O Caçador Imortal de Classe SSS

O Caçador Imortal de Classe SSS – Vol. 11 – Cap. 265 – A Reunião Familiar (2)

 

O Inquisidor apoiou o queixo na mão, pensativo.

Hmm. Por que me tornei um psicopata? Uhmmm, essa é uma pergunta difícil.

— Nos diga, lime.

O Inquisidor gemeu, sua expressão séria, como se estivesse enfrentando um problema matemático desafiador. Ser capaz de permanecer racional em qualquer momento era tanto sua força quanto sua falha. Ainda assim, esse não era o olhar que seus filhos queriam de seu pai.

Saimeslam interrompeu o raciocínio do Inquisidor.

— Por que você é tão obcecado por sucesso? Por que se dedica a distinguir entre o que é útil e o que não é? Tudo bem diferenciar, mas por que se apressa em categorizar tudo?

Com todos os Cascomontes e outras espécies observando, Saimeslam questionou seu deus, que outrora tinha a fé inabalável de seu povo enquanto governava o antigo império que se espalhava por todo o continente.

— Os humanos não são onipotentes. Há muitas coisas que você não sabe. É impossível reconhecer o potencial oculto de seus filhos instantaneamente. É por isso que você deveria ser humilde e modesto e dar tempo para seus filhos desenvolverem suas habilidades. É assim que você deveria pensar, laimu. Kukra, por que insiste tanto em categorizar tudo rapidamente em útil e inútil? Pai, por que você vive assim? Não há outra maneira de você viver? Há?

Os últimos raios do pôr do sol desapareceram atrás das folhas úmidas das palmeiras. A noite caiu na selva. Os Sylvans se moviam rapidamente, colocando tochas por toda parte.

Wooooosh!

Centenas de milhares de Cascomontes, antes escondidos nas sombras da floresta, agora eram revelados pelas chamas fracas. Eles podiam rastejar pelo chão e escalar paredes para ir a qualquer lugar, mas viviam carregando suas casas nas costas. Destinados tanto à liberdade quanto ao confinamento, os Cascomontes prendiam a respiração enquanto aguardavam a resposta do Inquisidor.

Lime

Laimu.

Não era que eles estavam se submetendo ao poder de Saimeslam ou à autoridade do Inquisidor. Saimeslam fazia suas perguntas em nome de todos os Cascomontes. Ela reuniu os gritos, ressentimentos e culpas de seu povo e os ofereceu na forma de perguntas para seu pai.

De certa forma, Saimeslam se tornara a representante de sua espécie, ou mais como a irmã mais velha. Enquanto apontava cada erro de seu pai, os outros Cascomontes sentavam-se silenciosamente ao seu redor, como irmãos mais novos. A escala desse encontro era imensa, mas não podia ser chamado de nada além de uma reunião familiar.

O Inquisidor desceu lentamente ao chão e sentou-se de frente para Saimeslam. Agora, o que havia entre o pai e os filhos não era apenas a disparidade de alturas. Era algo mais profundo.

Ao fundo, alguém balançava suavemente uma tocha.

— Saimeslam, posso me desculpar com você repetidamente. Porque não fui cuidadoso o suficiente, o império caiu. Todos os privilégios que desfrutavam desapareceram. Desde então, vocês têm vivido em baronias em vez de um império. Vocês extraem sal e o fornecem aos Terras. Tudo isso é devido ao meu fracasso. Não tenho desculpas, então me desculpo…

— Não, não é assim.

Saimeslam levantou seu tentáculo e coçou o rosto. Parecia que estava massageando a área entre os olhos.

— O primeiro império, os privilégios que perdemos, os Cascomontes agora reduzidos a meros trabalhadores… Não estou planejando culpar você pelo que aconteceu no passado. Você fez um trabalho muito bom, na verdade.

— Fiz?

— Pense nisso. Apenas duas espécies neste mundo se tornaram as espécies dominantes do continente: nós, os Cascomontes, e os Terras. Pai, isso é uma conquista incrível. Embora o império tenha colapsado, lime, nós respeitamos suas habilidades. O que estamos perguntando não tem nada a ver com seu sucesso ou seu fracasso.

Saimeslam deu um passo mais perto.

— Olhe para nós. Olhe para nós, Kukra.

Ela envolveu seu único tentáculo remanescente, marcado por numerosas batalhas, ao redor da mão do Inquisidor, levando-o a olhar para baixo.

— Olhe para nós, Pai.

Saimeslam tinha exatamente o mesmo sorriso no rosto que o Inquisidor. Esse sorriso parecia paralisar o Inquisidor.

— Jogamos os parentes inúteis na caverna de pedras azuis. Rimos e dizemos, “Lime, não temos outra escolha.” O riso pode vir de nossa crueldade mesquinha, mas não acho que seja o caso.

“Hmm! Que pena. Este será inútil!”

“Vamos simplesmente jogá-lo fora?”

“Hahaha.”

— Podemos parecer um pouco diferentes; temos alguns braços a mais que você… ou menos.

Saimeslam balançou seu tentáculo remanescente de forma brincalhona.

— No entanto, herdamos quase todo o seu legado. Tudo o que você quis deixar para trás, e tudo o que não quis. Seu riso, hábitos e o peso que você escolheu carregar neste mundo… isso é tudo. Então, Pai, você não precisa estar grato pelo império que construímos ou se desculpar por seu declínio. Isso não importa agora. Eu… nós queremos entender por que você se tornou um psicopata. Só então poderemos entender por que também nos tornamos psicopatas.

O Inquisidor ficou em silêncio. Todos os Cascomontes apontaram seus tentáculos para ele.

— Nos diga, Pai. Queremos saber por quê.

As criaturas ficaram em silêncio. Para dispersar esse silêncio denso, o Inquisidor falou.

— Eu… eu…

[A missão do quadragésimo andar está em andamento.]

 

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— Por que você é tão obcecada por ganhar dinheiro?

Os Sylvans cercaram a Condessa. A selva estava barulhenta, como se uma audiência estivesse ocorrendo. Ao contrário de sua bela aparência, os Sylvans franziram o rosto e atacaram verbalmente sua deusa em ondas.

— O que quer que façamos, nossos instintos nos dizem para ganhar dinheiro. Que devemos ter dinheiro mesmo sem fazer nada. Dinheiro, dinheiro, dinheiro. É tudo o que sabemos. O mundo está cheio de dinheiro, tanto dinheiro.

— Quer dizer que não gostam disso?

A Condessa segurava um narguilé com calma, inalando sua fumaça. Ela havia comprado esse narguilé específico, feito pelos Sylvans, por um preço premium. A mãe dos Sylvans comprava produtos feitos por seus filhos, mas as discussões não pareciam fluir suavemente.

— Não é ótimo ganhar dinheiro? Huh?

— Bem, é bom lidar com isso, mas você não pode nos ensinar algo além disso?

— Como o quê? Música? Canto? Arte? Maneiras de se exibir dizendo “Quero morrer porque o mundo é simplesmente lindo demais?” Ou “Sou tão bonito que o mundo ficaria melhor se eu sumisse?” Como enganar outras pessoas? Não posso ensinar nada além de como ganhar dinheiro.

Ah, mas por quê?

Por trás da fumaça giratória do narguilé, a Condessa sorriu.

— Nasci em uma família extremamente pobre. Não tínhamos nada. Na verdade, nem tínhamos uma casa. Já ouviram falar de uma cidade feita puramente de lixo? Bem, provavelmente não. O mundo em que nasci era muito maior que o continente de vocês. Uma cadeia de montanhas poderia ser criada com todo o lixo que as pessoas descartavam.

Huh?

— Mas, entre o lixo, algumas coisas podiam ser recicladas, então as pessoas conseguiam lucrar. Consequentemente, havia comerciantes procurando por lixo descartado após as refeições, deixado após usar o banheiro, abandonado depois que não era mais útil, ou jogado fora após o sexo… Nós peneirávamos o lixo para encontrar itens valiosos.

Uh, isso realmente era um negócio lucrativo? A lucratividade parece bem baixa.

Os Sylvans eram comerciantes talentosos, então fazer cálculos rápidos em suas cabeças era fácil para eles. A Condessa sorriu, aparentemente satisfeita.

Haha. Não parece nada lucrativo, não é?

— Sim.

— Exatamente. Meu salário diário era muito menor que um biscoito. Mesmo assim, se os adultos tirassem isso de mim, eu ficava sem nada, então o que eu podia fazer? Tinha que acordar enquanto os adultos dormiam e peneirar pilhas de lixo secretamente. Se fosse pega, estava ferrada. Tinha que interromper meu sono três ou quatro vezes e agir como se tudo estivesse bem para juntar o máximo de lixo valioso possível. Escutem bem, meus filhos. Bem, vocês não são realmente meus filhos, mas eu os vejo como minha prole.

A Condessa abaixou lentamente seu narguilé e se inclinou para os milhares de Sylvans que a observavam. Sua voz era sombria enquanto usava transmissão de aura.

— Não reclamem comigo por não ensinar nada além disso. No momento em que reclamam disso, estão provando que não passam de pirralhos. Ganhar dinheiro é difícil, então a sorte influencia muito o ganho de dinheiro.

Os olhos da Condessa brilhavam como se fossem fogos-fátuos. Os Sylvans ouviam atentamente.

— Imaginem uma criança sem dinheiro vivendo em uma cidade de lixo, uma criança como eu. De repente, ela deseja aprender a tocar piano. Isso é uma fantasia inútil, não é? Um bom sonho é aquele que permanece um sonho. Para essa criança realmente aprender a tocar piano, ela precisa ter a sorte de encontrar um piano descartado no lixo, ter alguém por perto que saiba afiná-lo, juntar partituras do lixo e, por último, mas não menos importante, possuir talento musical. Para aqueles que não têm dinheiro, o desejo de aprender ou alcançar algo é uma aposta que continuam fazendo ao longo de suas vidas. Essa aposta envolve tudo: seu tempo, sorte e até sua vida. E ainda assim, você pode não ter sucesso. E vocês?

A Condessa examinou os Sylvans ao seu redor. Quando seus olhos encontraram os dela, vários Sylvans estremeceram. Embora alguns tivessem vivido por mais tempo que ela, a pressão emanada pela Caçadora Rank 5 da Torre os dominava.

— E vocês?

Era fácil esquecer isso às vezes porque ela frequentemente acariciava caudas de raposa em sua forma de gato, mas a Condessa havia subido após crescer em uma cidade de lixo esquecida. Agora, ela era uma comerciante rica que controlava o dinheiro da Torre. Era uma força a ser reconhecida. Poucos podiam resistir ao veneno escondido na Condessa, fossem eles deste mundo, da nossa Torre ou do mundo exterior.

— Querem aprender música? Então paguem por isso. Contratem um professor e paguem a ele. Comprem um instrumento. Sim, escolher um instrumento vai exigir algum pensamento. É bem caro. Equilibrem sua paixão por música com a situação financeira de sua família. Tomem seu tempo… sim, tomem seu tempo. — A Condessa riu. Sua risada estava impregnada de uma antiga malícia. — O dinheiro dá a vocês a oportunidade de contemplar.

Os Sylvans não conseguiam dizer nada.

— O dinheiro abre muitas portas. Querem aprender música? Experimentem um pouco, e se perderem o interesse, sigam em frente. Vai custar algum dinheiro, mas vocês não vão falir. Muitas pessoas pensam que o dinheiro é um objetivo ou um fim, mas não é exatamente assim. É mais como um ponto de partida. Como sua mãe, eu apenas forneci a vocês um ponto de partida.

A Condessa tirou um leque do bolso.

— Então, querem saber por que só ensinei a vocês como ganhar dinheiro? Isso é bom. Muito bom. Pensem nisso. Mesmo que desperdicem tempo pensando, não vão passar fome porque não vivem do salário mínimo, certo? Sintam-se à vontade para desperdiçar tempo. Preocupar-se, ponderar, refletir – essas são distrações muito agradáveis. Cada vez que vocês se preocupam ou ponderam, vocês secretamente reconhecem sua abundância e percebem que estão vivendo uma vida de luxo. Não veem? Esses pequenos luxos os elevam, ou, pelo menos, criam a ilusão de que são grandiosos.

A Condessa sorriu e abriu seu leque para cobrir a metade inferior de seu rosto. Seus olhos afiados, semelhantes aos de um gato, examinaram os Sylvans.

— Pensem quando quiserem pensar, fiquem onde escolherem, e ajam como desejarem. Isso é o que chamo de liberdade. O dinheiro concede essa liberdade. Apenas o dinheiro. Pergunto novamente, meus filhos, ou pelo menos aqueles que considero como meus filhos: vocês já sofreram infortúnios só por terem nascido como meus filhos? Ou já se consideraram desafortunados? Se for o último, o que sentiram quando pensaram o quão desafortunados foram por nascerem como meus filhos? Ficaram tristes? Ou talvez…

Ela sorriu.

— …se sentiram um pouco mais orgulhosos, um pouco melhores, apenas por terem esses pensamentos? Como mencionei, pensamentos, preocupações e reflexões são luxos deliciosos.

Seu sorriso lembrava uma lua crescente escura. Ela riu.

— Haha, aos meus olhos, vocês parecem estar vivendo vidas bem agradáveis. Estou errada?

[A missão do quadragésimo primeiro andar está em andamento.]

 

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Os Fingills tinham uma pergunta para a Paladina.

— Por que você nos escolheu? Vivemos na água. Mas você, Grande Golfinho, parece viver na terra. Vivemos em mundos muito diferentes.

Os Fingills lembravam sereias, com marcas reminiscentes de ondas adornando todo o seu corpo. Eles criavam a ilusão de belas ondas quebrando na costa quando nadavam juntos. A água era onde habitavam. Agora, estavam reunidos em um rio.

— Kekerukker escolheu os Terras. Lime escolheu os Cascomontes. Embora pareçam bastante diferentes, eles têm mais coisas em comum, já que todos vivem na terra. Então, por que você nos escolheu? Por quê?

A Paladina estava empoleirada em uma rocha enorme com vista para o rio, cercada por milhares de Fingills. Talvez dezenas de milhares, incluindo as crianças brincando na água abaixo.

Ela olhou para o rio, onde a luz azul da lua refletia suavemente na superfície da água. Se olhasse mais de perto, podia ver as caudas dos Fingills. Enquanto descansavam os braços nas rochas, brincavam na água, enviando respingos que emitiam o brilho da luz da lua.

— Eu não queria que vocês vivessem na terra.

— O quê?

— Quando você vive na terra, eventualmente começa a odiá-la. Aos poucos, passa a ressentir tudo o que pisa na terra. Até mesmo aqueles que respiram.

Com um clique, a Paladina removeu lentamente seu capacete de metal, libertando seus cabelos loiros.

— Eu não queria criá-los assim. Queria que vocês respirassem apenas o aroma refrescante do mar, em vez de experimentar o desprezo do mundo. Quando nadassem, deveriam estar livres da força opressiva da gravidade das pessoas. As ondas suaves e as águas indulgentes deveriam acolhê-los.

A Paladina olhou para o reflexo da lua na água. As mechas douradas de seu cabelo escondiam parte de seu rosto, fazendo sua voz soar como se viesse da própria água iluminada pela lua.

— O ar é leve demais, e o chão é rígido demais. Estamos todos vivos, mas caminhar e ficar de pé são fáceis demais. Para pessoas como eu, é difícil reconhecer nossa própria existência. Eu me acostumei demais, mas vocês são diferentes.

Um Fingill balançou a cauda, criando ondulações no rio que se fundiam perfeitamente. Milhares de Fingills pararam seus movimentos, olhando silenciosamente para sua mãe.

— A superfície da água é leve, e o fundo do mar parece pesado. Imagino que o fundo do oceano seja bastante opressivo. Vocês sentirão o mundo sempre que nadarem. Isso não acontece enquanto caminham. Quando navegam pelo mundo, se tornam conscientes da essência de seu ser e de seus contornos. Ao mergulharem habilmente na água e romperem as ondas que quebram ao seu redor, o sol brilhante ilumina o mar. Pensei que vocês ficariam felizes se vissem isso.

Os Fingills ouviam como se estivessem em transe.

— Vocês devem saborear suas habilidades de natação, admirar as cores mutáveis do oceano e saborear os vários sabores da água que entra em suas brânquias. E quando o mar e as ondas se tornarem cansativos, vocês podem subir à superfície para ver a terra. Olhem para o chão, o verde, marrom, cinza e as folhas de bordo vermelhas espalhadas sobre ele, olhem para os vastos campos de trigo dourados. Tantos belos cenários estarão esperando por vocês na terra. Isso é o que eu queria que vocês vissem. Queria que vocês admirassem e valorizassem a terra e tudo o que pisa sobre ela.

O som suave da água corrente ecoava por toda a selva. O rio escuro se misturava perfeitamente com o canto dos pássaros da floresta. Pequenos sons cascateavam de todos os cantos do mundo.

A Paladina levantou a cabeça.

— Então, escolhi vocês, Fingills, também conhecidos como sereias. Fui muito gananciosa?

A rainha dos Fingills agitou a água com sua cauda.

— Sim, você foi. No entanto, comparada aos outros pais e deuses das outras espécies, sua ganância é bela.

A sereia estendeu seus dedos palmados e acariciou o cabelo loiro de sua mãe, que havia sido sufocado enquanto confinado naquele capacete de metal. A Paladina respirou fundo. O toque da sereia era úmido. Quando a Paladina se aproximou da água, sua respiração tinha a mesma umidade do rio.

A respiração que um humano inalava não era muito diferente da de uma sereia. Gotas de água fresca pingavam no cabelo da Paladina, que tinha a mesma cor da lua.

— Estou muito feliz que você seja nossa mãe.

[A missão do quadragésimo segundo andar está em andamento.]

 


 

Tradução: Rlc

Revisão: Pride

 

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