O Inquisidor desapareceu sem deixar rastros. Havia uma leve marca no meio do sofá, um sinal de que ele estivera ali até momentos atrás. Os outros Caçadores e eu olhávamos de um lado para o outro entre o espaço vazio no sofá e o holograma.
— Gong-Ja, você realmente acha que ele vai se sair bem? — perguntou Anastasha.
— Hmm. O Inquisidor mudou um pouco.
— Mesmo que você troque o “p” de psicopata, continua sendo a mesma coisa. Ele ainda é tão insano quanto sempre foi.
— Anastasha, pense assim. Ele não faria um progresso significativo se o “pata” de “psicopata” desaparecesse?
— Você acha? — retrucou ela.
— Do que vocês estão falando? — perguntou a Paladina, perplexa. — Desde que vocês dois se tornaram amigos, ouvir suas conversas me deixa tonta. Mestra do Dragão Negro e Rei da Morte, pensei que vocês nunca se tornariam tão amigos, então é surpreendente que tenham se dado tão bem. Um era o epítome de um gângster bobo, e o outro costumava ser uma garota perfeita da cidade.
— Por quê? Está se sentindo sozinha desde que nos tornamos melhores amigos? Meu coração sempre esteve aberto para você, Srta. Paladina. Vamos ter uma amizade mágica! Vamos lá!
A Paladina só conseguiu suspirar.
— Você é o segundo do ranking na nossa Torre…
Algo mudou no holograma.
— Hahahaha!
Momentos atrás, risadas como essa costumavam preencher a sala de espera. Desta vez, vinham de além do holograma. Nos viramos para observar o Inquisidor. Ele era como um latão de lixo fedorento deixado aberto ao sol, então não tivemos escolha senão virar a cabeça para a fonte do mau cheiro.
O latão de lixo loiro mais fofo do universo sorriu radiantemente, flutuando acima da selva. Ele brilhava, seu sorriso semelhante às estrelas brilhando no céu.
— Olá! Saudações a vocês, Cascomontes e não-Cascomontes! É a primeira vez que os vejo assim! Enquanto estava em Slimepólis, eu usava principalmente cães para me comunicar com vocês. Mesmo em seus sonhos, eu assumia a forma de um cão! Então, talvez esta seja a saudação perfeita que posso oferecer aqui. Prazer em conhecê-los assim pela primeira vez, Cascomontes!
— É… é ele?
— É ele, o mesmo cara que vimos em nossas cabeças!
— Qual é o significado disso?
Os Cascomontes olharam para o céu. Não eram apenas eles. Como Saimeslam havia demonstrado habilidades tremendas, inúmeras pessoas de todas as espécies olharam acima dela, onde o Inquisidor estava.
— Lime, ele parece muito divino…
— Ele é lindo…
Os Cascomontes estavam maravilhados. De fato, ver alguém caminhando tranquilamente no ar parecia sagrado. Na realidade, o Inquisidor estava usando sua Fórmula Divina: Teleporte em intervalos de 0,5 segundos, criando a ilusão de que flutuava graciosamente. Os Cascomontes não tinham como saber disso, então olhavam para seu deus com olhos brilhantes.
Uma fagulha de esperança passou pelas mentes dos meus colegas na sala de espera.
— Huh? Até agora…
— Está indo surpreendentemente bem, não é?
— Sim, o Sr. Inquisidor parece bastante cativante. Honestamente, ninguém discordaria se ele fosse classificado como o quarto na Torre apenas pela aparência. Ele é a pessoa mais bonita de lá. Com apenas alguns sorrisos brilhantes…
— Pode ser surpreendentemente fácil conquistá-los.
Sim, provavelmente subestimamos demais o Inquisidor. Ele e a Bruxa Negra eram ambos extremamente atraentes.
Com o rosto deslumbrante do Inquisidor e sua voz e sorriso enganosamente inocentes, ele não tinha problemas em atrair humanos ignorantes. Como também estava flutuando no céu, isso não o tornava um deus?
O Inquisidor colocou as mãos delicadamente no peito. Tendo sido o líder da guilda Panteão por dez anos por uma boa razão, ele se movia de maneira muito divina enquanto dizia sua oração.
— Queridos Cascomontes, eu amo todos vocês.
Seu rosto lembrava uma estátua de mármore esculpida com beleza. Sob suas sobrancelhas ligeiramente abaixadas, seus olhos brilhantes se destacavam. Seus lábios estavam delicadamente franzidos, como se estivesse prestes a compartilhar um segredo ou uma confissão. Todos esses gestos cativaram os Cascomontes enquanto observavam maravilhados.
— Vocês todos viram as memórias, então sabem que eu sou o Inquisidor, aquele que vocês saudavam como o Grande Cão. Por duzentos anos, deixei meus colegas e me prendi neste mundo. Desejei estar com vocês para poder vigiá-los de perto e cuidar de todos vocês!
— Lime…
— Sim, ele está dizendo a verdade. Quando o trabalho dos outros deuses terminou, eles rapidamente partiram para o outro… Hmm, devo chamar de outro mundo ou mundo exterior? De qualquer forma, eles simplesmente foram para outro lugar.
— Mas nosso deus escolheu ficar ao nosso lado… É difícil para um humano viver por cinquenta anos, quanto mais duzentos. Ele ficou ao nosso lado por esse tempo todo sem revelar seu verdadeiro eu a ninguém ou mesmo falar com seus amigos… Isso é…
O Inquisidor juntou as mãos com outro sorriso brilhante.
— Sim, fiz isso porque amo vocês.
— Ooooooh!
Gritos de Cascomontes animados ecoaram. Era compreensível. Descobrir que seu deus é na verdade um humano era inegavelmente chocante, mas saber que foram cuidados por um humano dedicado à sua causa eclipsava o choque inicial e emocionava os Cascomontes. Como esse humano os vigiou por tanto tempo, importava que ele fosse humano? Se ele não era um deus, então o que era um deus, afinal?
Um jovem Cascomonte acenou seus tentáculos.
— Anjo! Ele é um anjo!
— Exatamente! Ele é um anjo que ama nossa espécie!
— Anjo, você é tão lindo! Ah, anjo! Obrigado!
Tudo o que precisavam fazer era substituir o título de deus pelo de anjo.
— Hahaha. Meus amados caracóis!
O Inquisidor era hábil em manipular emoções, fabricar histórias, orquestrar esquemas de pirâmide e produzir seguidores fervorosos em massa. Com uma voz extremamente encantadora, uma aparência muito elegante e equipado com uma personalidade psicopática assustadoramente distante da humanidade, era inevitável que ele se tornasse quem era hoje.
— Não se surpreendam com nossas diferenças de aparência. O que importa é o amor que compartilhamos!
Quando o Inquisidor estalou os dedos, sua forma mudou para um adulto mais esguio. Surpresos, os Cascomontes acenaram seus tentáculos e gritaram “Laimu!”
O Inquisidor se transformou de volta à sua forma de garoto.
— Como podem ver, posso alterar minha aparência à vontade. A aparência não é importante! Amor! Apenas meu amor por vocês e como todos vocês me valorizam é o que realmente importa!
— Oooh, lime…
— Grande Cão, o líder da nossa espécie…
Eu tinha que admitir que subestimei as habilidades do Inquisidor.
— Ele seria capaz de estabelecer um culto em qualquer mundo em que pisasse.
A Bruxa Negra balançou a cabeça.
— Sim, ele é inerentemente dotado para se tornar um líder de culto. Não é estranho? Acho que o universo é culpado por ter dado à luz o Inquisidor.
A Paladina comentou:
— O Inquisidor encontrou inúmeras religiões e hereges fora da Torre. Ele encontrou e lidou com todos eles. Os fiéis que ele não matou agora estão sob seu gerenciamento. É impossível derrotá-lo no departamento religioso.
Mas sempre havia exceções.
— Muito barulhento.
Slap!
O som de um chicote ecoou. As folhas das palmeiras na selva tremeram, e o vento levou embora a casca fina dos troncos. Os Cascomontes rapidamente recuperaram a compostura, direcionando seus tentáculos para a fonte do som do chicote.
— Apesar da moção recentemente apresentada no Conselho de Água e Fogo, parece que meus compatriotas tolos desconhecem sua gravidade.
Saimeslam estava visivelmente irritada. Seu tentáculo tremia.
— Se vocês querem discutir sobre deuses, devem me desafiar para um duelo e bloquear meu ataque pelo menos uma vez. Essa é a lei. É inequivocamente clara. No entanto, lime, por que todos vocês estão olhando boquiabertos para esse cara? É porque esqueceram por que eu gentilmente ofereço um período de carência? É aceitável executar todos que quebram a lei, sabem.
O ar na selva ficou pesado com a tensão.
— Mas, dado o caráter único do caso, vou deixar passar desta vez.
— Phew…
— Laimu…
Suspiros de alívio ecoaram por toda a selva. Todos sabiam o quão rigorosa era a Presidente. Sua rigidez era especialmente famosa entre os Cascomontes. A crença predominante era que Saimeslam era mais rigorosa com sua própria espécie.
Quando a área ficou silenciosa, Saimeslam levantou seu tentáculo e olhou para o Inquisidor.
— Lime. Você disse que seu nome é Inquisidor, certo?
— Sim, isso mesmo!
— Primeiro, pode confirmar se esse é o verdadeiro nome do Grande Lime?
O Inquisidor sorriu.
— Se você está perguntando se esse é meu nome verdadeiro, hmm, é um pouco complicado responder. Possuo um nome que significa minha vida e outro com o qual nasci. O Inquisidor representa o primeiro. É semelhante ao seu título de Presidente do Conselho de Água e Fogo! Expressa minha posição, define minhas responsabilidades e mostra minhas capacidades.
Saimeslam olhou para o Inquisidor impassivamente.
— Eu sou Saimeslam, a presidente do Conselho, mas ainda posso escolher renunciar se quiser. Tive uma vida antes de assumir a presidência, e posso forjar um novo caminho depois que me demitir. Assim, Saimeslam é meu único nome. Qual é o seu?
O tempo passou. Era meio-dia. O sol brilhava intensamente. Os raios de sol do meio-dia refletiam nas folhas das palmeiras, projetando sombras fractais no chão. O rosto de Saimeslam estava meio coberto por uma dessas sombras, enquanto o rosto do Inquisidor escurecia.
— É Bambolina.
— Bambolina?
— Sim.
O Inquisidor ofereceu um sorriso fraco.
— Significa “boneca”. Da sua perspectiva, é uma palavra de uma língua pertencente a um reino completamente diferente. Não faz diferença se você me chamar de Kukra, já que tem o mesmo significado. No entanto, peço gentilmente que evite me chamar de Bambolina, se possível.
— Por quê?
— É o nome que meu único e verdadeiro mestre usa de vez em quando para me chamar! Se realmente precisar usar meu nome verdadeiro, por favor, me chame de Kukra.
— Entendi, Kukra.
Meus colegas me observaram em silêncio. O próprio Inquisidor espalhou a notícia de que eu agora era seu mestre. Pessoas de alto calibre, como a Bruxa Negra e a Paladina, teriam adivinhado o quão excepcionalmente especial era o contrato entre mim e o Inquisidor.
O Inquisidor revelou seu nome verdadeiro para seus filhos. Era um nome que ele revelou para mim para mostrar sua lealdade. Agora, ele teve que fazer isso uma segunda vez.
— Bambolina deve ter percebido que a reunião não é apenas um encontro de líderes religiosos e seguidores. — Eu disse.
Tive que cumprir muitos pré-requisitos para aprender o nome verdadeiro do Inquisidor, como superar inúmeros desafios e validar minhas qualificações e capacidades. Tive que provar que era mais competente que ele e que podia utilizar seu potencial. No entanto, havia algumas pessoas no mundo para as quais se tinha que revelar seu verdadeiro eu sem atender a esses requisitos.
— Se eu fosse descrever o que estou vendo, é um encontro entre um pai e seus filhos.
Crianças. Filhas. Filhos.
Continuei:
— Mesmo sendo o líder de uma das cinco principais guildas da Torre, o Inquisidor não pode se apresentar como o Mestre do Panteão. Ser o Caçador Rank 4 não é uma conquista que ele possa ostentar agora.
Quando pais e filhos passavam tempo juntos, os pais envelheciam enquanto os filhos amadureciam até chegarem a um estágio em que coexistiam com seus pais na sociedade. Uma vez que isso acontecesse, eles poderiam vir a apreciar o peso de seus títulos, como Mestre do Panteão ou Caçador Rank 4. Isso também poderia fomentar afeição a partir de entendimento e respeito, mas esse não era o caso agora.
— Como Bambolina mencionou, este é seu primeiro encontro oficial com os Cascomontes.
Era a primeira vez que ele encontrava seus filhos adequadamente. Por causa disso, Bambolina tinha que mostrar seu verdadeiro eu, não o Inquisidor ou o Mestre do Panteão, a menos que pretendesse usar seus filhos para seu próprio ganho.
O Inquisidor ainda estava sorrindo, embora o ar ao seu redor parecesse bastante frio. O sorriso caloroso, brilhante e gentil do líder de todos se transformou em uma mera cortesia para confortar os outros. No entanto, os Cascomontes eram basicamente seus filhos.
— Laimu.
Saimeslam olhou para seu pai, seu deus e anjo.
— Nós, Cascomontes, possuímos uma maneira única de pensar. Em nossa visão, apenas os úteis merecem viver. Os inúteis devem ser negligenciados para que pereçam.
Saimeslam acenou seu tentáculo.
— Dedicamos nossas vidas a sermos úteis. O descanso serve apenas como preparação para o trabalho, e o sono é uma parte necessária da vida diária. Acordamos ao amanhecer, treinamos e retornamos apenas após terminarmos nosso trabalho à noite. Ao longo do dia, avaliamos continuamente nossa utilidade e verificamos qualquer falha em nossa diligência.
A voz de Saimeslam lembrava as sombras de inúmeras palmeiras rastejando pelo chão escuro.
— Lime.
Os Cascomontes, agarrados à sombra e cobertos de muco, assentiram em concordância. Saimeslam continuou.
— Os inúteis são falhos desde o início. Damos a eles pedras azuis e os deixamos apodrecer nos velhos túneis que ninguém mais usa.
A pedra azul era uma pedra luminosa de cor azul, usada principalmente como remédio entre os Cascomontes. Ainda assim, era altamente viciante, então seu consumo era evitado.
— Lime.
Os outros Cascomontes assentiram em concordância novamente. Como o eco de um cuco, os Cascomontes murmuraram das sombras. O ar parecia tenso.
— Não há necessidade de matar os fracos. Pelo contrário, poupamos eles o quanto podemos. Se ficarem sem pedras azuis, eles gritam que não se importam de estar morrendo de fome, só querem mais pedras azuis. Quando os vemos, pensamos: Ah, ainda somos úteis e ficamos à vontade.
— Lime.
— Não é ruim ser um perdedor na vida. Afinal, esses perdedores desperdiçaram suas vidas porque se viciaram em pedras azuis. Eles dizem que gostam mais das pedras azuis do que de viver vidas normais. Se é assim, damos a eles presentes melhores que a vida. Dizemos a eles: Lime, comam mais. Mais. Se entreguem.
— Lime. Lime.
— Eles são perdedores, mas isso por si só tem valor. Isso nos mantém vigilantes. Lime. Somos uma espécie notável. Subjugamos todas as seis espécies sob nossos tentáculos, construímos a Grande Caverna e reinamos lá. Embora o império milenar tenha caído por causa dos escravos, o império ainda vive em nossas memórias. Mesmo hoje, aspiramos passar um dia útil como cidadãos do império.
— Lime.
— Essas são…
— Lime.
— Essas são todas as suas lições.
— Lime.
— Você nos ensinou o que é valioso e o que não é. Éramos jovens, então apenas assentíamos e seguíamos o que você dizia. À medida que amadurecíamos, usávamos nossos tentáculos e tomávamos ações. Você nos incentivou a ter orgulho, então foi o que fizemos. Com sua orientação, construímos um império. Suas palavras nos fizeram quem somos.
— Lime.
— Você nos deu vida. Nos ensinou como odiar os outros, sentir alegria, orgulho, o que é e o que não é considerado tabu… Tudo o que sabemos é o que você nos ensinou. Você passou essas lições para nós.
— Lime, lime.
— Então, Kukra. Mesmo que você não nos tenha dado à luz fisicamente, você deu à luz nosso espírito, nossos sentidos e nossas próprias vidas. Você é nosso pai. Quero dizer, pense no nosso jeito de falar. No início, você se chamava Lime, então dizemos lime quando estamos felizes. Se estamos tristes, dizemos laimu. Entende? Seu nome molda felicidade e tristeza.
— Lime, lime. Laimu. Lime.
— No entanto, depois de passar tempo com esses tolos dos Terras…
Saimeslam olhou ao redor. Os Asuras de pele vermelha estavam com os braços cruzados, ouvindo-a com expressões notavelmente sérias. Talvez fosse isso que a fez rir.
— Percebi o quão anormal é nossa espécie. Uma pessoa pode ser útil em um momento e completamente inútil no próximo. Uburka, reverenciado como o guerreiro mais poderoso da história dos Terras, nasceu com albinismo e lutava para andar sob o sol. Ele era um fracasso como guerreiro, mas viu o albinismo como um desafio a superar e construiu sua vida por meio da perseverança. Se ele tivesse nascido em nossa espécie, provavelmente estaria viciado em pedras azuis desde a infância e viveria em um buraco. E ele teria cumprido seu propósito aceitando nosso desprezo e zombaria.
O Inquisidor ficou em silêncio. Saimeslam olhou para ele impassivamente.
— Kukra. Pai.
— Sim.
Foi só então que percebi que o Inquisidor não estava mais sorrindo. A criança Cascomonte experiente fez uma pergunta ao seu pai.
— Por que você é um psicopata?
Tradução: Rlc
Revisão: Pride
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Lentamente, o Inquisidor se ajoelhou. — Me desculpe. Eu estava errado. Os Cascomontes o…
O Inquisidor apoiou o queixo na mão, pensativo. — Hmm. Por que me tornei…
[A missão foi concluída.] [Todas as espécies descobriram os segredos de seus deuses!] [O…
Embora meus colegas hesitassem, minha resposta saiu surpreendentemente fácil, como se eu tivesse antecipado…
[Os Concubi estão evoluindo!] [Os Fingills estão evoluindo!] [Os Cascomontes estão evoluindo!] Algum tempo depois…
Era hora de falar brevemente sobre o último inimigo que o povo da Torre…