Rei Demônio ao Trabalho

Rei Demônio ao Trabalho – Vol. 04 – Cap. 03.2 – O Rei Demônio Admira o Vasto Mundo (e Choshi)

 

Emi, usava um biquíni estilo resort, a parte superior tinha um laço, já seu quadril era coberto com um tecido.

As três usavam trajes de banho que acentuavam sua beleza natural, mas a atenção de Maou estava em algo completamente diferente.

— Onde está Alas Ramus?

— Isso é tudo que tem a dizer?

A pergunta desconcertou Emi. Ela fez um gesto discreto em direção a Amane.

— Fomos a praia bem cedo, então ela está cochilando agora. A coloquei para dormir no seu quarto. Não vou estar aqui quando ela acordar, então…

Ela bateu na parte de trás da cabeça duas vezes enquanto falava.

Maou recebeu a mensagem. A garota estava em um sono profundo no momento.

Ele não tinha nada com o que se preocupar.

Mas atualmente, não tinha como sair daquela enrascada sem a ajuda delas.

— Valeu! Provavelmente vamos precisar de vocês só mais um pouquinho, tudo bem?

— Sem problemas!

— Deixa isso com a gente.

— Lembre-se, você me deve uma!

Cada uma respondeu à sua maneira.

Maou se jogou na multidão antes de reaparecer com quatro caixas de papelão úmidas, que imediatamente entregou para Emi.

 — Pode usar tudo. Entregue para o pessoal e diga que é um brinde pelo almoço!

Eram os refrigerantes sobressalentes do estoque.

Distribuir o valor de quatro caixas significava uma perda de quase cinco mil ienes, mas eles não tinham tempo para discutir os números.

Neste momento, se pudessem dar aos clientes o serviço que queriam, compensariam essa perda facilmente.

Por outro lado, se eles fossem embora, eles poderiam enfrentar perdas ainda maiores e invisíveis a partir do dia seguinte.

Emi, mais receptiva do que esperava, andava para cima e para baixo pelas filas de clientes insatisfeitos.

— Desculpem pela espera! Temos um bônus grátis para todos vocês!

Com um sorriso bem praticado e o charme natural que ela tinha, começou a distribuir garrafas de 5-Honest Energy.

Foi um movimento bem calculado. Os homens na multidão certamente não se importavam com o maiô de Emi, e ninguém recusaria uma bebida fria neste calor.

Se ela pudesse sorrir assim com mais frequência no dia a dia, quase poderia descrevê-la como fofa.

Contudo, para Maou, seus biquínis não eram uma surpresa tão grande quanto a forma como salvaram sua pele, de um destino pior que a morte.

— Eu já volto! — Se certificando que tinha um momento de alívio, Maou se retirou e foi atrás de notas extras para os pedidos.

Abriu a porta e se perdeu por um momento na temperatura da sala com ar-condicionado. Já sabia que o armário dentro de seus aposentos tinha várias caixas, claramente abandonadas por um longo período de tempo.

Ele sabia, pois tinha tirado uma das vazias na noite anterior.

Em um canto da sala, uma grande caixa residia em segurança longe do sol e do ar-condicionado. Maou viu e disse.

— Você ainda está vivo, Camio?

— Se-Senhor Satã… piu-piu.

De dentro da caixa, um melro sonolento saltou.

— Hah-hah-hah!… Oh, ah-ram, desculpe … Que bom que ainda está comigo. Vou voltar para ver você mais tarde.

A drenagem da força demoníaca para ele deve ter funcionado diferente de Ashiya e Maou. Camio pulou completamente a transformação humana e foi diretamente para um pássaro.

Sua voz era a mesma de ontem, mas a forma como adicionava um “piu” entre e no final de suas frases soou nada menos que hilário para Maou.

— Eu piu… peço desculpas… por lhe incomodar, piu.

— Não, não, não. Não há muito que eu possa fazer por você atualmente. Tem certeza de que está bem sem comida?

— Eu te agradeço, meu soberano… piu… Mas minha força demoníaca não foi totalmente drenada… piu… piu.

— Haha-ha… Certo. Então… te vejo mais tarde.

— Sim, meu piu.

Assim o anteriormente orgulhoso demônio guerreiro, Camio, aninhou-se para descansar, nas toalhas que Maou havia depositado na caixa. Maou colocou um copo de água na caixa e aumentou a temperatura, em torno de oitenta e três graus, para que não ficasse muito frio ou quente para o demônio.

Para um pássaro normal, seria o mesmo que fechar os olhos e esperar pela morte. Mas apesar da aparência de um pássaro em estado terminal, na verdade era um dos maiores demônios na época de Maou, com uma posição alta o suficiente para reconhecer Ashiya e tratá-lo com respeito.

O próprio Camio, o Regente Demoniaco.

Nem todos os demônios do submundo partiram com as forças do Rei Demônio para invadir Ente Isla. Na verdade, a maioria permaneceu em suas respectivas terras.

A organização que Maou construiu a partir do zero, o primeiro estado real em seu reino, precisava de um governante para quando estivesse fora. Esse alguém era Camio, ordenado para servir como seu regente demoníaco oficial.

Como representante de Maou, Camio ostensivamente detinha todos os poderes do Rei Demônio quando se tratava de assuntos em seu reino. Mas por que ele estava no Japão, e tão gravemente ferido? Maou não sabia. Camio havia apagado antes que ele tivesse a chance de perguntar.

O canto do pássaro demônio passou despercebido até a manhã seguinte, quando Urushihara já caminhava grogue para Ohguro-ya, depois de acordar uma segunda vez, então Maou ainda não tinha encontrado uma chance de discutir o assunto em detalhes.

Uma coisa clara do comportamento de Camio, no entanto, era que nem ele, nem o ciclópico, nem a besta demonóide que o precederam, vieram aqui em busca do Rei Demônio ou seu general Alciel.

Então, o que procuravam? Por que eles apareceram em Choshi? E como eles mantiveram suas formas do reino demoníaco? Enigmas sob enigmas.

Mas, infelizmente, realmente infelizmente — era que Maou não teve tempo de fazer nenhuma dessas perguntas.

Na frente, Chiho e os demais esperavam humildemente, o apoiando no campo de batalha atual, confiando que ele retornaria.

— Eu tenho trabalho para fazer!

Voltando ao espaço da loja e preparado para qualquer coisa, ficou surpreso ao encontrar as duas máquinas de gelo raspado alugadas já no local.

Não se passaram nem vinte minutos desde que Emi fez a ligação. O vendedor devia ser muito mais perto do que ele tinha pensado. Em sua mente, Maou deu seus agradecimentos silenciosos e sinceros à Nanchou Manufatura de Gelo.

— Urushihara! Eu cuido do gelo. Você apenas mantém as filas em ordem e distribui as bebidas!

— Cara, não me dê ordens!

Urushihara se irritou com a ordem, é claro, mas percebeu que Emi estava certa. Maou teria preferido ela na frente, onde sua atratividade (visualmente, pelo menos) ajudaria a chamar mais atenção. Mas aquela troca era necessária, e Urushihara não aprenderia nada com isso de outra forma.

Ignorando a raiva silenciosa que brilhava nos olhos de Urushihara, Maou deu um bloco de recibos para Chiho e Amane, deixando-as lidar com ordens e receber dinheiro quando retornou ao seu próprio trabalho.

No momento em que começou a enfrentar a montanha de pedidos pendentes, Suzuno havia trazido de volta o prato de yakisoba de frutos do mar para o menu. Ela estava de pé na frente de uma grande panela, enchendo-a de curry em uma corrida louca para evitar que vazasse.

Se continuassem assim, poderiam sobreviver ao pico do almoço.

Foi graças às meninas que eles se recuperaram dos erros de hoje. A partir do dia seguinte, teriam que aprender a descobrir como melhorar o sistema para que não precisassem da ajuda novamente.

Em retrospecto, Kisaki estava certa o tempo todo, à sua maneira. Se eles cometessem erros, estava tudo bem. Contanto que pudessem compensar a todos, não doeria no final.

Três da tarde.

Esse foi o tempo que demorou até que as ordens acabassem e todos pudessem respirar novamente.

Todas as mesas estavam vazias, havia um pouco de yakisoba extra fervendo ao lado da chapa, e Maou tomou isso como sugestão para se deitar em uma cadeira.

— Uggghhhhh. Estou exausto…!

— Para você, Maou. Da Amane.

Chiho entregou a ele uma garrafa de 5-Honest gelada.

— Ah, obrigado.

Ele a agarrou, abriu a tampa e bebeu o conteúdo de uma só vez.

Ooooooh. Bem no ponto.

A bebida com gás geladinha escorreu por sua garganta, o leve congelamento no cérebro foi como uma pequena viagem.

— Mas sério, realmente… Obrigado, Chi. Se vocês não aparecessem, acho que estaríamos ferrados. Desculpe, acabamos colocando todo esse trabalho em vocês.

Chiho negou com a cabeça enquanto se sentava ao lado dele. — Estou feliz por termos ajudado vocês.

— Aposto que alguns clientes vão começar a perguntar por você amanhã, Chi. Esse maiô cai bem em você.

— Huh?

Foi direto de agradecimentos sinceros, para um elogio. Maou falou tão naturalmente que levou um momento ou dois para o rosto de Chiho corar.

— Ah, eu, é… obrigado… Muito obrigado. Hm… — Não sendo mais capaz de olhar Maou nos olhos, Chiho mexeu as pernas um pouco enquanto olhava para o refrigerante em suas mãos.

— Fica… bom em mim?

— Sim. Foi o que eu disse. Você não… trouxe com você, não é?

Chiho balançou a cabeça seriamente enquanto fazia contato visual com Amane, que atualmente esfregava a frigideira usada para refogar carne de porco.

Maou seguiu seu olhar. Amane, por razões que só ela sabia, deu a ambos um sinal positivo.

Um sinal de “vai”, ele supôs.

— Sabe, eu não ia perguntar no começo, mas…bem, é um maiô fofo e tudo, então…hum… — Eu queria que você visse. Chiho queria deixar escapar, mas dizer em voz alta pareceu estranho, então corou e olhou para baixo.

Maou compreendeu facilmente as palavras que ela engoliu.

— Sabe. Estamos na praia, então eu pensei que seria bom se você aproveitasse e nadasse um pouco.

— Ah! Sim! Claro! Uh… Ha-ha ha-ha. Ahhh…

Chiho pegou a linha da conversa, o rosto ainda avermelhado, mas de repente soltou um suspiro.

— Na verdade, este biquíni estava à venda aqui…

— Sério?

Olhando para Amane, Maou viu suas costas viradas para eles, o polegar ainda no ar.

Além da comida e bebida, Ohguro-ya oferecia alguns produtos de verão, protetor solar, cobertores de praia, boias, bolas de praia e etc.

Os trajes de banho também pendiam das paredes, mas os trajes de banho eram muito mais difíceis de administrar para uma loja como essa. Eram itens caros, casas de praia geralmente usavam em jogos, vendendo-os a preços turísticos de marcado, mas, em geral, vendiam devagar, se é que vendiam.

Esse era o problema com essas coisas: o tipo de pessoa que ia a uma praia no meio do verão sem um maiô geralmente não pretendia nadar em primeiro lugar. Você precisava de alguém entusiasmado o suficiente para ir à praia para se divertir na água, esquecido o suficiente para deixar em casa, preguiçoso o suficiente para não correr de volta para a cidade e comprar um de uma loja de suprimentos de praia, e rico o suficiente para não se importar com os preços salgados locais. Não acontecia com frequência.

Maou ainda se perguntava por que Amane estava tão pronta para distribuir seu inventário como presentes, mas como isso permitia que Chiho e as meninas desfrutassem de algum tempo de lazer na praia, ele não se arrependeu muito de sua decisão.

Além disso, Maou não estava sendo educado. Realmente ficou bem nela.

— Bem, eu gostei. Aposto que esse maiô está orgulhoso por você estar usando.

— Ah… Eu… Wow, Muito obrigado.

— Caramba hein Maou. Favoritismo até um pouco demais, hein? — Assim que Chiho estava prestes a entrar em combustão espontânea, Amane se aproximou.

— Chiho não é a única deusa que salvou nossos traseiros hoje, sabe?

Seus olhos se voltaram para o outro lado da loja. Emi e Suzuno olharam para eles.

— Ahh, bem… você sabe. — Amane tinha razão, é claro. Nos dois dias, tiveram inúmeros desafios que não teriam sido resolvidos sem a ajuda de Emi e Suzuno. Então, permanecendo em seu assento, Maou virou-se para a dupla, colocou as mãos sobre os joelhos e inclinou a cabeça.

— Obrigado. Vocês realmente me ajudaram.

A gratidão inesperadamente honesta fez Emi e Suzuno suspirarem e se olharem.

— Só estou me certificando que você me deve uma. Igual ontem. Eu não preciso que você me agradeça.

— Emi está certa. Nós simplesmente demos uma mão porque seria uma dor de cabeça se vocês perdessem o emprego. Não queremos adulação ou favores.

A gratidão foi sincera, a resposta, nem tanto. Ele deixou por isso mesmo, não esperava muito para começo de conversa. Mas Amane não se convenceu.

— Eita, calma aí. Só isso? Isso não é tudo, não é? Vamos lá, coloque um pouco mais de energia.

— Energia? Mais energia como?

— Oh, Maou, não diga “mais energia como?” para mim! Nossa Chiho aqui recebeu alguns presentes, isso é certo, mas você também tem outras duas jovens dando tudo de si! Precisa elogiar a sua esposa às vezes, sabe? Ela vai começar a correr em você se você não fizer isso! O traje de banho de Chiho era um brinde, mas aquelas duas pagaram pelo delas. Alguns elogios podem lhe render alguns pontos agora, sabe?

Não era culpa de Amane, talvez, mas suas habilidades em ler o relacionamento entre essas pessoas se mostraram profundamente inexistentes.

— Hã…?

Maou estava genuinamente perdido enquanto olhava para Emi e Suzuno, elas estarem de costas apenas aumentava a estranheza.

Por que elas estão de costas para mim? Refletindo sobre isso, Maou decidiu revelar sua alma honesta para eles.

— Hum, eu aprecio tudo o que vocês fizeram hoje, mas não sei se eu deveria elogiá-las –ou se há algum motivo para isso– ou, tipo, vocês realmente desistiram de toda a coisa das férias na praia, afinal?

Ele compreendia que um maiô era um acessório de moda vital para uma mulher, e que elogiar um nunca ofenderia ninguém. Era senso comum. Ele estava disposto a admitir que Emi e Suzuno estavam lindas.

Mas em termos de suas relações pessoais, se você perguntasse se Emi e Suzuno esperavam um elogio dele, a resposta era absolutamente não.

E ainda… seria estranho. Maou achou que tinha medido a situação com precisão suficiente, mas naquele momento pensou vê-las tremerem, com um miasma obscuro pairando sobre elas.

— Uau, você é cego ou o quê? — Amane ficou arrasada. Da perspectiva de terceiros, Maou estava sendo, na melhor das hipóteses, mesquinho, na pior das hipóteses, abusivo.

— Meu lor—Maou! Senhor! Venha aqui!

Surpreendentemente, foi Ashiya quem jogou um salva-vidas para Maou.

— Você está sendo honesto demais! Pelo menos se dobre um pouco e faça um elogio!

— Hã? Tipo, mesmo que eu fizesse…

— Não importa quem as elogie. Seja um verme, ou uma barata, ou mesmo um percevejo, nenhuma mulher se importa com um elogio! E como você ousa dizer que não há nada para elogiar! Sinceramente, duvido que Yusa responda tão amigavelmente quanto a Sra. Sasaki, mas isso a faria se sentir em conflito, pelo menos!

— Ah, qual é. Você só está sendo negativo. Tipo, sério? Você está me colocando no nível de uma barata?

— E embora seja com minha extrema relutância, Suzuno nos ajuda todos os dias. Se você gentilmente praticasse alguma etiqueta social e a elogiasse, talvez isso removesse alguns obstáculos e… grrk! — Enquanto ele reclamava fervorosamente para Maou, Ashiya de repente revirou os olhos e desabou na praia.

Maou e Chiho o arrastaram, incapaz de carregar seu peso. A seus pés havia um pedaço de gelo extraordinariamente grande, em sua cabeça, uma espátula de yakisoba.

— Nós nunca sonharíamos! Nem em um milhão de anos. Definitivamente Nunca! Desejaríamos seu elogio!!

— Sim. Além disso, não há nada sobre o que elogiar, certo? Ohh, nãoooo. — O ataque duplo de Suzuno e Emi, mais diabólico do que a maioria dos demônios, destroçou Maou.

Talvez elas não tenham percebido, mas a maneira como cruzaram os braços para cobrir o peito foi um pouco tocante, de alguma forma.

Ele não ia tentar elogiá-las, mas também não era como se ele estivesse totalmente alheio a elas. Isso era o que estava tentando dizer, mas se o fizesse, a próxima coisa que jogariam seriam blocos de gelo e nitrogênio líquido.

— Maou… Ashiya… Eu perdi a fé em você.

Com a calma do oceano, Amane, a mulher que configurou esse cenário e o derrubou com as próprias mãos, partiu para a sala dos fundos.

— Ha… ha. Ha-ha ha-ha. Suzuno, sua, uh, espátula…

A verdadeira vítima aqui foi, sem dúvida, Chiho, submetida a todos esses horrores por nenhum de seus próprios atos.

— Chiho!

— S-sim?

Suzuno, aceitando a espátula que Chiho arrancou da cabeça de Ashiya, lavou-a na pia e piscou, por apenas um momento, um olhar ressentido para o peito de Chiho.

— Eu sei que as coisas são como são, mas eu sinto que você deve repensar isso.

Não havia como Chiho oferecer uma resposta a isso.

— Então, uh, o quê? Vocês queriam elogios, ou o quê? Não entendi.

Urushihara, em segurança fora da linha de fogo em sua cabine de bebidas, agora vazia, disparou uma salva tortuosa em Emi enquanto ela raspava indignadamente pedaços de gelo das máquinas.

— Você quer morrer? — A maneira como ela usava o picador de gelo em sua mão falava mais alto do que suas palavras.

— Ah. Certo. Entendi. — Urushihara tinha pelo menos a suspeita de que Ashiya estava correto, mas de forma respeitosa, se recusou a mencionar isso em voz alta, para que não afetasse diretamente sua expectativa de vida.

Depois desse movimento sábio, Urushihara recompensou-se removendo uma lata de refrigerante da mercadoria disponível, abrindo-a e relaxando completamente.

— Se estiver livre, se importaria de limpar as máquinas de gelo? Vai enferrujar se alguém não limpar os cristais de gelo. Então, por que tem que fazer isso? Não vai querer descobrir. — A resposta de Emi só parecia excessiva se não lembrasse que Urushihara praticamente abandonou seu posto mais cedo.

 


 

Tradução: Vinicius

Revisão: Bravo

 

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