? —Depois de todo aquele esforço para juntar uma frase, era como se ele não pudesse resistir a um pequeno espasmo no final.
Piando ou não, não havia nada em sua voz que sugerisse ressentimento em relação a Maou. Procurava por uma resposta. Queria saber as verdadeiras intenções de Maou. Piando ou não.
Mas Emi se aproximou para responder primeiro.
— …Meio que acabou acontecendo. Lembrem-se, estou sempre pronta para cortar a cabeça do Rei Demônio enquanto ele dorme. E você também, não paga de engraçadinho, ou vai acabar na mesa de jantar. E se quiser continuar vivendo, não diga a nenhum outro demônio que carrego a Cara-Metade. — O hábito da Heroína de soar como o vilão de um filme de gângsters já era bem familiar para Maou. Ela intimidou o frango de uma forma sombria.
— …É mais ou menos o que é, mas há mais do que isso. Deixe-me colocar de uma maneira que você provavelmente entenderia… Até Alciel foi nosso inimigo uma vez, não é…?
— ……..piu
Maou sentou-se de pernas cruzadas no chão do tatame, certificando-se de que soasse alto e claro para o galo na caixa.
— Lembra como conseguimos conquistar os reinos demoníacos? Eu tenho um sonho… Um sonho de fazer tudo de novo aqui, neste país, com esses humanos. Talvez aquilo tudo tenha acontecido, mas eu e a Heroína trabalhamos muito juntos, sabe.
Tudo isso passou por cima de Emi e Chiho.
— Seu sonho de conquista…!
Foi o pacto que Satan e Camio forjaram há muito tempo, em um reino muito, muito distante. A razão decisiva pela qual Camio concordou em servir o jovem Satan em primeiro lugar.
— Isso piu-me dói tanto que eu falhei em apoiá-lo ao lado de seu grande general para o leste.
— Se apreender isso, até mesmo os inimigos com quem guerreei ontem podem ser os companheiros de amanhã. — Ele era o único demônio que sabia que “conquistar” era mais do que transformar campos de batalha em resíduos queimados, cheios de cadáveres ensanguentados dos conquistados. — Maou riu.
— Sim, eu meio que esperava que você fosse mais paciente, lá atrás…
— Do que você está falando?
— Maou? — O Rei Demônio sorriu timidamente para as confusas Emi e Chiho.
— …Estamos falando sobre como não conseguimos invadir Ente Isla, mesmo depois que eu uni todo o reino demoníaco.
— Huhh?
— Você pode não acreditar nisso, mas se falar com Camio, ficará surpresa com a mente aberta dele. Não despreza ninguém, Herói, humano, seja o que for. Percebeu isso, certo? Uma vez que os céus começaram a se intrometer diretamente com as coisas em Ente Isla, nunca seríamos muito mais do que dois guerreiros brigando, até que alguém morresse. Mesmo que acabe sendo assim algum dia, ainda temos que nos preocupar com Alas Ramus. Se buscarmos esse fim agora, talvez tenhamos que fazer Alas Ramus matar seus próprios pais.
Maou acariciou o cabelo de Alas Ramus.
— Nee-hee! — Ela ergueu a mão atrapalhada para a dele.
— Todos nós comemos na mesma mesa nos dias de hoje, mas não é como se você me mantivesse vivo só porque aceita isso como destino ou o que quer que seja, certo?
— Claro, mas o que você está tentando dizer? — Havia um tom de alarme na voz de Emi.
— Como eu disse, sei que teremos que resolver isso algum dia. Mas se quisermos que aconteça, teremos que compartilhar pelo menos o mínimo de informações para lidar com o que está acontecendo hoje. Caso contrário, podemos expor Alas Ramus ao perigo. Como fizemos com Gabriel.
— …… — Ela não gostou do que ele disse. Ele era o Rei Demônio, pelo amor de Deus. Mas não havia absolutamente nada que ela pudesse dizer para contrariar.
E ela sabia disso. Sabia, mesmo sem as palavras do demônio.
— Você é tão direto em seus piu… discursos, como sempre, Senhor Satan. Há momentos, com um inimigo odiado, em que as emoções representam um obstáculo à lógica pura. — Camio suspirou enquanto observava Emi.
— He… piu…-roína da espada sagrada.
— O que diabos é um ‘Piu-roína’?!
— Se achar difícil de aceitar, piu- desta maneira: se compartilhamos um inimigo em comum, então divida o que deve ser dividido, desde que você não interfira nos assuntos do outro. Não há necessidade de lutar lado a lado na batalha real como piu… iguais. — Camio, cada vez mais enraizado no mais irritante de seus hábitos vocais, sentiu-se murchar sob o olhar de Emi.
— …Eu sei disso, está bem? Não preciso que me dê sermões como minha avó. Então, podemos continuar com o tópico?! Eu só quero algumas respostas!
Tudo o que ela podia fazer era virar as costas para eles em consternação. Maou e Camio, afinal, estavam absolutamente corretos.
Maou, Camio e Chiho sorriram para si mesmos enquanto viravam os olhos para as costas de Emi.
À sua maneira, única, ela entendeu.
— Tudo bem. Vá em frente, Camio. Por que veio ao Japão? Por que você foi cortado até a morte no caminho? O que você quis dizer quando disse que os reinos demoníacos e Ente Isla enfrentam tempos caóticos mais uma vez? E o que é aquilo?
Maou apontou para o tubo robusto escondido na toalha.
Continha a espada de jóias que outrora enfeitava a cintura de Camio.
Sua armadura agora estava quebrada, seu corpo reduzido ao tamanho do jantar de domingo à noite, mas a espada ainda mantinha seu brilho imponente e deslumbrante.
Ela estava envolta na capa que Camio usava, em parte para evitar que Amane tropeçasse nela, mas em parte porque Maou supôs que essa era uma espada de muito mais importância do que o mero valor de suas jóias.
Os anjos que apareceram de Ente Isla tinham objetivos muito claros até agora: buscar a espada sagrada, matar Emi/Maou, esse tipo de coisa.
Mas aqui não havia quase nada. Demônios vindo para o Japão e não a mando do seu senhor. Era tudo um enigma.
— Bem… — Camio abriu o bico para responder à pergunta que atingiu o cerne das preocupações de Maou.
Alguém bateu na porta.
— …Sim? — Urushihara não teria se incomodado em bater. Se fosse Ashiya ou Suzuno, eles teriam falado primeiro. O que deixou apenas uma resposta.
— Maou? — Era Amane.
Estranho. Era a mesma voz de sempre, mas… talvez fosse o ar-condicionado afetando seus ouvidos… contudo, parecia um pouco mais fria do que o normal, talvez?
— Eu ouvi algo como uma galinha sufocando até a morte há um segundo, está tudo bem? E, sabe, um casal pulando fora no meio do trabalho para ter uma discussão? Eu nunca li essa coluna de conselhos antes! — Apesar de todo o sarcasmo, era compreensível que a ausência agora prolongada do grupo a alarmasse.
O grito doloroso de Camio e a voz elevada de Emi devem ter sido suficientes para levantar as sobrancelhas dos clientes.
— Importa se eu entrar?
— C-claro.
Maou deu a Camio um olhar “fica quieto” conforme respondeu. Afinal, a mulher não sabia nada sobre ele.
— Tudo bem… Uau, o que há com essa galinha? — Ela abriu a porta, ainda suando com o cabelo amarrado para trás, manchas de óleo e curry no avental, sem sandálias.
Seus olhos escuros não estavam focados em Maou, ou Emi, ou Chiho, ou Alas Ramus. Estavam fixos em Camio.
A reação estranha não escapou da percepção de Maou.
A partir do momento em que ela abriu a porta, mesmo antes, seus olhos estavam firmemente sobre a caixa de papelão de Camio, e nada mais.
Era como se ela conhecesse tudo dentro da sala, e simplesmente estivessem em seus devidos lugares.
Se ela estivesse aqui apenas para verificar as coisas, Amane teria feito contato visual com pelo menos uma das pessoas lá dentro. Os três estavam de olho nela.
Amane manteve os olhos em Camio, imóvel, quando se aproximou.
— Uau, uma galinha preta? Vão fazer yakitori mais tarde?
— Piuuuu?!
Camio parecia petrificado.
— Hum…eu o encontrei ontem à noite. Estava ferido…
Soou tenso mesmo sendo dito por Maou. Como pode uma galinha errar o seu caminho para esta praia? Mas nada mais me veio à mente – e além disso, ele não estava mentindo.
Nem mesmo a desculpa de Maou fez Amane mudar o olhar.
— Bem, eu não acho que haja galinheiros por perto. Talvez seja o animal de estimação de alguém? Nós provavelmente devemos verificar com o veterinário local.
— S-Sim. Com certeza.
— Além disso, Urushihara está choramingando para que todos vocês voltem, ok? Acho que a correria acabou, mas teremos que começar a fechar em breve.
Maou podia sentir seu nervosismo diminuir, pouco a pouco.
Pensando racionalmente por um momento, se você visse uma galinha em sua casa de hóspedes provavelmente também o jogaria fora. Eles estavam conversando há algum tempo. Como chefe deles, não era estranho que Amane estivesse procurando por eles.
Maou eliminou a preocupação de sua mente enquanto abaixava a cabeça.
— Foi mal. Já vou voltar.
— Ótimo!
Com isso, Amane finalmente tirou os olhos de Camio.
— …Oo? — Então, por qualquer motivo, ela lançou um sorriso desconcertante para Alas Ramus.
— Ah, olhe para você, garotinha! Me pergunto como ela vai ser quando crescer, hein?
— Waph!
Com alguns tapinhas na cabeça da garota, ela saiu.
— …Bem, isso é tudo o que podemos discutir por enquanto.
Enquanto Maou estivesse empregado, não havia como desafiar sua chefe.
Empresas à beira-mar como essas geralmente fecham bem antes do pôr do sol. Eles teriam outra chance mais tarde.
Mas lá, em um murmúrio:
— Você pode voltar ao trabalho. Vou perguntar a ele sobre o resto.
— Hã? —
— …Eu disse, vou tirar o resto da história dele! Então, vá trabalhar já! Se precisarmos agir imediatamente, eu te aviso!
Emi olhou para Maou, como se tentasse atirá-lo usando apenas os olhos.
— B-Bem, claro, mas…você tem certeza?
— Tenho certeza? Por que vocês perderam todo esse tempo me dando sermão?!
Maou e Camio não tinham como dizer, mas o “vocês” de Emi incluía Chiho também.
Estava claro que Emi não queria encarar a verdade. Seu rosto estava vermelho, seus olhos propensos a rasgar a qualquer momento, mas ela ainda era uma guerreira experiente. Não era alguém que não sabia o que era urgente e o que precisava ter prioridade.
— …Ótimo. Bem, vá em frente. Estou contando com você.
— Não conte comigo! Estou fazendo isso por vontade própria!
— Tudo bem, tudo bem. Isso também é bom. Camio, se você não se importar em dizer…
— Aquela mulher.
— quanto a ela… Ein? O que tem ela?
— Aquela mulher… Eu fui impotente em impedi-la. Ela tinha a força de uma deusa demoníaca.
— Está… falando sobre Amane? — Maou, Chiho, até Emi duvidaram de seus ouvidos.
O Regente Diabólico assentiu com o bico pequeno, de maneira sagaz, com os olhos bem abertos.
— Foi ela… que mergulhou meus soldados no rugido daquele enorme dragão…
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Quando Ohguro-ya fechou oficialmente, o céu já estava em um tom vermelho escuro.
Uma vez que as cinco da tarde chegou, o movimento diminuiu para quase nada, exceto os armários e o banheiro.
Rapidamente Maou e o restante poliram a chapa, lavaram a bandeja de águas residuais do refrigerador de bebidas, colocaram as tampas nas máquinas de gelo raspado e inspecionaram os alimentos, bebidas e outras mercadorias restantes.
Amane imprimiu um diário de vendas do caixa, mostrando os cálculos aproximados das vendas do dia para todos.
Uma vez que esvaziassem os armários e as fechaduras do chuveiro, eles teriam uma noção completa de quanto haviam ganhado naquele dia.
Apenas do caixa… passamos de trezentos e cinquenta mil ienes.
O sorriso era genuíno enquanto ela segurava o papel do recibo.
— Eu ainda tenho que colocar as bebidas de Urushihara e o gelo raspado, os pedidos para viagem de Ashiya e as moedas dos chuveiros e armários…, mas acho que vamos terminar nos quinhentos mil quando tudo estiver contado. Essa é provavelmente a primeira vez desde que abrimos.
— Sim… mas se Chi e o grupo não aparecessem, tudo teria desmoronado. Tivemos que usar muito dinheiro. Precisamos controlar isso se quisermos continuar.
Maou comparou o recorde de vendas do dia com o livro contábil do ano anterior.
Ele havia subestimado o número de clientes que esperava, levando a um colapso durante à tarde, um ponto que ele ainda se arrependia. Mas simplesmente comparando os números, eles quase dobraram suas vendas em relação ao mesmo dia do ano passado, uma melhoria astronômica.
Isso foi graças à estratégia de vendas de Maou, até certo ponto, mas a causa raiz provavelmente se resumia à abordarem de empurrar com a barriga, que Amane e sua família levara até o momento.
— Sem sombra de dúvidas. Vamos ter uma tonelada de movimento. Meu Deus, se é isso que teremos todos os dias, não sei o que vou fazer! Oh! Yusa, Chiho, Kamazuki, tenho algo para vocês!
As três mulheres, de volta em suas roupas de passeio, estavam se preparando para voltar para a pousada quando Amane as chamou.
— Aqui está o salário dos últimos dois dias. Vocês realmente ajudaram, sabem? Obrigada. Eu te dei um pequeno bônus por aquele castelo de areia, Kamazuki. Quase gostaria de poder pedir um desses todos os dias!
A obra-prima Sarou-Sotengai de Suzuno atraiu muita atenção. O boca a boca resultante foi, sem dúvida, o herói desconhecido por trás das vendas de hoje.
Maou já estava ponderando sobre maneiras de aproveitar esse talento daqui para frente.
Aquela aura estranha e fora do lugar que Amane emanava era coisa do passado quando ele voltou ao trabalho.
Até Chiho, voltando aos seus próprios deveres, estava de volta ao seu eu borbulhante habitual.
Mas ainda assim, em algum lugar dentro de Maou, a ansiedade ainda estava lá. Camio quase lamentando “no más” na presença de Amane era preocupante. Isso, e o ato constrangedor da Emi.
Mas depois de cerca de uma hora de trabalho, Emi voltou para o espaço da loja, Alas Ramus na mão. O olhar de pura depressão em seu rosto era óbvio para qualquer pessoa com olhos.
Ela brincou um pouco ao longo da costa com Alas Ramus, junto com Chiho e Suzuno agora que eles estavam fora do trabalho. Mas uma observação passageira foi tudo o que foi necessário para obscurecer sua expressão mais uma vez.
— Rapaz, é uma pena que todos vocês estejam partindo amanhã, no entanto!
Amane colocou alguma pressão leve sobre eles para ficar, mas Chiho fez uma promessa a seus pais, e Emi não tinha mais dias de férias para gastar. A proprietária de Ohguro-ya não parecia genuinamente interessada em mantê-los, mas a tristeza em sua voz ainda era evidente.
— …Oop? — Uma vibração nos shorts de Maou indicava um texto recebido.
……
Maou não foi tolo o suficiente para olhar para o remetente.
— Algum problema Maou? Seu rosto está todo obscuro. — Havia. Graças a um dia de trabalho à beira-mar, todos os demônios estavam ostentando um bronzeado claro.
O bronzeado foi inconsequente, no entanto. Tomando cuidado para não deixar Amane ouvi-los enquanto tirava uma foto de si mesmo com Chiho na frente do castelo de areia, acenou para Urushihara e Ashiya se aproximarem.
— Eu vou sair hoje à noite. Vocês também vêm comigo.
Tradução: Vinicius
Revisão: Bravo
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