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Re: Zero – Começando a Vida em Outro Mundo – Arco 01 – Cap. 05 – Seu nome

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A primeira interação amigável dele neste mundo.

Cerca de trinta minutos após se oferecer para ajudá-la nesta ocasião emocionante.

— Exatamente o que é isso…?

A investigação deles não levou a lugar nenhum.

Os olhos da garota estavam frios quando perguntou isso, seu olhar insatisfeito dirigido a Subaru, que tinha acabado de descobrir algo. Ou seja…

— Esse olhar frio é meio que excitante… Espera. Não, sem chances. Eu, eu… Sempre fui um M…?

— Não sei nada sobre isso de ‘eme’, mas está claro para mim que você só está falando bobagens.

Sem fazer nenhum esforço para esconder sua exasperação, ela cruzou os braços e soltou um suspiro.

A crítica dela foi contundente, mas provavelmente apropriada, considerando o que Subaru conseguiu fazer nos últimos trinta minutos.

O próprio Subaru se ofereceu para ajudar a procurar seu item perdido, mas havia uma série de problemas que tornavam a busca extremamente difícil.

Para começar, ele não fazia ideia de onde estava.

No que dizia respeito a isso, não havia como evitar, visto que ele tinha acabado de ser invocado  de outro mundo, mas esse era um grande obstáculo, considerando que a garota também não estava familiarizada com a área.

Ambos presumiram que o outro conhecia o caminho e acabaram perdendo quase dez minutos enquanto vagavam pelos becos. Podia até parecer uma história engraçada, mas nenhum dos dois era capaz de rir disso.

Segundo, ele não conseguia ler o idioma  deles.

Ele tinha negligenciado isso, já que a conversa não era um problema, mas ao examinar os arredores de novo, notou o que pareciam ser hieróglifos escritos à mão por todo o lugar.

Ele não tinha percebido a princípio, mas considerando que estavam escritos em sinais e coisas do tipo, a menos que as runas místicas tivessem se tornado uma moda local, provavelmente se tratava do alfabeto deste mundo. Como resultado, ele não conseguia diferenciar as lojas por suas placas, e também não podia contar com placas de sinalização para andar por aí.

Resumindo, era o típico clichê de “Por que falam e escrevem a mesma língua?!” que parecia estar se revelando. Mas se alguém considerasse que ele provavelmente estaria morto, jogado em alguma vala, a essa altura, poderia ser dito que sua situação não era tão ruim.

— Mesmo que esse fosse o caso, este aumento de dificuldade é um absurdo…!

Longe do tipo de história em que o herói aparece com trapaças incomparáveis, era mais como se ele sequer tivesse o nível mínimo de preparação. E, mais importante, o problema crucial era que tinha se tornado alvo da i…

— Você ficou só se escondendo atrás de mim por esse tempo todo, e nem está sendo útil.

— Bem, é meio assustador falar com pessoas que você acabou de conhecer.

— Você não é mais uma criança.

Ela franziu suas sobrancelhas bem formadas, como se estivesse sentindo alguma dor de cabeça, e falou com uma voz bastante compassiva.

Assim como Subaru temia, o obstáculo de obter informações com estranhos se provou grande demais para ele. Sua capacidade de comunicação caiu vertiginosamente no último ano. Ele só ficou agarrado a ela, em silêncio, assim como ficaria um garoto tímido seguindo sua mãe.

Com certeza ele queria dizer algo em resposta à decepção dela, mas sua covardia era grande demais e as palavras não saíam. Assim, o gato no ombro dela, que estava em silêncio até o momento, começou a agitar a cauda e…

— Relaxa… Ele pelo menos não tem más intenções.

— Isso é ainda pior. Sinceramente, seria mais fácil acreditar que ele está me atrapalhando. Ser totalmente inútil, mesmo com boas intenções, é muito mais problemático de se lidar do que com qualquer inimizade.

— Bem esclarecedor, hein?

A atitude indiferente do gato fez a garota suspirar. Ela então voltou a olhar para a rua e continuou:

— Mas, mesmo assim…

— Isso é realmente difícil.

Uma breve reclamação saiu por sua boca. Tendo saído do beco em que estavam antes, e até mesmo da rua que ligava a ele, agora estavam longe do agito da civilização ao entrar nas favelas. Embora desanimados, continuaram com a investigação e acabaram ali.

— Dizem que os bens roubados geralmente são negociados nas favelas.

— Sabemos a localização e a aparência da culpada, então por que não deixar o resto para a polí… Digo, para os guardas? Se tivéssemos mais gente ajudando, iríamos descobrir mais rápido.

Um lojista a cerca de duas quadras de distância tinha contado a eles a respeito de um beco estreito que ligava às favelas. Era verdade que o sol já estava se pondo, mas, apesar de estar bem perto da rua, o lugar era sombrio por outros motivos, e não pela falta de fonte de luz. A atmosfera deprimente e o mau cheiro faziam com que Subaru contraísse o rosto por reflexo.

— A atmosfera, o humor e provavelmente até as personalidades dos moradores são ruins. Seria melhor chamar alguém.

— Sem chances.

Ele não estava apenas nervoso ou com medo, ele sugeriu isso após cuidadosamente considerar sua habilidade e a segurança da garota, mas foi rejeitado na mesma hora. Subaru ficou perplexo com esta declaração, e a garota parecia um pouco arrependida disso.

— Sinto muito. Mas isso não é bom. Não acho que os guardas virão correndo por causa de um pequeno furto como este… E, também, não posso contar com eles devido a algumas circunstâncias pessoais.

Fechando a boca, ela olhou para ele como se dissesse: “Mas não posso contar quais são”. Tendo entendido que ela provavelmente não queria lidar com perguntas, Subaru ergueu a mão em concordância. Para começo de conversa, ele não era rude ao ponto de sair se intrometendo nos problemas alheios, e, de qualquer forma, se envolver demais com os outros seria um saco. Se ele estivesse interessado em relacionamentos interpessoais, não teria se tornado um recluso.

— Tudo bem, então o que vamos fazer?

Mesmo não tendo escutado nada a respeito das circunstâncias, ele perguntou sobre suas próximas ações.

Não buscar o motivo e decidir se deveria ou não parar de ajudá-la eram questões completamente diferentes. Ele podia não saber sobre as circunstâncias da garota, mas não queria ser um ingrato.

Talvez certa de que Subaru a deixaria, a garota ergueu as sobrancelhas, surpresa, diante dessa resposta. O gato começou a fazer uma dancinha no ombro dela.

— Eu te disse, não disse? Nem um indício de maldade.

Brincando como de costume, ele parecia terrivelmente alegre enquanto apontava para Subaru. Sua expressão, porém, repentinamente ficou séria.

— Mas é melhor você decidir com cuidado. Já está quase anoitecendo, então não poderei te ajudar. Alguns bandidos não dariam trabalho, mas… tome cuidado.

— É, tem razão… Certo, vou pensar nisso. Vou pensar, mas…

Sua resposta foi indecisa. Enquanto ela parecia estar com problemas para dar uma resposta, Subaru de repente ficou curioso e perguntou ao gato:

— Do que vocês estão falando? Você não pode ficar por perto à noite?

— Para ser mais preciso, apesar da minha aparência fofa, na verdade sou um espírito, sabe. A manifestação, por si só, consome uma grande quantidade de mana, então à noite volto ao meu Yorishiro1Yorishiro = Um objeto que contém ou convoca espíritos. e me concentro em acumular mana. Eu diria que, em média, o ideal seria das nove às cinco.

— Das nove às cinco, parece até um funcionário público… Os termos de uso dos espíritos são inesperadamente severos.

Termos incomuns como espírito ou Yorishiro estavam aparecendo toda hora como se fossem naturais, mas um otaku moderno corrompido por jogos e animes não teria dificuldade para entendê-los.

De qualquer forma, o gato diante dele… Ou melhor, o contrato de Puck não incluía o turno noturno. Ele não parecia confiável, mas considerando o quão aterrorizados aqueles bandidos do beco ficaram, deixando o próprio Puck de lado, os seres conhecidos como “espíritos” pareciam possuir um poder e tanto.

Um ser que inspirava muito mais medo que a garota a qual poderia magicamente criar gelo. Ao contrário de sua aura invulgarmente idílica, a verdadeira natureza dele poderia ser a de um maníaco sedento por sangue.

— Pensando desse jeito, você é inesperadamente aterrorizante. Deixe-me dizer uma coisa: tenho muitos músculos, então meu gosto deve ser realmente ruim!

— Posso ler um pouco da sua mente, então… você é um cabeça dura mesmo, hein?

Parecia que ele pretendia dizer isso de forma indireta, mas falhou para tal. A testa fofa de Puck se moveu em um gesto semelhante a uma carranca.

— Parando para pensar nisso, nem sei o seu nome. Acho que nem nos apresentamos.

— Ah, verdade. Então, eu começo.

Subaru pigarreou e girou os calcanhares, fazendo uma pose enquanto apontava o dedo para o céu.

— Meu nome é Natsuki Subaru! Estou completamente perdido e ainda mais falido! Prazer em conhecer!

— Parece que você está em uma situação bem complicada mesmo, hein. Muito bem, eu sou o Puck. Prazer em te conhecer.

Subaru estendeu a mão em um gesto de boa vontade, e Puck voou direto para ela, fazendo um aperto de mão dinâmico com todo o seu corpo. Da perspectiva de um estranho, pareceria que Subaru o estava esmagando.

Puck era todo fofinho enquanto estava em sua forma gigante, e uma vez que ele teve sua cota de sensações, Subaru se virou para a garota ao lado. O olhar dela estava azedo enquanto observava esse desenvolvimento entre homem e animal.

— Por que você nunca consegue deixar essa atitude de familiaridade de lado? Isso é desnecessário.

— Eu estava perdendo o juízo e encontrei um fio de esperança para me agarrar! Droga, nunca vou esquecer isso, esse encontro… Minha própria vida depende disso…!

— Sua determinação é completamente inútil… Diga, você se lembra sob que pretexto você se juntou a nós?

— Claro. Você está procurando por uma pessoa, e não por um objetivo, e sou o único que sabe como essa pessoa se parece… Você acha que vou te deixar se livrar de mim, mas nunca vou vazar os meus segredos!

— Mas eu lembro de você murmurando: ‘Cabelo loiro… E seus dentes… Ah, deixa pra lá’ e coisas do tipo, já que se escondeu atrás de mim enquanto a gente interrogava aquelas  pessoas, então você deixou alguma coisa vazar.

— Maldita seja a minha tolice!

Ele agarrou a própria cabeça e se curvou no local. Era como se estivesse jogando pôquer enquanto mostrava sua mão para o oponente. Tentar negociar desse jeito era simplesmente ridículo. Mesmo que ela fosse seu primeiro contato amigável neste mundo, parecia que estava a ponto de fugir dele, e isso o deixou terrivelmente ansioso. Puck sorriu ironicamente enquanto observava o sofrimento de Subaru.

— Bem, vocês dois têm seus próprios problemas para lidar. Vamos ouvir sobre isso depois e priorizar o problema em questão. Seja lá como for, esse é um nome incomum. Mas tem um bom som.

— Acho que sim, não é um nome que se ouve muito por aqui. Falando nisso, seu cabelo e a cor de seus olhos, e até mesmo as suas roupas, é tudo bem único… De onde você é?

— De acordo com o padrão, provavelmente de uma pequena nação a leste.

Um padrão bem usado quando se tratava de histórias sobre mundos paralelos. Uma terra isolada no extremo leste, parecido com Zipangu2Zipangu é um termo comumente visto em jogos/animes etc., parecendo se originar de Marco Polo.

Um clichê mágico onde você poderia simplesmente dizer que é de outro país e a maioria das pessoas simplesmente aceitaria, já que em tais mundos as relações internacionais eram geralmente muito deficientes. Porém…

— Lugunica é o país mais a leste do nosso mapa continental, não tem nada mais a leste daqui.

— Sem chances, sério?! Este é o extremo leste conhecido?! Mas e quanto ao amado Zipangu?!

— Você não tem nem ideia de onde está, não tem um tostão e não consegue falar com os outros porque sente medo. Não importa como eu veja, seu futuro não parece muito promissor.

A garota parecia inquieta, seus olhos um tanto preocupados enquanto observava o estado de pânico de Subaru. Apesar das tentativas dele de esconder isso, sua natureza extremamente prestativa parecia estar transbordando. O estado de total impotência dele provavelmente a estava deixando bem inquieta. Puck os observou com um sorriso enquanto os dois agonizavam com isso. Ele então começou a puxar seus bigodes.

— Bem, por enquanto aguente. Agora, precisamos ir, tenho menos de uma hora sobrando. Tome uma decisão.

— Eu vou. Não pretendo deixá-la escapar, será tarde demais se ela conseguir levar para algum lugar que não possamos alcançar.

Essa foi a resposta dela para Puck, e então se virou para Subaru.

— Já estou indo, mas… o caminho à frente será muito mais perigoso. Quando a noite cair, provavelmente aparecerão bandidos durões e, bem, este é um lugar onde vivem pessoas endurecidas pelas batalhas. Se for muito assustador, você pode esperar aqui ou me seguir igual a antes.

— Até parece que eu seria um medroso que ficaria para trás! Eu vou! Vou ficar o tempo todo bem atrás de você!

— Ir na frente nem é uma opção, hein… Bem, isso também me serve, já que não vou precisar me preocupar tanto.

Ela já tinha soltado tantos suspiros que ele até perdeu a conta. Subaru refletiu sobre como tinha feito a expressão dela piorar. Pensando bem, ele não tinha visto o sorriso da garota nem uma vez. Ela já era assim quando estava com raiva, então seu sorriso provavelmente seria a coisa mais fofa do mundo.

— O que o tomate foi fazer no banco? Tirar o extrato!

— O que é isso de repente?

— Estranho. Nenhuma reação, mas por que… Ah! Maldição! Este mundo não tem bancos! Uh. Hm… Por que colocaram um pula-pula no polo norte? Não tem nem polo norte?!

— Essa anormalidade na sua fala e os maneirismos, não é uma maldição nem nada assim, é?

— Não, isso foi totalmente voluntário.

Ele colocou a alma dele e o coração nisso. Em uma busca totalmente sem sentido.

Talvez tendo adivinhado o motivo por trás do incrível sofrimento de Subaru, Puck explicou as coisas de maneira relativamente favorável. Por outro lado, isso resultou apenas na semente da dúvida sendo plantada na garota, para quem parecia que Subaru havia começado a apresentar algum problema de funcionamento.

Lamentando que seus terríveis trocadilhos só funcionavam em seu mundo original, Subaru balançou a cabeça desesperadamente. Focar demais no que estava à frente e perder de vista o cenário geral também era uma de suas falhas.

— Qual a diferença entre homens de neve e mulheres de neve? Bolas de neve!

Ele finalmente encontrou um que não usava conhecimento moderno, mas a reação da garota não foi nada boa. Ela se virou friamente.

Seus olhos estavam focados no beco, provavelmente indicando que não estava afim de mais brincadeiras.

O desejo momentâneo dele de ver um sorriso dela saiu pela culatra.

— Está satisfeito, Subaru?

A garota chamou por ele, cujo ódio por si mesmo estava no limite, graças à sua terrível tentativa e ao resultado igualmente terrível.

O fato de ela ter dito seu nome pela primeira vez, e também a ideia de alguém do sexo oposto usando seu nome de forma tão causal, o deixou um pouco nervoso.

— S-Sim. T-Tão fria. Completamente legal. Eu me sinto ótimo, eu posso vencer!

— Por que você está tremendo assim? Percebi que está com medo, mas ainda nem entramos. Acho que seria melhor você esperar aqui fora, já que está tão apavorado.

Com essa preocupação mal direcionada, ela soltou um breve suspiro e desviou sua atenção de uma vez por todas.

Enquanto a observava entrar no beco, Subaru de repente percebeu que a garota não pretendia deixá-lo para trás, mesmo se quisesse.

Dizendo-lhe para esperar ali, estava apenas sinalizando que voltaria para buscá-lo assim que encontrasse aquilo. Em menos de uma hora desde que se conheceram, a estranha incapacidade dela de enganar os outros para algum ganho pessoal tornou-se aparente.

— Que saco, sou tão sem graça.

Apesar de ter se oferecido para ajudar, ele era absolutamente inútil para ela, e ainda por cima a fazia ficar preocupada com ele. Subaru estava muito além do ponto de ser um estorvo.

Golpeando as próprias bochechas, ele usou a dor para se forçar a se concentrar e seguir em frente. Ele ainda tinha muitas reclamações. Qualquer um ficaria desamparado se repentinamente fosse forçado a ir a um mundo tão cruel. E não estava pensando mal de si mesmo. Porém…

— Depender dela em absolutamente tudo seria patético. Eu deveria ao menos segui-la.

Embora dependente, ele teria que se sustentar com as próprias pernas. Mas, apesar de ter se concentrado, acabou focando em coisas menores.

— Parando para pensar nisso, tem mais uma coisa.

Quando gritou atrás dela, ele a viu olhar em sua direção através de uma fenda em seu cabelo prateado. Mesmo esse olhar de soslaio era assustadoramente atraente, mas Subaru conseguiu colocar sua pergunta para fora.

— Então, eu ouvi o nome do seu gato, mas não o seu.

Esta questão um tanto quanto brincalhona a fez olhar para frente e ficar em silêncio por algum tempo. Isso fez com que Subaru entrasse em pânico, imaginando se tinha estragado tudo. O anterior silêncio dela talvez fosse para indicar que ela não queria dizer seu nome. Seu distúrbio de comunicação o tornava incapaz de ler o coração de outras pessoas, imagine então o de uma mulher…

— Satella.

— Oh?

Enquanto ele agonizava com isso, o súbito sussurro dela o surpreendeu. Ela nem mesmo se virou na direção dele e repetiu, sem qualquer emoção:

— Pode me chamar de Satella.

Quando ela disse seu nome, sua atitude sugeriu que ele definitivamente não deveria chamá-la assim. Subaru queria saber o sobrenome dela, se possível, já que não podia chamá-la desse jeito, mas acabou ficando em silêncio. Por enquanto, iria se referir a ela apenas na segunda pessoa, um compromisso bastante patético. Nos bastidores desta conversa, Puck murmurou dentro do cabelo dela:

— Que mal gosto terrível…

Essas palavras não chegaram aos ouvidos de nenhum dos dois.

 


 

Tradução: Sahad

 

Revisão: LMDS – Equipe Pleiades

QC: ZhX

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