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Re: Zero – Começando a Vida em Outro Mundo – Arco 01 – Cap. 13 – “Fim e Começo”

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— Desista já! Há um limite para a incorrigibilidade!

Subaru estava cansado de ver esses caras e chutou o chão de frustração.

Era o terceiro encontro, e mais uma vez foi um três contra um em um beco. Apesar de quão infrutíferas suas primeiras e segundas tentativas foram, eles ainda continuaram a persegui-lo, ele estava realmente surpreso com essa tenacidade.

Se a situação não fosse a atual, poderia até mesmo tê-los aplaudido.

— Não tenho tempo para vocês. Vou enfrentá-los quando as coisas se acalmarem, então saiam do meu caminho.

Ele estava um pouco inquieto, mas tinha conseguido vencê-los sozinho da última vez, então manteve a compostura.

Se os intimidasse um pouco, provavelmente haveria uma abertura. Isso é o que ele esperava, mas…

— Sair do caminho dele, hein? O que vocês acham que devemos fazer?

— Não gosto da atitude dele, nem um pouco. Parece que ele não entende quem vai dar as ordens aqui.

— Vocês três perderam pateticamente para mim, por que diabos estão tentando se comportar como valentões…? Mesmo o pior perdedor teria mais vergonha.

Para ser honesto, Subaru não podia deixar de se sentir um péssimo perdedor neste momento.

Em outras palavras, este lugar havia se transformado em uma reunião de perdedores derrotados.

— Isso é muito negativo! Achei que era um sujeito mais otimista!

— Não adianta, ele está completamente louco da cabeça. Decidimos alvejá-lo por causa da aparência dele estranha, mas talvez isso seja…

Os homens começaram a falar uns com os outros, claramente irritados com o monólogo alto dele. O de mãos vazias e aquele com a nata pareciam estar perdendo o interesse em Subaru, mas a maior ameaça, aquele com a faca, ainda mantinha um olhar penetrante.

Aqueles olhos pareciam ter desistido do valor em sua carteira, mas havia outro desejo obscuro vacilando cruelmente dentro deles.

O olhar do homem fez com que Subaru murmurasse internamente: — Isso pode ser perigoso.

Tendo os enfrentado duas vezes, Subaru concluiu que o homem com a faca era o mais problemático entre eles. Além de sua letalidade, também era o que tinha o temperamento mais violento.

Esqueça a luta, seria sensato evitar até mesmo chegar perto.

— Entendo. Não vou resistir. Apenas declarem suas demandas.

Subaru o disse ao levantar as mãos, enfatizando que não tinha intenção de lutar contra eles.

Ele abandonou completamente a atitude confiante que tinha e, em vez disso, mudou para uma atitude de obediência.

Isso porque decidiu priorizar a saída, e queria manter o homem com a faca calmo. Ele havia decidido que algumas perdas não poderiam ser evitadas, e seria melhor simplesmente sair logo.

Bem, havia também a infeliz possibilidade de que estivessem em busca de vingança e o espancassem até virar polpa.

Se as coisas parecessem estar se movendo nessa direção, ele fugiria com tudo o que tinha antes que tivessem a chance de esfaqueá-lo. Se ele conseguisse chegar à rua principal, provavelmente não seriam capazes de fazer nada notável.

Enquanto Subaru formulava planos vigilantes para garantir a segurança em sua mente, as atitudes dos homens em relação a ele relaxaram.

Falaram como se para ridicularizar sua covardia por estar disposto a aceitar suas demandas.

— Vamos lá, se você estava com tanto medo, deveria ter feito isso desde o começo.

— Seu desgraçado. Você fala muito alto para um gatinho assustado.

— Isso não é ótimo? Você o ouviu dizer que não faria nada, certo? Que covarde.

Essas palavras o irritaram, mas Subaru forçou um sorriso e riu delas. Ele encontrou alguma satisfação em chamá-los de “Ton, Chin e Kan”1Tonchinkan = Tolo, irrelevante em sua mente.

— Bem, e quais exigências vocês pretendem fazer deste idiota?

— Por enquanto, passe tudo o que você tiver. Até essas roupas e sapatos estranhos. Mas pode ficar com sua cueca, não somos demônios!

Zombaram impiedosamente de Subaru, que se humilhou diante deles.

Então eles também têm o conceito de demônios por aqui, hein, junto com pensamentos tão irrelevantes que suas palavras também instilaram uma forte sensação de mal-estar.

Tudo o que ele tinha, até mesmo suas roupas e sapatos, essa demanda era certamente…

— Caras, vocês bateram a cabeça em algum lugar, não é?

Isso foi exatamente o que eles perguntaram da primeira vez que ele os encontrou.

Talvez tivessem batido a cabeça, ou talvez os pobres bastardos não tivessem a capacidade intelectual para sequer lembrar o que disseram antes, pode até ser que usaram tanto a mesma frase que nem lembravam para quem a disseram.

Eram sujeitos irremediáveis, mas sua atitude em relação a Subaru, o qual uma vez os derrotou, era estranha, e, considerando isso, havia mais uma possibilidade.

— Também teve a Felt, parece que existem muitos problemas de memória por aqui…

— Pare de bater suas gengivas. Não quer seguir as ordens? Ou você não tem cérebro para segui-las?

— Vocês são os últimos caras que deveriam estar falando sobre cérebros…

Este último murmúrio parou em sua boca, e Subaru mostrou que estava disposto a fazer o que eles diziam.

Enquanto ele se perguntava se deveria pelo menos tentar manter suas roupas, ou talvez lidar com tudo de uma vez, agora que se aproximaram, ele enfiou a mão na sacola…

— Huh…?

Ele franziu a testa, esta era sua experiência mais perturbadora até o momento neste mundo.

— Por quê…?

Ele murmurou como se estivesse gemendo, enquanto lentamente confirmava o conteúdo de sua sacola de plástico.

Nela estava seu shoyu tonkotsu cup ramen, sua carteira e telefone que eram muito problemáticos para guardar no bolso e, finalmente, um lanche dourado de um sabor que ele gostava muito.

Certo, o lanche dourado… O lanche com sabor de sopa de milho.

Foi a primeira coisa que comeu desde que chegou a este mundo, e também provou ser muito útil para acalmar a raiva de Rom na casa de saque, após a qual a maior parte deveria ter sido consumida.

Mas, agora, estava completamente cheio e de volta em sua sacola.

— Achei que tivéssemos comido isso… Definitivamente só restava um pouco.

Tinham consumido pelo menos dois terços de seu conteúdo.

E ainda assim havia retornado ao seu estado original. Também não existiam sinais de que o pacote tinha sido aberto. Era estranho, não importa o quanto ele pensasse sobre isso.

O desaparecimento de suas feridas poderia ser explicado. Ele tinha visto a magia de Satella. Portanto, poderia concluir que alguém o curou após as duas tragédias.

Mas, mesmo se supusesse que tal curandeiro de alta classe existisse, seria realmente possível restaurar algo que não existia mais?

— Certo, magia de duplicação…

Ele se lembrou de Rom mencionando algo do tipo.

Magia de duplicação, magia que tornava possível não apenas copiar a aparência de algo, mas replicar completamente essa coisa. Se alguém usasse essa magia, até mesmo isso…

— Mas e o pacote aberto. Não me diga que a magia de cura pode restaurar até cola ou algo assim…

Ele não achou isso muito realista.

E considerando que este mundo parecia ter sacrificado o desenvolvimento tecnológico pelo desenvolvimento mágico, parecia duvidoso que tivessem o conhecimento para recuperar o pacote.

Seus pensamentos ficaram completamente bloqueados. Mas, dentro desses pensamentos presos, Subaru começou a acreditar que isso não era magia de cura. Mas foi aí que parou, porque a outra possibilidade em que pensara era absurda demais, seu senso de razão a rejeitou, acreditando ser impossível.

— Ei, que diabos você está fazendo?

— Ah?

Um chamado repentino bem ao seu lado o fez soltar um barulho estupefato.

Um dos homens, o terceiro, de mãos vazias, a quem ele chamava de “Kan” em sua mente. Subaru franziu a testa quando percebeu que o homem havia caminhado até ele.

— Por que está se aproximando de mim assim? Saiba que não preciso da sua ajuda para tirar minhas roupas.

— Como se alguém fosse te ajudar a fazer isso! Foi você quem cambaleou até aqui!

Só depois que gritaram com ele é que Subaru percebeu que havia saído do beco até a beira da estrada.

Parecia que estava se movendo inconscientemente enquanto ficava absorto em pensamentos. Mas, para os homens, suas ações impensadas acabaram parecendo uma conduta hostil.

— Se não vai fazer o que dissemos, o que acham de batermos um pouco nele?

— Ou melhor, isso já está sendo um saco. Vamos só terminar logo.

Subaru viu que os homens estavam prestes a fazer algo apressado, então parou seus pensamentos profundos por um momento.

O que ele precisava era…

— Aqui, peguem isso!!

— Quê?!

Ele ergueu a sacola plástica em sua mão e a jogou no fundo do beco.

Aquilo desenhou um arco enquanto voava na escuridão em alta velocidade. Naturalmente, os homens que planejavam saquear também a seguiram com os olhos.

Vendo uma abertura, Subaru energicamente passou por eles.

Assim como já havia feito várias vezes, o mais importante era fugir deles com segurança. Depois disso, teria que ir até a casa de saque e encontrar as respostas para as dúvidas que surgiram em sua mente.

Até mesmo ele pensou que o que estava pensando era tolice.

Algum usuário de magia de cura, que era incrivelmente proficiente em magia de restauração e magia de duplicação, por acaso se deparou com a cena trágica na casa de saque e, com a bondade de seu coração, curou todos lá completamente de graça, e então foi embora, deixando Subaru sozinho naquela barraca, e então simplesmente partiu sem se apresentar.

Mesmo essa história completamente sem sentido era mais fácil de aceitar.

— Bem, isso também é muito difícil de aceitar.

Era o que fazia mais sentido.

Pelo menos, em comparação com a tolice infundada que cruzou o fundo de sua mente.

Com duas ideias contrárias em conflito dentro dele, Subaru saiu correndo do beco imundo.

Se conseguisse chegar à rua principal e corresse fazendo muito barulho, mesmo aqueles caras provavelmente não o perseguiriam. Foi uma pena perder o conteúdo da sacola, mas ele havia retirado algumas coisas antes de jogá-la, então as únicas coisas que restaram foram a sacola de salgadinhos e alguns trocados que eram apenas peso morto. Suas perdas não foram significativas.

Foi com isso em mente que ele correu, mas de repente seu próximo passo errou o alvo por uma larga margem, causando-lhe pânico.

Seu corpo estava instável e a perna que deveria ter esticado para a frente tropeçou. A força então deixou suas pernas e ele caiu de joelhos.

Ele estendeu as mãos para impedir a queda e repreendeu-se por ser um idiota a ponto de cair em um momento como este. Porém…

— Huh, isso é estranho…

Ele tentou reunir forças para se levantar, mas seus braços tremiam. Ele foi completamente incapaz de levantar seu corpo. Também largou as coisas que estava segurando antes disso.

— É por isso que dissemos para você apenas ouvir, idiota.

Ele ouviu uma voz desdenhosa logo atrás dele e, de alguma forma, virou a cabeça em direção a ela.

O homem de pé atrás dele era o segundo, a quem apelidou de “Chin”, um nome extremamente humilhante.

Com aquela atitude vulgar, o homem apontou para Subaru enquanto as pontas de sua boca se curvavam.

Seguindo seu dedo apontando, Subaru percebeu porque ele tinha caído.

… Havia uma faca cravada na parte inferior de suas costas.

— Goah… Gga…

No momento em que percebeu isso, uma dor terrivelmente aguda o percorreu e bloqueou sua garganta.

Essa dor extremamente pura e primitiva roubou-lhe até a capacidade de se contorcer de agonia.

Fui esfaqueado! Esfaqueadoesfaqueadoesfaqueadoesfaqueadoesfaqueadoesfaqueadoesfaqueado…

Ao contrário dos outros dois, Chin, empunhando a faca, não se distraiu com a sacola. Ou seja, naquele momento, devia estar mais focado em ferir Subaru do que em roubar qualquer coisa de valor.

Como esperado, Chin era o mais importante para lidar, mais do que Ton ou Kan.

Foi este o resultado de sua negligência. Nessas poucas horas, ele já havia encontrado muitos tipos diferentes de dores horríveis. Mas não importa quantas vezes experimentasse isso, seria absolutamente impossível se acostumar.

— Ei, você o esfaqueou de verdade?

— Não tive escolha. E se ele corresse para a rua? Isso seria um problemão.

— Aaah, isso é ruim. Você acertou as entranhas, então ele provavelmente vai morrer… As roupas já ficaram ensopadas.

É só nisso que você pensa quando esfaqueia alguém? Uma reclamação em meio à dor horrível.

Ele não podia se dar ao luxo de pensar em mais nada, estava com tanta dor que era difícil até mesmo ficar consciente. E a julgar pelo que Ton disse, seu ferimento era tal que não iria se levantar.

Ele pelo menos tinha que fazer algo enquanto ainda estava consciente.

Decidindo isso, juntou toda a força que lhe restava, juntando-a firmemente enquanto se preparava para gritar.

Colocando sua língua para fora, tentou gritar…

— Ceerto, aqui está uma segunda antes de você tentar qualquer coisa!

Uma segunda faca foi impiedosamente enfiada bem no meio de suas costas.

— Ough…

A dormência que se espalhou por ele igual um choque elétrico cancelou seu grito.

Ele já estava muito além do ponto em que poderia suportar a dor ou tentar fazer qualquer coisa como gritar. Não havia mais nada que pudesse fazer.

O dano em suas costas parecia ter atingido seus pulmões.

Mesmo enquanto repetia suas respirações roucas e ásperas, seus pulmões não se expandiam e a respiração se tornava cada vez mais dolorosa.

A privação de oxigênio o estava afetando gravemente, ele estava ficando tão fraco que parecia que em breve perderia até mesmo a capacidade de pensar.

Ele perdeu a sensibilidade nos membros e não sabia mais se estava voltado para baixo ou para cima.

Mesmo que seus olhos desta vez não estivessem cortados, ainda não conseguia ver nada, já que sua visão tinha escurecido.

Que quer dizer com “desta vez”?

Se apegar a uma ideia que já havia descartado como sendo absurda era lamentável.

Se ele ia se agarrar a isso, poderia muito bem fazer melhor.

Não pense em sua morte iminente. Antes de morrer, analise o mundo ao seu redor.

Seus olhos estavam mortos. Assim como seus membros. Tudo o que lhe restou foram o nariz e as orelhas. Sendo assim, teria que fazer uso total disso. Qualquer tipo de cheiro persistente seria bom, não se importava de ouvir todos os tipos de abuso. O fedor da sujeira do beco. O crescente cheiro metálico de sangue. Seu nariz acabou morrendo. Sumiu. Seus ouvidos também estavam às portas da morte e mal funcionavam.

— Pegue… Pertences…

— Isso…! Os guardas… Co…!

— Corre! Isso é ruim! Se formos…!!

Ele só conseguia captar esses fragmentos de conversa. Isso já estava bom, mas a maior parte de seu cérebro morreu para que entendesse o que tinha ouvido. Como estava morto, ele só conseguia ouvir. Não sabia se iria se lembrar do que ouviu. Que exatamente ele quis dizer, lembrar? Que ele queria fazer ao se lembrar? Que estava querendo? Que era que…

Como se seguindo as partes que morreram primeiro, suas outras funções desapareceram gradativamente, e, no final, com o som de algo sendo puxado, Natsuki Subaru perdeu sua vida pela terceira vez.

 

※ ※ ※ ※ ※ ※ ※ ※ ※ ※ ※ ※

 

Quando sua consciência voltou, estava na escuridão.

Percebendo que era uma escuridão de sua própria criação, gentilmente abriu os olhos. E os fez queimar pelo sol ofuscante, fazendo-o gemer ao usar a mão para cobrir os olhos.

— Então, que tal a appa?

Uma voz familiar fez uma pergunta familiar bem diante de seus olhos.

Seus ouvidos estavam bem. A agitação da rua estava como sempre, completamente diferente do silêncio terrível que experimentou naquele beco.

Apesar do fato de que se considerasse a distância, estava apenas a uma volta de distância.

— Não consegui nem passar por esta rua, que patético…

O dono da barraca com cicatrizes ouviu suas palavras de autodesprezo, no entanto ele começou a franzir a testa, parecendo descontente por não estar recebendo uma resposta.

Subaru sabia por experiência própria que, embora parecesse intimidador, ele era na verdade um homem muito gentil. Naturalmente, o lojista provavelmente não se lembrava disso.

Enquanto pensava nessas coisas, Subaru mais uma vez o enfrentou.

— Diga, quantas vezes você me viu?

— Quantas vezes, nunca te vi, cara. Eu não esqueceria uma roupa tão chamativa.

— Que dia é hoje?

— É o décimo quarto dia do mês de Tammuz.

— Obrigado. Entendo, o mês de Tammuz, hein.

Ele não fazia ideia do que era isso.

Para começar, nem sabia como registravam o calendário deste mundo. Mas parecia que usavam dias e meses, e ele provavelmente poderia presumir que usavam um calendário solar.

Isso provavelmente era de conhecimento comum, mas ele hesitou em perguntar a respeito. Principalmente para alguém como o dono desta barraca, o qual estava totalmente focado em vender suas mercadorias.

O dono da loja estava sendo muito paciente com ele, mas como esperado, parecia estar pensando que estava perdendo muito tempo apenas para vender uma única fruta.

Segurando aquela maçã ou o que quer que fosse na palma da mão, ele perguntou pela enésima vez:

— Então, e a appa?

Ele fez de tudo para esconder sua raiva com um sorriso.

Sua cicatriz branca estava se contraindo e seu sorriso forçado parecia uma expressão que assustaria as crianças.

Em resposta, Subaru colocou as mãos nos quadris e estufou o peito.

— Desculpe, mas estou totalmente, absolutamente falido!

— Dê o fora daqui!

Esse grito de raiva fez com que ele recuasse instintivamente, e depois saiu correndo.

Não posso voltar lá por um tempo, pensou ele, com dois significados em mente.

 

 


 

Tradução: Sahad

Revisão: LMDS

QC: Bravo

 

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